Tang irá selecionar ideias inovadoras vindas de crianças

“Tang no Tank” vai ao ar em abril e terá quatro episódios no YouTube

A Tang criou um programa que irá selecionar ideias inovadoras vindas de crianças de seis a 13 anos.O programa “Tang no Tank” irá ao ar em abril e terá quatro episódios, no YouTube. A produção conta com a parceria da Sony, canal que controla o programa. A exibição trará os planos empreendedores das crianças em três categorias: sustentabilidade, para resolver problemas que envolvem o tema; criatividade, com novas ideias de negócios para um futuro melhor; e sociedade, ideias para transformar ou melhorar a cidade, bairro ou comunidade.

Como participar
As inscrições estão abertas até 4 de fevereiro e podem ser realizadas aqui. A inscrição do plano deve ser realizada por um adulto responsável por meio da postagem de um vídeo de até três minutos, no qual a criança apresenta sua ideia.

Estudo do grupo Comunique-se mostra a visão dos assessores de imprensa sobre os jornalistas de redação

Pesquisa busca colher as melhores práticas e os principais incômodos para desenvolver um bom relacionamento entre os profissionais; Confira também a visão do jornalista sobre o assessor de imprensa

Jornalistas de redação e assessores de imprensa são profissões que dependem uma da outra. Afinal, a assessoria de imprensa é o que liga o mercado (pautas) às redações. Com o objetivo de compreender e contribuir para o bom desenvolvimento dessa relação, o grupo Comunique-se desenvolveu a pesquisa “Jornalistas de redação na visão dos assessores de imprensa“.

Para o estudo, foram entrevistados cerca de 800 profissionais que atuam diretamente como assessores de imprensa, de agências, departamentos de comunicação de empresas, órgãos públicos e freelancers, das cinco regiões do país.

Desses, 91,2% consideram que a atuação do assessor de imprensa é um trabalho jornalístico; 52,4% acreditam que as redações hoje dependem diretamente do trabalho do assessor, contra 39,5% entenderem que essa dependência acontece apenas em algumas redações. Questionados sobre já terem atuado em uma redação, 66% responderam positivamente, e 32,6% consideram pequenas as chances de trabalharem em uma redação.

Em relação à preferência de meios para contatar jornalistas, e-mail e WhatsApp são os canais mais populares, com 33% e 31% das respostas, respectivamente, seguidos de celular (19%), telefone da redação (11%) e redes sociais (6%).

Também foi apontado que o release é o meio de relacionamento mais preferido entre os assessores, com 25%. Reuniões presenciais e online foram as menos votadas, com 5% e 7% das respostas, respectivamente.

Quando perguntados sobre suas relações, 15% dos assessores responderam que o que mais incomoda no jornalista é ser grosseiro nas respostas, e 14% acredita que não responder e-mails e mensagens é também um problema na relação. Já não apurar dados de matéria é um incômodo de 12% dos entrevistados. Apesar disso, 60,7% consideram a qualificação dos jornalistas como boa ou excelente.

Sobre como os jornalistas reagem ao follow up, 31,1% dos assessores avaliaram que reagem mal ou muito mal, e 75,6% consideram a prática importante ou muito importante para emplacar pautas.

Nesse contexto, os assessores acreditam que responder o e-mail (35%) e ter empatia sobre o follow up (28%) são fatores que podem evitar desgastes na prática e também nas relações. É importante ressaltar que 93,9% dos entrevistados consideram importante ou muito importante ter um bom relacionamento com jornalistas para o sucesso do trabalho.

Já sobre a qualidade do trabalho dos jornalistas, 83% avaliam positivamente os textos e 56,5% consideram boa a qualidade de apuração. Ainda assim, a apuração foi classificada como “Ruim” por 38%. Outro ponto abordado foi a qualidade das entrevistas, bem avaliada por 75,7% dos assessores, e a qualidade das reportagens, com 83,6% de respostas positivas.

Por fim, depois do início da pandemia, 38% dos assessores acreditam que o contato com jornalistas continua igual, contra 50,5% considerarem que piorou e piorou muito.

Por: Acontecendo Aqui
Foto: Pexels

CNN apresenta nova fase da campanha #CNNpelaVacina

A CNN inicia nesta sexta-feira (8) a segunda fase da sua campanha de defesa à vacinação urgente contra o coronavírus no Brasil.

Intitulado “CNNpelaVacina”, o movimento teve início no dia 24 de dezembro de 2020 com o lançamento da hashtag #CNNpelaVacina na TV, site e redes sociais; criação do “Painel da Vacina CNN”, com informações sobre a situação do Brasil e de diversos outros países; e imagens atualizadas da vacinação ocorrendo ao redor do mundo.

CNN apresenta nova fase da campanha #CNNpelaVacina image004_1_2-1

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Na segunda fase, a CNN reafirma seu compromisso com a população brasileira. Antes de todos os seus intervalos comerciais, a emissora colocará no ar vídeos com as maiores autoridades em saúde pública do País defendendo que a vacinação deve iniciar de forma mais rápida e segura possível – seja qual for o produtor da vacina e acima de divergências políticas.

Por: Acontecendo Aqui

O que esperar para o TikTok em 2021?

Com chegada de formatos de anúncio no Brasil, TikTok tende a ganhar mais adesão das marcas

O ano de 2020 foi decisivo para o crescimento do TikTok no mundo, especialmente para o engajamento das marcas no aplicativo. Elas se fizeram presentes em conteúdo em suas páginas, com criadores de conteúdo e nos novos formatos de mídia para anúncios. De acordo com especialistas consultados pela reportagem do Meio & Mensagem, as perspectivas são de que a plataforma da Bytedance ainda ganhe espaço estratégico no plano de mídia dos anunciantes conforme ela expanda seus recursos no Brasil e seja bem sucedida em desafios, como o investimento de redes maiores em recursos similares.

O ano de 2021 já reserva alguns avanços para a rede social em termos comerciais. Nos últimos meses de 2020, o TikTok introduziu suas primeiras soluções de mídia no Brasil. Algo esperado desde junho, quando a Bytedance comunicou a criação do TikTok for Business, uma plataforma para marcas que visa auxiliar anunciantes e agências a produzir e gerenciar publicidade no aplicativo. Até então, o TikTok não apresentava formatos de anúncios para marcas.

O que esperar para o TikTok em 2021? solen-feyissa-E7TmHmYqda0-unsplash-1“O caminho natural do TikTok em 2021 é de relevância e expansão nas estratégias de marketing. Em uma conversa recente com o time global do TikTok for Business, percebe-se o quanto esse caminho natural já está sendo desenhado, com boas soluções de mídia em pleno aquecimento e potenciais explosivos”, aponta João Passarinho Netto, VP de estratégia criativa da Jotacom.

Apesar dessa boa notícia para o mercado, os anunciantes não esperaram tais formatos para se tornarem ativos na rede social em seu momento mais acessado em decorrência da pandemia, conforme conta Sérgio Brotto, diretor executivo de mídia da Ampfy. “Os mais inovadores tem perfil e já estão produzindo conteúdos proprietários”, diz. Segundo o executivo, o caminho que trilha o TikTok é sólido e o aplicativo vem ganhando share de investimento do mercado. “Em 2021 vamos ver as marcas e audiência aumentando cada vez mais a presença na plataforma”, prevê.

 

Mesmo o Instagram apostando em ferramentas muito semelhantes aos do app chinês, assim como fez com o Snapchat, Brotto acredita ser mais improvável que o a rede social do Facebook venha a suceder na neutralização do concorrente tendo em vista sua consolidação no gosto popular.

Estratégia das marcas
Dentre as vantagens sobre o uso estratégico do TikTok pelos anunciantes, um ponto ressaltado pelos executivos foi o fácil diálogo com o público mais jovem e adulto que logam na plataforma frequentemente. De acordo com Rick Nelson, CRO da Squid, 90% dos usuários acessam o aplicativo diariamente. Além disso, ele indica que a plataforma tem uma linguagem voltada para o entretenimento, tipo de conteúdo que retém a atenção do público. ” “Acredito que o TikTok seguirá crescendo aceleradamente em 2021 e será fundamental na estratégia de quem busca se comunicar com o público jovem. É um espaço extremamente propício para as marcas se inserirem de maneira estratégica e relevante”, descreve.

Na opinião de Vicente Varela, chief data & media officer da Lew’Lara\TBWA, o TikTok proporciona relevância ao tempo das pessoas, com seus formatos curtos e relevantes, “de modo que respeita o maior KPI da atualidade: o tempo”, afirma. “O foco aqui é o território e o contexto, e não a classificação demográfica. Por essa razão, a implementação estratégica pautada entre contexto e linguagem é a matriz a ser seguida para se atuar na plataforma”, propõe Varela.

Nesse contexto, Varela considera importante usar formatos originais da plataforma para criar conteúdo nativo, acrescentando na experiência do usuário e não visando impacto publicitário. “O mais importante é entender que o TikTok não é mais um canal de distribuição de campanha”, diz.

Outra forma de se fazer presente de forma mais nativa no TikTok é através do uso de influenciadores da plataforma, que se tornaram conhecidos pelo apelido “tiktokers”. Para Isabella Nascimento, gerente de planejamento e estratégia na Samyroad, a inserção do TikTok na estratégia de conteúdo com influenciadores digitais vem se tornando algo cada vez mais presente no discurso das marcas. Isso, segundo a executiva, foi reforçado em 2020 com o crescimento da audiência, o que levou os anunciantes a expandirem seu foco além do Instagram e YouTube.

“Em 2021, o conteúdo em vídeo representará 80% de todo o tráfego da internet. Construir uma comunidade de influenciadores dentro do aplicativo, oferece às marcas uma maneira de tornar sua marca viral, criando interações com a audiência por meio de challenges, hashtags e lives que bombam na plataforma e provocando conteúdo espontâneo a ser criado e compartilhado pelos próprios usuários. O conteúdo criado pelos influenciadores trazem mais engajamento que o conteúdo criado pelo próprio canal da marca”, argumenta.

 

Por: Thaís Monteiro – Meio & Mensagem
**Crédito da imagem no topo: Kon Karampelas/Unsplash

Receita de publicidade global baterá recorde em 2021

Ad Age Marketing Fact Pack, guia anual do Advertising Age para profissionais de marketing, mídia e agências, aponta cinco insights para o novo ano

Após um ano conturbado, o Ad Age Marketing Fact Pack 2021, guia anual do Advertising Age para profissionais de marketing, mídia e agências, prevê que a receita de publicidade global baterá recorde em 2021. Entre os cinco principais insights do guia estão:

1. O GroupM, da WPP, prevê que a receita mundial de publicidade saltará 10,2% para um recorde de US$ 651 bilhões em 2021, depois de cair 4,1% em 2020 em meio à pandemia do novo coronavírus.

2. A Zenith, do Publicis Groupe, espera que os investimentos com publicidade dos Estados Unidos aumentem 3,2%, para US$ 237 bilhões em 2021, após uma queda de 5,4% em 2020.

3. O digital está impulsionando a recuperação da publicidade. O GroupM prevê que a receita mundial de anúncios para players digitais puros, como Facebook, Google e outras empresas de mídia digital, crescerá 14,1%, para US$ 397 bilhões em 2021, dando a empreendimentos digitais 61% da receita global de anúncios. A Zenith espera que os investimentos com publicidade na internet nos Estados Unidos tenham alta de 9,6%, para US$ 136 bilhões em 2021, com a internet detendo 58% da publicidade no país.

4. A taxa de desemprego nos EUA (6,7% em novembro) caiu drasticamente desde seu pico pandêmico de 14,7% em abril de 2020, que foi o nível mais alto desde 1939. No início da recessão em fevereiro de 2020, a taxa de desemprego era de 3,5%, o nível mais baixo desde 1969. O emprego em empreendimentos de mídia na internet nos EUA (292.700 em outubro) cresceu durante a pandemia e agora é o dobro do nível de 2013, de acordo com dados do Bureau of Labor Statistics. No entanto, o número de funcionários das agências de publicidade (194.200 em outubro) está perto de seu ponto mais baixo desde 2015.

5. Em todo o mundo, 114 profissionais de marketing têm investimentos globais com anúncios superiores a US$ 1 bilhão; 47 profissionais de marketing têm investimentos nos EUA acima de US$ 1 bilhão. A Amazon, maior anunciante do mundo, tem US$ 11 bilhões investidos em publicidade e promoção em 2019, sendo US$ 6,9 bilhões nos EUA.

 

 

 

(Crédito: ipopba/iStock)
*Por Bradley Johnson, do AdAge

Os fatos mais importantes da Comunicação em 2020

Cortes e reestruturações gerados pela crise e o engajamento de grandes holdings com a proposta de inclusão racial são algumas das movimentações marcantes do ano

Em um ano marcado pela crise da Covid-19 – e pelos seus devastadores e transformadores efeitos que acometeram todo o planeta – Meio & Mensagem reúne os eventos e movimentos mais importantes de um 2020 que obrigou a indústria da Comunicação, assim como os demais segmentos econômicos, a revisitar seus propósitos de atuação, estilo de trabalho e a modificar estratégias para manter-se ativa.

Confira abaixo os assuntos de Comunicação que foram destaque nas plataformas de conteúdo de Meio & Mensagem ao longo do ano. A lista foi definida pela redação, sob critérios editoriais:

Crise gera cortes e reestruturações
A crise econômica provocada pela Covid-19 obrigou os maiores grupos de comunicação a adotarem medidas de redução de gastos. Omnicom, IPG e DAN foram mais enfáticos em relação a redução nas equipes. O WPP suspendeu contratações, adiou o aumento de salários previstos para este ano e algumas de suas agências optaram pelo afastamento de funcionários. A alta cúpula de algumas holdings, como Arthur Sadoun, chairman e CEO do Publicis Groupe, John Wren, CEO e chairman do Omnicom, Mark Read, CEO do WPP, e Michael Roth, chairman do IPG, anunciaram a redução temporária de seus salários, medida que se estendeu ao board das companhias. A crise que atingiu as holdings em 2020 foi mais um golpe em um cenário que já era bastante desafiador: de acordo com o Agency Report, 2019 foi o ano mais fraco para o crescimento das agências nos Estados Unidos desde a Grande Recessão. A Forrester Research, por sua vez, estima que as agências terão cortado 35 mil postos de trabalhos no país até o final de 2020 e que, globalmente, as holdings terão demitido 49 mil funcionários.

WPP intensifica plano de consolidação
O ano foi marcado por consolidações significativas, globais e locais, no WPP. Os movimentos seguem o plano traçado por Mark Read, desde que assumiu o comando da companhia como CEO, há dois anos. No Brasil, a holding anunciou a fusão entre Y&R e VML. Os dois escritórios nacionais eram os únicos da rede global que ainda não operavam unidos. Fernando Taralli, CEO da VML, assumiu o posto de chefe executivo da VMLY&R São Paulo. Já David Laloum deixou a função de CEO da Y&R e passou a atuar como CSO e sócio da empresa de inovação Distrito. Marcos Quintela assumiu o cargo de chairman do grupo, que também inclui a Mutato e a VML Rio, cujas atividades seguem independentes. Globalmente, o WPP anunciou a união entre AKQA e Grey, que posicionou Ajaz Ahmed, fundador da AKQA, como CEO do Grupo AKQA. Outra mudança foi a incorporação da Geometry, especializada em varejo e e-commerce, pelo grupo VMLY&R, originando a VMLY&R Commerce. Fora do WPP, a Dentsu fundiu duas de suas principais marcas, a Dentsu e a McGarryBowen, dando origem à Dentsumcgarrybowen.

Anunciantes e agências flexibilizam relações
Parcerias duradouras entre marcas e suas respectivas agências continuarão a existir mesmo sob o passo mais rápido da transformação do mercado. No entanto, as relações que ultrapassam décadas passam a conviver com formatos alternativos de parceria, a depender do objetivo do anunciante. Ao longo do ano, agências reconhecidas por relacionamentos longevos com seus clientes criaram trabalhos isolados para marcas, como FCB Brasil, que criou um filme para RaiaDrogasil, AlmapBBDO, que fez um projeto para Rappi, e Africa, que fez campanhas para AB InBev e Fila. Uma pesquisa da agência Heart realizada em parceria com a Bistrô Estratégia ouviu 30 heads de marketing de empresas como Pepsico e Alpargatas para saber os rumos das relações com agências. De acordo com o levantamento, 50% dos clientes que possuem contrato de fee pretendem mudar o modelo de remuneração com o fim da pandemia. Já a Scopen ouviu 51 profissionais responsáveis pelo marketing ou compra de mídia e, para 86%, as relações entre marcas e agências tornou-se mais empática, próxima e flexível com a Covid-19.

Festivais cancelados, conteúdos online
Pela primeira vez em sua história, o Festival Internacional de Criatividade de Cannes foi cancelado. A 67ª edição da principal premiação da indústria foi oficialmente adiada para 2021 dias depois de holdings como WPP e Omnicom terem anunciado que não participariam do festival em 2020. Em junho, na semana que ocorreria o evento, a organização fez o streaming do Cannes Live, que contou com debates, keynotes, homenagens, como a de Agência Global da Década, entregue à AlmapBBDO, e o Leão de São Marcos, concedido à Mary Wells Lawrence. O Wave, festival realizado por Meio & Mensagem para reconhecer a criatividade latina, teve as edições de 2020 e 2021 canceladas. Outros dois eventos que mobilizam boa parte da indústria de comunicação haviam sido cancelados meses antes: o Mobile World Congress, realizado em Barcelona, e o South by Southwest (SXSW), que ocorreria em Austin. Outras premiações de criatividade, como The One Show e D&AD, cancelaram as programações presenciais, mas mantiveram as premiações, realizadas online.

Holdings anunciam metas para mudar quadro racial
Os protestos antirracistas que percorreram ruas de diversas regiões dos EUA chegaram às portas das agências de publicidade. Em junho, um coletivo formado por 600 pessoas negras divulgou carta aberta às holdings de comunicação. O documento listou 12 medidas que os grupos e suas agências deveriam adotar para aumentar a presença negra nas equipes, coibir o racismo no ambiente do trabalho e melhorar a qualidade dos projetos veiculados por meio da diversidade de profissionais. IPG e Dentsu enviaram comunicados internos revelando estatísticas étnico-raciais. O WPP se comprometeu aos 12 compromissos emitidos pela carta Call For Change. Entre as medidas, investirá US$ 10 milhões ao longo de três anos para apoiar entidades antirracismo e programas de inclusão. Iniciativas independentes como o projeto Hiretone, criado pela dupla Victor Emeka e Zé Celso Oliveira, trouxeram o debate do racismo nas agências à tona: a iniciativa catalogou as contratações feitas por agências em 2020 e mostra, por meio de uma paleta de cores, que o mercado precisa agilizar ações para mudar a desigualdade racial.

Reconfiguração no grupo ABC
O ano de 2020 começou com o anúncio do afastamento de Guga Valente e Nizan Guanaes das funções executivas do Grupo ABC, fundado por ambos em 2002. O cargo de CEO, até então exercido por Guga, foi assumido por Cristiano Muniz, que já havia trabalhado como COO e CFO da empresa. A consultoria NIdeias, comandada por Nizan desde 2018, passou a atuar de maneira independente, mas respeitando a cláusula de non compete, que impede a operação de prestar serviços que conflitem com os oferecidos pelo ABC. Tanto ele quanto Guga, que respondeu como CEO do grupo desde sua fundação, atuarão como conselheiros da holding até 2021. A saída da dupla antecipou a renovação de contrato do Omnicom, que controla o ABC, com os copresidentes da Africa, Marcio Santoro e Sergio Gordilho, para mais um ciclo de ambos à frente da agência. Em março, a holding encerrou as atividades de uma de suas marcas, a Tribal, e transferiu as contas para a SunsetDDB. Outra mudança no portfólio do ABC foram os 30% de participação da Pereira & O’Dell, comprados pela alemã Serviceplan Group, em outubro.

Mais simbiose entre consultoria, tecnologia e comunicação 
A compra da holding Haus pelo Grupo Stefanini é um dos movimentos que evidencia a simbiose entre consultorias, agências e empresas de tecnologia. A Haus, que tem como maior empresa a agência W3Haus, espera alavancar o pensamento estratégico apoiado por dados, inteligência artificial e analytics, já que a multinacional brasileira Stefanini trabalha em soluções de negócios baseadas em tecnologia. Do outro lado, Marco Stefanini, CEO da companhia, pretende estender o leque de ofertas em marketing para compreender mais a fundo o consumidor e, assim, desenhar estratégias de negócio mais assertivas. A aquisição segue algumas outras, como as da Accenture Interactive, que em 2015 comprou a AD Dialeto e em 2018 adquiriu a New Content. Eduardo Bicudo trocou o posto de CEO da Accenture Interactive América Latina pelo de CEO do Dentsu Aegis Network no Brasil. De acordo com ele, a aquisição da consultoria Cosin pelo DAN em 2016 contribuiu para a disseminação da cultura de consultoria entre as agências do grupo.

A ascensão da cocriação
Agências, veículos e marcas deram mais valor à cocriação para estabelecer conexões mais genuínas com a audiência. A Globo, ao modificar seu departamento comercial e transformar o merchandising da novela A Dona do Pedaço, alçou as oportunidades de cocriação a outros patamares. A emissora realizou projetos multiplataforma criados com agências e anunciantes, como os esforços de conteúdo de TIM para a Black Friday, conduzidos com a agência HavasPlus. Já a Ogilvy, para promover o pack dual de Fanta e Coca-Cola, arquitetou com o canal um plano que envolveu uma das atrações globais mais populares, A Grande Família. E a FCB fez com a Globo o case “Reforma Certa”, para Leroy Merlin. O rechaço do consumidor à interrupção fez com que as três frentes buscassem soluções para reter a atenção das pessoas, criar relevância e gerar vendas. A cocriação se estende de outros campos: varejistas como Amaro e C&A investiram em coleções de roupas feitas em parceria com clientes. O Boticário, por sua vez, promoveu um reality show digital, criado pela W3Haus, cujo vencedor criará um produto para a marca.

Concorrentes se unem em campanhas
A crise da Covid-19 desencadeou uma série de necessidades: serviços mais rápidos e convenientes, produtos mais acessíveis, programas de financiamento e apoio a causas de naturezas diversas. Com isso, concorrentes dos segmentos financeiro e de telecomunicações se uniram em ações conjuntas inéditas. No final de março, Claro, Vivo, Tim e Oi veicularam campanha, criada em conjunto pelas respectivas agências: Talent Marcel, Africa, HavasPlus e NBS, divulgando pacotes especiais com TV e bônus de internet. A Tim, aliás, fez parceria com a fintech C6 Bank para oferecer serviços financeiros e de telecomunicações conjuntos. O acordo também previu a compra de parte do capital do banco pela Tim Futuro. No mesmo mês, Bradesco, Itaú e Santander lançaram filme na TV para promover a inciativa de financiamento da folha de pagamento de pequenas e médias empresas que faturam até R$ 10 milhões. No final de agosto, os três bancos anunciaram os sete integrantes do Conselho Consultivo Amazônia, elaborado para apoiar dez medidas para impulsionar o desenvolvimento sustentável da região.

Restrições dão origem a novas dinâmicas criativas 
Em março, a Spcine, empresa municipal de fomento ao audiovisual em São Paulo, suspendeu os alvarás para filmagens em equipamentos e espaços públicos da cidade. Diante disso, produtoras e agências tiveram de buscar alternativas para seguir com a produção de campanhas de forma remota. O cancelamento abrupto de diversos filmes publicitários não se deu somente por fatores sanitários, mas também pela obrigatória mudança de narrativa na comunicação das marcas com a imposição da quarentena. Bancos de imagens, filmagens na casa dos próprios diretores de cena, animações 2D e 3D e câmera de smartphones foram alguns dos recursos recorrentes. Com a adaptação das equipes ao esquema de criação e produção remota, o craft de filmes criados em condições caseiras se sofisticou – a utilização de telas de celulares e imagens de videoconferência rapidamente ficaram saturadas – assim como o storytelling, que precisou encontrar inúmeras narrativas para abordar o distanciamento social e outros temas pertinentes à realidade vivenciada pela sociedade durante a quarentena.

Por: Meio & Mensagem
(Crédito: Arte/Meio & Mensagem)

O ex-entregador de jornais e piloto que fundou uma rede de espetinhos milionária

Aos 13 anos, Leandro Souza conhecia muito bem as ruas do bairro do Recreio, no Rio de Janeiro. Com sua bicicleta, percorria o bairro de ponta a ponta para entregar jornais nos quintais e terraços cariocas. Foi ali que aprendeu, pela primeira vez, a valorizar o próprio dinheiro e esforço. Ainda novo, ele sabia que era apenas através do estudo e do trabalho que conseguiria tudo que almejava para sua vida. “Minha mãe trabalhava como empregada doméstica e meu pai como porteiro. Sou filho único e eles sempre se dedicaram ao máximo para incentivar minha educação”, relembra Souza, que hoje enxerga o impacto de sua criação no sucesso da rede Espetto Carioca, fundada em 2010.

Souza fundou o Espetto Carioca ainda em 2010, com mais dois sócios e R$ 300 mil de investimento inicial

O empreendedorismo, presente em sua rotina atual, não fazia parte de seu sonho juvenil. No entanto, as vivências que acumulou através dos anos em outros trabalhos foi essencial para seu papel como líder. Com 17 anos, começou a trabalhar como office boy em uma empresa que fazia distribuição de revistas. Em pouco tempo, evoluiu e chegou na equipe de marketing, o que fez com que começasse a cursar faculdade de comunicação social. Sua história parecia se encaminhar para esse setor, até outra oportunidade aparecer.

 

Fonte: Forbes Brasil

Campanha publicitária divulga “Bombinhas – a península mais bonita do Brasil”

Com o intuito de apresentar o município catarinense como península, sendo um dos locais espetaculares do país, a Associação Visite Bombinhas, em parceria com o Sebrae/SC, acaba de lançar a campanha publicitária com o slogan “Bombinhas – a península mais bonita do Brasil”.

A ação faz parte das novas estratégias de posicionamento digital para o turismo e será veiculada em toda a cidade, nos canais de internet e em ações promocionais, apresentando a qualidade dos serviços oferecidos por associados da entidade e as experiências imperdíveis para a temporada de verão.

Ação é assinada pela Associação Visite Bombinhas com apoio do Sebrae/SC

A campanha
Esta é a terceira etapa de um trabalho iniciado em setembro pela associação, que através da definição de estratégias de mercado, criou um novo conceito de comunicação, com site com informações específicas do município e novas redes sociais.

A divulgação conta com peças gráficas e publicitárias para estimular os visitantes a aproveitarem o que a cidade oferece de melhor. A ação tem como objetivo principal gerar melhores resultados para as empresas associadas não apenas na temporada de verão, mas durante todo o ano. A próxima etapa será a realização de um planejamento para estruturar as próximas ações de promoção do destino.

“Nossa cidade está entre os 10 destinos brasileiros que mais recebem turistas estrangeiros, muitas famílias, empresas e empregos, dependem da atividade turística. Por isso, queremos apresentar a cidade como península, um destino peculiar e atraente o ano inteiro. Se pararmos para pensar, vários dos principais destinos turísticos do mundo estão localizados em porções de terra, cercados por água, e nossa Bombinhas é um deles”, destaca o presidente da associação, Antônio Carlos Lopes.

Campanha publicitária divulga "Bombinhas - a península mais bonita do Brasil" sacola

Segundo o Gerente Regional do Sebrae da Foz, Alcides Sgrott Filho, o Sebrae/SC apoia projetos que desenvolvem a economia do município, fortalecendo os empreendedores locais. “Bombinhas é um dos destinos mais turísticos da nossa região e foi afetado fortemente pela crise da pandemia. Para que possamos impulsionar a economia dos empresários locais neste período difícil, nos juntamos a Associação Visite Bombinhas para apresentar a cidade como a mais bonita do Brasil, gerando visibilidade, emprego e riquezas para o município”, ressalta.

Campanha publicitária divulga "Bombinhas - a península mais bonita do Brasil" sacola

O lançamento da campanha aconteceu na última segunda-feira, 30 e contou com a participação de representantes do Sebrae, Secretário de Turismo de Bombinhas, SANTUR, Aeroporto de Florianópolis, Oceanic Aquarium de Balneário Camboriú e Hotéis, Pousadas, Restaurantes e Receptivos da Associação Visite Bombinhas.

Fonte: AcontecendoAqui

Luana Génot: “Marcas, se assumam como racistas”

Luana Génot, fundadora do ID_BR, defende que as empresas não fiquem no meio-termo quanto ao racismo e partam para a ação

Aurgência do combate ao racismo estrutural faz com que não haja mais tempo nem espaço para tabus ou omissões. De acordo com Luana Génot, fundadora e diretora-executiva do Instituto Identidades do Brasil (ID_BR), as empresas não podem mais ficar no meio-termo, devem assumir a responsabilidade e partir para a ação. Nos últimos meses, vários casos reforçam que o setor privado faz parte do problema, mas também pode atuar para ser a solução. Da morte de João Alberto no Carrefour na véspera do Dia da Consciência Negra, em novembro, à declaração considera racista da cofundadora do Nubank no programa Roda Viva, da TV Cultura, em outubro, ou as críticas recebidas pelo Magazine Luiza por lançar um programa de trainee para profissionais negros, em setembro. Tudo remete ao poder que as empresas exercem na sociedade, mas, sobretudo, pelo papel que desempenham quanto à pauta do racismo estrutural.

Luana Génot: “Marcas, se assumam como racistas” Luana_G

Meio & Mensagem – O que o caso recente da morte de João Alberto no Carrefour ilustra sobre a responsabilidade das empresas no combate ao racismo?
Luana Génot – As empresas não devem se esconder em seus relatórios de diversidade se colocando como diversas apenas porque entendem que possuem um número expressivo de profissionais negros em seus quadros. Isso faz com que elas relaxem quanto a essa pauta e esse é um assunto de constante alerta. Essa pauta não está resolvida, temos que fazer, com frequência, revisão de práticas para se desafiar e seguir avançando em relação à igualdade racial. Ainda sobre o caso Carrefour, existe outra questão de extrema urgência: não basta lidar com a questão somente na empresa tem que olhar para o ecossistema de fornecedores, inclusive suas empresas de segurança.

M&M – Como você avalia o discurso de Noel Prioux, CEO do Grupo Carrefour Brasil, no dia 21 de novembro, em rede nacional de televisão, após o caso?
Luana – No primeiro pronunciamento ficou nítido que faltam metas, números, prazos e investimentos. O discurso apenas para dizer que a empresa fica triste e se solidariza com a família do João Alberto é pouco. Agora com o investimento de 25 milhões anunciados para serem direcionados a pauta da igualdade racial, que sabemos que não trataram João Alberto de volta, sirvam pelo menos para marcarem uma nova fase de ações estruturadas pela pauta antirracista. Eu espero que, em futuros pronunciamentos e posicionamentos a empresa comprove ações efetivas e que possui planos para sua cadeia de valores. Para além dos 25 milhões e do prometido direcionamento de um dia de faturamento para essa pauta, precisamos ver no site aberto ao grande público um plano efetivo e seus resultados de curto, médio e longo prazo relativos à pauta antirracista.

M&M – Outro caso recente relacionado a racismo causou repercussão, após o pronunciamento da Cristina Junqueira, cofundadora do Nubank, o que essas situações ilustram sobre o desafio da diversidade estrutural no Brasil?
Luana – O caso do Nubank mostra outro ponto de atenção. Muitas vezes, a gente começa a acreditar que startups desconstruídas estão nascendo em um ambiente completamente diverso. Só que não. Qualquer empresa, seja uma centenária ou uma fintech, vive com os desafios do racismo estrutural. Seja um unicórnio ou um dinossauro. Quando vemos uma mulher branca, como a Cristina Junqueira, jovem e CEO, como é o caso de algumas empresas não só o Nubank a gente pensa, “nossa, ali existe tudo para ser um ambiente completamente desconstruído e inclusivo”. Pelo perfil da empresa, a gente acaba deixando de olhar com urgência sobre o tema antirracista que é uma via da inclusão que ainda tem sido negligenciada.

M&M – E sobre a maneira como o Nubank tratou o caso?
Luana – Muitas coisas, se não são resolvidas pelo amor, se resolvem pela dor. O mais importante é entender que, a partir da dor, e em um contexto em que as marcas estão sendo colocadas em praça pública, emitir nota com afirmações como “não era isso que eu queria dizer”, já não faz efeito. O Nubank nos ensina que é possível fazer de um caso de dor uma situação de construir algo em conjunto. A partir da dor é importante saber o que fazer. Investimento nítido, ações efetivas e um plano absolutamente transparente. Não adianta mais dizer que é pró-diversidade e não levar isso até as últimas consequências.

M&M – Em todos os casos acima temos aprendizados e desafios, qual a mensagem você teria a dar às empresas que ainda não se atentaram para a questão racial?
Luana – O primeiro passo é se assumir como racista. Eu diria, marcas, se assumam como racistas. Estamos todos em ambientes permeados pelo racismo estrutural. Varrer problemas estruturais para debaixo do tapete só tem acirrado as desigualdades que vivemos. Se antes, as empresas omitiam isso, elas precisam admitir que são racistas. E quanto mais rápido o fizerem, mais rápido poderão agir para combater esse mal. Apenas dizer não ao racismo não foi capaz de evitar que a gente reproduzisse o racismo estrutural. Essa virada de chave do “não sou racista para sou racista e preciso fazer algo para combatê-lo” é fundamental para quebrar esse ciclo.

M&M – A partir do momento em que uma empresa se assume como racista, como ir além do discurso?
Luana – Tem várias ferramentas que já ajudam as empresas a, a partir do momento que se assumirem como racistas, desenvolverem ações efetivas. Existem diagnósticos, Censo étnico-racial, meta de contratação, meta de promoção, treinamento de público interno, fornecedores, patrocínio de eventos que falem da temática, entre outras ações. Há uma série de ações que podem construir o combate ao racismo. Existe um outro tipo de discurso que é uma grande ilusão. Muita gente diz que a questão do combate ao racismo estrutural só deve ser orgânica, do coração, natural. Isso é um discurso muito incompleto. Não tem como só ser orgânico, ou algo que surja do coração, principalmente se você tem ambientes onde os negros não estão. Empatia também se constrói intencionalmente. As pessoas não possuem facilidade em falar das questões raciais. Ou seja, o fazer e a mudança envolvem uma intencionalidade. Preciso ter a intenção de falar da igualdade racial relativo a pessoas negras e indígenas.

M&M – Tomando as empresas que você auxiliou como exemplo, o que faz com que as políticas efetivas de combate ao racismo estrutural deem certo?
Luana – Dá certo quando o CEO toma a dor para si. É necessário ter um envolvimento da alta liderança. Dá errado quando o tema da diversidade é delegado para um terceiro ou até mesmo quando fica na mão de uma pessoa negra que não quer cuidar de algo ligado à questão racial, mas que foi escolhida por ser negra. Ou dá errado quando a empresa decide tomar uma atitude pontual depois da comoção em torno do tema e não dá continuidade e perenidade.

M&M – Há alguns anos muitas empresas iniciaram o movimento da inclusão pela publicidade, ou seja, nas campanhas, o quanto isso pode deixar de ser efetivo caso não haja algo mais estruturado?
Luana – Todo começo pressupõe erros e atropelos, mas é necessário começar de algum ponto. Se começou pela comunicação, tudo bem, mas sabendo que isso tem que ser apenas um passo de um grande plano de ações. A gente lidou com várias marcas que começaram pelo quadradinho preto. Ou seja, entenderam que tinha que tratar essa pauta. Mas se o quadradinho preto não for seguido de uma série de outras ações e em diferentes áreas da empresa, isso é oportunismo e oportunismo pode ser percebido pelo consumidor como algo que traga para marca um discurso muito vazio. É muito perigoso as marcas começarem pela comunicação sem entenderem que é só mais um ponto de toda a estratégia. Ou seja, a comunicação é só um primeiro passo e não deve parar por aí.

Por: Luiz Gustavo Pacete
Fonte: Meio&Mensagem

Balneário Saboroso – ABERTURA da 11ª Edição

Hoje, 26 de novembro, é mais um daqueles dias que temos a sensação de dever cumprido.

Este ano, nós da #AVANCE, criamos uma campanha com total sintonia ao atual momento do mundo. Onde os esforços são à proteção e os cuidados sanitários de maneira geral.
 
Com o mote de campanha: Quando o coração é de sol, saboroso é o verão – o Balneário Saboroso, que há mais de 10 anos acontece no inverno, este ano foi reinventado, para um melhor resultado e experiências ainda mais saborosas. A edição verão do Balneário Saboroso ocorre entre os dias 26/11 a 20/12.

A Avance propaganda, está há 2 anos como a Agência oficial do Festival. Em 2019, através de nossas estratégias e ações, garantimos ao Balneário Saboroso, um crescimento em vendas superior a 53%, nunca antes vivenciado, o que nos enche de orgulho e claro, nos dá a certeza que, nosso time de especialistas, realmente está focado em cada cliente e sempre garante os melhores resultados. É ou não é para estarmos ainda mais orgulhosos?

 Lembre-se, a 11ª edição do Balneário Saboroso já está acontecendo. E para esse ano, são 22 restaurantes, com Menus exclusivos com Entrada, Prato Principal e Sobremesa por um valor de R$ 59,90 por pessoa.
 
Além disso, contribuir com o comércio de nossa cidade garante uma retomada da economia, manutenção de empregos e novas oportunidades de trabalho a todos. Incentive, prestigie e faça você também parte do Balneário Saboroso.
 
Sobre o Festival Gastronomico:

11º BALNEÁRIO SABOROSO
O Festival Gastronômico Balneário Saboroso está comemorando seus 11 anos de pura gastronomia e convida você, para juntos, transformarmos essa edição.
Permita-se fazer parte desse roteiro gastronômico de verão, que irá percorrer os 22 melhores restaurantes de Balneário Camboriú em uma experiência gastronômica completa.

QUANDO O CORAÇÃO É DE SOL, SABOROSO É O VERÃO.
Venha fazer parte desta celebração que acontece entre os dias 26/11 a 20/12 e desfrute de grandes momento, com a incrível diversidade de menus únicos com Entrada, Prato Principal e Sobremesa.

Acesse o site do Festival e escolha os seus Menus preferidos.