Havaianas monta um squad com atletas patrocinados do time de natação focados na criação de conteúdo

Havaianas segue caminhando em direção às transformações positivas impulsionadas pelos esportes, agora com o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). A marca está desenvolvendo um calçado especial adaptado, com 7% da renda líquida revertida para o CPB, que tem previsão de lançamento para 2022.

Marca também está desenvolvendo um calçado especial adaptado, co-criado com os paratletas brasileiros

Para os jogos, os atletas receberam produtos exclusivos Havaianas, como sandálias, mochilas e street bag, além de Espadrilles como opção de calçado fechado para atender as necessidades de todos os atletas. Para os cadeirantes, Havaianas convidou Edênia Garcia, paratleta de natação, para contribuir no desenvolvimento de uma necessaire especial, adaptada para o encaixe na cadeira de rodas.

“Poder cocriar com Havaianas foi algo inovador! Eu acredito que as pessoas com deficiência são chave fundamental no processo de criação de produtos feitos para nós. Me senti incluída nesse processo desde o início! A bolsa ficou funcional e linda!”, afirma Edênia Garcia. Além da co-criação, Edênia e outros três paratletas da natação também serão parceiros de conteúdo para as redes sociais. Com a falta de público presencial, a cobertura nas redes sociais ganhou uma proporção ainda maior. Para isso, a marca investirá em ações nas redes sociais, principalmente no Twitter, além de parcerias com influencers.

Fefa Romano, CMO de Alpargatas ressalta que, “A ideia é continuarmos a conversa iniciada em julho, que foi um sucesso. Por isso, quem quiser acompanhar os atletas e ficar por dentro dos jogos, pode ficar de olho nas redes sociais de Havaianas. Faremos uma cobertura de tudo o que está rolando em Tóquio, com muito bom humor. A nossa relação com os comitês começou pelo CPB. Fazer esse produto é um desafio e uma honra para nós. Havaianas tem muito orgulho de apoiar os paratletas Brasileiros em Tóquio. Em breve, teremos um produto ainda mais democrático no mercado e isso nos enche de orgulho”, conclui Fernanda.

O lançamento estará à venda nos canais de venda da marca, nas lojas físicas, pontos de venda e Digital Flagship Store.

 

Fonte: AcontecendoAqui

Cibersegurança: sequestro digital e os riscos à reputação

Na última quinta-feira, 19, a Lojas Renner sofreu um ataque cibernético que derrubou parte de seu sistema e deixou o site da companhia fora do ar. No mesmo dia, em um comunicado, a companhia esclareceu que “prontamente acionou seus protocolos de controle e segurança para bloquear o ataque e minimizar eventuais impactos.” A varejista também garantiu que seus principais bancos de dados estavam preservados e que faz uso de tecnologias e padrões rígidos de segurança. O pesadelo da Renner teve fim no domingo, 22, quando o aplicativo e o e-commerce da empresa já haviam sido reestabelecidos.

Ainda na sexta-feira, 20, o Procon-SP teria notificado a empresa pedindo explicações sobre o ataque sofrido. Segundo informações do mercado, o ato criminoso teria sido um ransonware, também conhecido como sequestro digital, em que os dados são capturados em troca de um resgate. Em junho, a JBS USA, subsidiária da brasileira JBS nos Estados Unidos, confirmou ter sido vítima de um ataque como esse e pagou o equivalente a US$ 11 milhões em resposta a ação criminosa. O caso da Renner gerou repercussão, inclusive, entre outras empresas que se solidarizaram com a companhia.

Bruno Telles, COO da BugHunt, e Fellipe Guimarães, CEO da Codeby, explicam como funcionam as invasões aos sistemas de empresas e que riscos eles podem gerar

Em uma live do portal InfoMoney, na sexta-feira, 20, Marcelo Pimentel, CEO da Marisa, ressaltou sua repulsa com o caso e afirmou “não é uma fragilidade deles”, se referindo às lojas Renner. Ataques de grande repercussão, como o da Renner e JBS, ilustram um problema que se intensificou nos últimos meses. Segundo dados levantados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), agência regulada pelo Ministério da Economia, os ataques cibernéticos contra empresas brasileiras cresceram 220% no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2020. Já segundo um relatório recente da Gartner, globalmente, o prejuízo financeiro com ataques cibernéticos pode chegar até US$ 50 bilhões em 2023.

Para profissionais que atuam com cibersegurança, a aumento dos ataques está relacionado com a digitalização acelerada. “Acreditamos que o aumento expressivo esteja diretamente relacionado a ‘digitalização forçada’ que as empresas foram obrigadas a passar por conta da pandemia. Muitas empresas migraram seus serviços às pressas por conta da necessidade e com isso muitas vulnerabilidades e vertentes de ataques foram criadas”, aponta Bruno Telles, COO da BugHunt, plataforma brasileira de Bug Bounty, programa de recompensa por identificação de falhas.

Sequestro digital

Mas, afinal, o que são e como funcionam os chamados sequestros digitais? “Sequestro digital é o termo popularmente utilizado para falar sobre a invasão de hackers através de brechas na segurança no acesso à rede ou ao servidor da empresa e também através de e-mail ou pendrive infectado”, explica Fellipe Guimarães, CEO da Codeby, startup de desenvolvimento web e e-commerce. Na prática, por meio de softwares maliciosos os criminosos criptografam arquivos e informações das vítimas e solicitam um valor para resgate. Este tipo de ataque, geralmente, impossibilita o acesso a arquivos e informações e deixa os sistemas inoperantes.

Os danos que podem ser causados por ataques como esse vão desde o prejuízo financeiro até danos sérios a reputação das empresas. “Entre as principais motivações de ataques estão causar dano real, que possa comprometer diretamente os recursos da empresa; vandalismo comercial, tendo em vista interferir na produção e na linha de frente; e o vandalismo de reputação, quando as falhas da empresa vêm à tona e ela pode ficar desacreditada no mercado e entre os clientes, impactando diretamente no valor da marca”, analisa o CEO da Codeby.

Além disso, no caso de vazamento de dados sensíveis dos consumidores, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) responsabiliza as empresas que não garantirem a segurança dessas informações. As companhias podem sofrer sanções administrativas, como a divulgação pública da infração. Ainda neste mês de agosto, entram em vigor também multas que podem chegar até R$ 50 milhões por infração.

Entre as maneiras de tentar evitar ataques estão uma série de medidas de cibersegurança que incluem manter sistemas ativos atualizados, implementar proteção de endpoints até o uso de programas de recompensas, em que as empresas podem contar com auxílio de comunidades de cibersegurança para testar seus sistemas e serviços. “Tudo isso deve ser implementado através de políticas de segurança e normas complementares. Além disso, também é necessária a execução constante de ações para conscientização dos colaboradores quanto à segurança das informações e riscos cibernéticos”, defende o COO da BugHunt.

Fonte: Meio&Mensagem
Por: Taís Farias
*Crédito da foto no topo: iStock 

Nubank, iFood e Havaianas são as mais presentes para brasileiros

O Nubank assumiu a liderança da edição 2021 do ranking “As marcas que conquistaram o Brasil”, estudo realizado pela Ecglobal para medir a conexão emocional entre marcas e consumidores. A empresa elabora o ranking a partir do Net Love Score (NLS), que avalia fidelidade, preferência, love power, amplitude, loyalty score e intensidade. Em seu terceiro ano, o estudo entrevistou 3.182 internautas, que avaliaram marcas de 30 categorias, em nove segmentos de produtos e serviços.

Estudo “As marcas que conquistaram o Brasil”, realizado pela Ecglobal, avalia a conexão emocional entre marcas e consumidores

Em 2021, as marcas tradicionais se colocaram em melhores posições do ranking total, dando ênfase nas que puderam oferecer maior conforto dentro da casa do cliente. Após a líder Nubank, aparecem, pela ordem, iFood, Havaianas, Netflix, Coca-Cola, WhatsApp, Uber, Omo e Samsung (empatados em oitavo lugar), YouTube e Nestlé.

O destaque ficou para as marcas de tecnologia, que continuaram relevantes neste segundo ano de pandemia, mas também para os serviços de aplicativo de entrega e banco digital. Para a edição de 2021, novas categorias entraram na pesquisa: aplicativos de serviços de entrega, produtos de limpeza do lar, produtos para lavar roupas, materiais de construção e decoração, serviços de streaming de vídeo e de música e canais de TV por assinatura.

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De acordo com o Alan Liberman, CGO e Co-CEO da Ecglobal, as marcas que se encaixaram no top 10 foram marcas que tiveram uma maior conexão emocional com os seus consumidores e cliente. “Em 2020, notamos que as marcas de tecnologia tiveram um grande destaque, pois elas foram fundamentais em um momento crítico da pandemia, provendo comunicação e lazer para uma grande quantidade de pessoas que permaneceram boa parte do seu tempo em casa. Já em 2021, mesmo com o seguimento da pandemia, vemos um quadro mais equilibrado onde outras marcas mais tradicionais puderam ser relevantes trazendo conforto para os consumidores. Elas conseguiram gerar essa forte conexão emocional conquistando mentes e corações, ao fazerem parte do seu dia-a-ainda, criando expectativas únicas e relevantes. Os consumidores declaram que não poderiam viver sem elas, ou ficariam muito tristes se deixassem de existir”.

Fonte: Meio&Mensagem
Por: Henrique Cesar Mello

 

HOJE | Lançamento da AJOR – Associação de Jornalismo Digital

Os veículos digitais estão há alguns anos liderando a inovação no jornalismo brasileiro

 Nesta segunda-feira, 7 de junho, Dia Nacional da Liberdade de Imprensa, está sendo anunciada a chegada da AJOR – Associação de Jornalismo Digital, que reúne 30 organizações de vários pontos do país. Entre elas estão organizações como Agência Pública, Congresso em Foco, Meio, Nexo, Repórter Brasil e Jota.Presidida por Natalia Viana, co-diretora da Agência Pública de Jornalismo Investigativo, a associação tem como principal missão o fortalecimento do jornalismo digital brasileiro. Suas atividades baseiam-se em três eixos de atuação: a profissionalização e fortalecimento das associadas, a defesa do jornalismo e da democracia e a promoção da diversidade.”Os veículos digitais estão há alguns anos liderando a inovação no jornalismo brasileiro. A associação vem para fortalecer esse cenário e portanto melhorar o nosso jornalismo como um todo em um momento em que ele enfrenta sérios desafios.”Para comemorar o lançamento, o Conselho da Ajor convidou o professor Rosental Alves, diretor do Knight Center for Journalism in the Americas para uma live no dia 10 de junho, às 19 horas. Rosental, que contribuiu para a articulação que levou à formação da AJOR, vai conduzir a conversa com os representantes da nova associação.
LANÇAMENTO
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Final do BBB21 tem 63 comerciais nos intervalos

Anunciantes aproveitam a exposição do último episódio da temporada, que rendeu recordes comerciais a Globo

Exibido na noite dessa terça-feira, 4 (e já no início na madrugada de terça-feira, 5), o último episódio da edição deste ano do Big Brother Brasil reforçou o poder do reality-show em atrair anunciantes. Para aproveitar o interesse da audiência no desfecho da disputa, dezenas de  marcas exibiram mensagens publicitárias no intervalo do programa.

O encerramento do reality, que consagrou a participante Juliette Freire como a campeã, exibiu seis blocos de intervalos comerciais, com 63 filmes publicitários, ao todo. Alguns anunciantes exibiram suas mensagens mais de uma vez, como a plataforma de e-commerce AliExpress, a Amazon e o Itaú.

Parte dessas marcas exibidas na final eram patrocinadores do reality, que investiram para vincular suas marcas ao longo de todo o programa. É o caso de Avon, Americanas, P&G, Amstel, Seara, McDonald’s e PicPay.

Mesmo as empresas que não patrocinaram o BBB aproveitaram a visibilidade da atração para exibir suas mensagens publicitárias, como Natura, Vivo, Tim, Electrolux, Riachuelo, Casas Bahia, Banco Original, Doril, CVC, MyCon, Engov, Motorola, Pão de Açúcar, Addera, Simparic, Magazine Luiza, Uber Eats, Brahma e outros.

Alguns anunciantes aproveitaram a final para estrear suas campanhas na TV, como a Britania, que exibiu a campanha que celebra os 65 anos da empresa e apresenta Ivete Sangalo como garota-propaganda. O TikTok também usou a final do BBB para estrear o conceito #IssoOTikTokMostra.

Dentro do programa, durante os 100 dias de exibição do reality-show, a Globo exibiu 196 ações de merchandising, considerando as exibições das marcas na TV aberta e no Multishow, de 22 anunciantes diferentes. Já no digital, foram 537 ações entre conteúdos patrocinados na página do BBB no Gshow e ativações nas redes sociais oficiais do programa.

 

Por: M&M – 05/05/2021
Foto: Juliette Freire, a campeã do BBB21, é abraçada pelos finalistas Camilla de Lucas e Fiuk (Crédito: GShow)

Indicados ao OSCAR 2021

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood anunciou na última segunda-feira, 15, os indicados para a 93ª edição do OSCAR. A Netflix sai na frente mais uma vez com 35 indicações, seguida da Amazon que teve 12 indicações. Destaco que pela primeira vez em 93 edições duas mulheres são indicadas a melhor direção, Chloé Zhao, Nomadland e Emerald Fennell, Bela Vingança, Mank foi o filme mais indicado (10 categorias) e seis filmes receberam seis indicações cada: Minari, Nomadland, Meu Pai, Judas e o Messias Negro, Os 7 de Chicago e O Som do Silêncio. Bela vingança  e A Voz Suprema do Blues vem em seguida, com cinco indicações cada. Chadwick Boseman (1976-2020) novamente recebe uma indicação póstuma de ator na categoria principal.

Confira a lista completa dos indicados:

Melhor filme

Meu pai
Judas e o messias negro
Mank
Minari
Nomadland
Bela vingança
O som do silêncio
Os 7 de Chicago

Melhor atriz
Viola Davis – “A voz suprema do blues”
Andra Day – “Estados Unidos Vs Billie Holiday”
Vanessa Kirby – “Pieces of a woman”
Frances McDormand – “Nomadland”
Carey Mulligan – “Bela vingança”

Melhor ator

Riz Ahmed – “O som do silêncio”
Chadwick Boseman – “A voz suprema do blues”
Anthony Hopkins – “Meu pai”
Gary Oldman – “Mank”
Steve Yeun – “Minari”

Melhor direção

Thomas Vinterberg – “Druk – Mais uma rodada”
David Fincher – “Mank”
Lee Isaac Chung – “Minari”
Chloé Zhao – “Nomadland”
Emerald Fennell – “Bela vingança”

Melhor atriz coadjuvante

Maria Bakalova – “Borat 2”
Glenn Close – “Era uma vez um sonho”
Olivia Colman – “Meu pai”
Amanda Seyfried – “Mank”
Yuh-Jung Youn – “Minari”

Melhor ator coadjuvante

Sacha Baron Cohen – “Os 7 de Chicago”
Daniel Kaluuya – “Judas e o messias negro”
Leslie Odom Jr. – “Uma noite em Miami”
Paul Raci – “O som do silêncio”
Lakeith Stanfield – “Judas e o messias negro”

Melhor filme internacional

Druk – Mais uma rodada (Dinamarca)
Shaonian de ni (Hong Kong)
Collective (Romênia)
O homem que vendeu sua pele (Tunísia)
Quo vadis, Aida? (Bósnia e Herzegovina)

Melhor roteiro adaptado

Borat 2
Meu pai
Nomadland
Uma noite em Miami
O tigre branco

Melhor roteiro original

Judas e o Messias negro
Minari
Bela vingança
O som do silêncio
Os 7 de Chicago

Melhor figurino

Emma
A voz suprema do blues
Mank
Mulan
Pinóquio

Melhor trilha sonora

Destacamento blood
Mank
Minari
Relatos do mundo
Soul

Melhor animação

Dois irmãos: Uma jornada fantástica
A caminho da lua
Shaun, o Carneiro: O Filme – A fazenda contra-ataca
Soul
Wolfwalkers

Melhor curta de animação

Burrow
Genius Loci
If anything happens I love you
Opera
Yes people

Melhor curta-metragem em live action

Feeling through
The letter room
The present
wo distant strangers
White Eye

Melhor documentário

“Collective”
“Crip camp”
“The mole agent”
“My octopus teacher”
“Time”

Melhor documentário de curta-metragem

Collete
A concerto is a conversation
Do not split
Hunger ward
A love song for Natasha

Melhor som

Greyhound: Na mira do inimigo
Mank
Relatos do mundo
Soul
O som do silêncio

Canção original

Fight for you – “Judas e o messias negro”
Hear my voice – “Os 7 de Chicago”
Husa’vik – “Festival Eurovision da Canção: A saga de Sigrit e Lars”
Io sì – “Rosa e Momo”
Speak now – “Uma noite em Miami”

Maquiagem e cabelo

Emma
Era uma vez um sonho
A voz suprema do blues
Mank
Pinóquio

Efeitos visuais

Problemas monstruosos
O céu da meia-noite
Mulan
O grande Ivan
Tenet

Melhor fotografia

Judas e o messias negro
Mank
Relatos do mundo
Nomadland
Os 7 de Chicago

Melhor edição

Meu pai
Nomadland
Bela vingança
O som do silêncio
Os 7 de Chicago

Melhor design de produção

Meu pai
A voz suprema do blues
Mank
Relatos do mundo
Tenet

Por: Acontecendo Aqui

Washington Olivetto lança o W/Cast

Podcast vai relatar as experiências vividas pelo publicitário em toda a sua carreira.

Estreia nesta segunda-feira (19) nas principais plataformas de streaming de aúdio o W/Cast – podcast de Washington Olivetto. Patrocidado pelo Bradesco Seguros e produzido pela gestora de propriedade intelectual e produtora de conteúdos premium HUB Mídia, o programa irá relatar aos ouvintes as principais experiências de vida do publicitário: trajetória profissional, histórias dos grandes prêmios que recebeu, campanhas que deram muito errado, encontro mal sucedido com a atriz Jennifer O’Neill, parceria profissional com Francesc Petit entre outros.

Um dos destaques dos episódios é o início sempre com um instrumental de uma canção simbólica para Olivetto que remete ao momento em que a história que será contada aconteceu e se repete no fechamento do episódio. Como no de homenagem às Mulheres na Publicidade, que tem, no início e no final, a canção ‘Mulher’, além de ‘Mulher Brasileira’ e ‘Pretty Woman’ no decorrer da história.

O projeto conta com uma campanha de lançamento digital protagonizada por Carlinhos Moreno, o Garoto Bombril. Ele foi dirigido remotamente pelo diretor de filmes publicitários, Andrés Bukowinski, o mesmo que dirigiu Carlinhos em mais de 400 filmes. O comercial traz o garoto propaganda de 1001 utilidades falando sobre o publicitário que tem 1001 histórias pra contar.

Assista: https://vimeo.com/user135676194

Crédito: Marcello Nicolielo
Por: Acontecendo Aqui

Consumo de mídia e internet desacelera no Brasil

Nielsen e Toluna apontam recuo no tempo de navegação nas redes sociais e consumo de TV em relação ao início do período da pandemia

Um dos efeitos já conhecidos da pandemia da Covid-19 no ano passado foi o aumento do consumo de mídia. Com a obrigatoriedade de ficar mais tempo em casa – e a necessidade de se informar acerca da ameaça do coronavírus – as pessoas dedicaram mais tempo ao consumo de conteúdo de TV, internet e plataformas digitais. Pesquisas realizadas pelos maiores institutos ao longo de 2020 apontaram esse crescimento das audiências, algo que acabou, de certa forma, beneficiando os veículos de comunicação nos meses mais rígidos de restrição à circulação.

Embora o atual cenário não esteja tão diferente do registrado há um ano atrás, a relação dos consumidores com o conteúdo tem mudado em relação aos meses anteriores da pandemia. Para entender essas transformações, a Nielsen, em parceria com a Toluna, realizou em janeiro uma nova rodada de pesquisa com 1127 consumidores, de todo o País para mapear seus hábitos de consumo de internet, entretenimento, vídeos e uso de tecnologia, de forma geral.

Chamado de Digital Consumer Study, o mapeamento teve uma primeira onda em junho de 2020, quando a ideia era mensuras o impacto inicial da Covid-19 na rotina das pessoas. Agora, os resultados que acabam de ser revelados pelos institutos de pesquisa apontam uma redução do consumo de redes sociais, desgaste de alguns formatos (como as lives), alta do streaming na rotina cotidiana e o crescimento da utilização de desktops para acessar a internet, como reflexo do trabalho remoto.

“O que observamos, de maneira geral, é que após aquela forte alta do consumo de conteúdo e de internet, observada nos primeiros meses de pandemia, voltou aos patamares normais posteriormente”, analisa Stephanie Castus, responsável pela pesquisa Digital Consumer Study na Nielsen. Em junho de 2020, na primeira onda do estudo, 67% dos entrevistados afirmaram que tinham aumentado o tempo dedicado à navergar nas redes sociais. Na edição mais recente, esse percentual recuou para 56%. Ao mesmo tempo, 12% afirmaram que, na verdade, diminuíram o tempo passado nas redes sociais (eram 8% no primeiro levantamento).

Outra diminuição observada foi em relação ao tempo utilizado para assistir a filmes, vídeos ou programas de TV. Em meados de 2020, entre os respondentes, 75% afirmaram que estavam dedicando mais tempo a essas atividades. Já no início de 2021, o percentual recuou para 65%.

A Nielsen e a Toluna destacam, no entanto, que o interesse por conteúdo de streaming deve permanecer mesmo após esse período atípico. Segundo o estudo, o consumo nesses meios já passa o da TV aberta em termos de horas. O YouTube lidera entre os canais de streaming mais utilizados, sendo citado por 86% dos entrevistados. Na sequência, aparece a Netflix, consumida por 77% das pessoas. O Prime Video, da Amazon, fica na terceira posição na lista dos streamings, citado por 42% dos entrevistados.

Na interpretação de Stephanie, da Nielsen, o streaming tende a manter o interesse das pessoas por mais tempo pelo próprio formato dos conteúdos oferecidos por essas plataformas. “As séries e conteúdos dessas plataformas são produzidas para garantir um maior tempo de consumo por parte da audiência, que já criou o hábito de maratonar e assistir às produções continuamente”, diz. Essa lógica também serve para explicar, em sua visão, o arrefecimento do interesse pelas lives, que ganharam as redes sociais e também a mídia tradicional no primeiro semestre do ano passado, mas que foram perdendo espaço nos meses seguintes. “As lives funcionaram como um formato de entretenimento passageiro e não foram capazes de engajar as pessoas a longo prazo. É um tipo de conteúdo voltado ao consumo momentâneo”, pontua.

Se o tempo dedicado ao entretenimento vem diminuindo, em contrapartida, é notável a maior dedicação dos entrevistados ao trabalho: 18% dos respondentes afirmaram passar mais de 15 horas trabalhando, enquanto 23% declarou que trabalha, diariamente, de 10 a 15 horas. Essa rotina impulsionou o uso do desktop no acesso à internet. O device, agora, ficou em segundo lugar como a tela preferida para assistir a filmes e vídeos, perdendo apenas para o smartphone.

Fonte: M&M
Por: Bárbara Sacchitiello
Foto: (Crédito: Carstens Peters/Unsplash)

Redes sociais se destacam nos resultados de 2020

Plataformas criam novas soluções para manter investimento publicitário, mas 2021 ainda é incerto

o resultado financeiro de empresas donas de plataformas sociais comprovam que o investimento publicitário esteve on em 2020. Facebook, Snap, Pinterest divulgaram números de usuários, lucro e receita publicitária nas suas redes sociais junto com planos para novas soluções e atualizações, o que indica que as plataformas se esforçam para manter os anunciantes por perto.

Mesmo diante de um boicote massivo sofrido por grandes anunciantes em julho com o propósito de mostrar o comprometimento das marcas no combate aos discursos de ódio e à desinformação, a relevância do Facebook não caiu diante das agências e anunciantes.
Inclusive, a plataforma superou projeções de especialistas sobre sua receita, que foi de US$ 28,1 bilhões no último trimestre de 2020, 33% maior do que 2019. A expectativa de especialistas era de US$ 26,4 bilhões em receita. O lucro líquido aumentou 52% em relação à 2020, somando US$ 11,22 bilhões.

A receita do Pinterest no quarto trimestre cresceu 76% em relação ao trimestre anterior, resultando em US$ 705,6 milhões. O número também foi maior do que o projetado, que equivalia a US$ 645,7 milhões. O lucro de US$ 207,8 milhões no trimestre é uma grande virada do prejuízo de US$ 35,7 milhões no quarto trimestre de 2019.

A Snap Inc., dona do Snapchat, informou um prejuízo de US$ 113 milhões no quarto trimestre de 2020, 53% a menos do registrado em 2019. Por outro lado, a receita da empresa foi de US$ 911 milhões no último trimestre, aumento de 62%, e R$ 2,5 bilhões no ano, crescimento de 46% em relação a 2019.

Segundo a Socialbakers, o investimento das marcas em anúncios em mídias sociais cresceu 50,3% no último trimestre do ano em comparação com o mesmo período de 2019. Tal resultado é justificado pelo período de festas e datas comerciais importantes, como a Black Friday, mas o aumento do interesse dos anunciantes nas plataformas não ficou limitado ao último quarter de 2020. No segundo trimestre do ano, os investimentos globais das marcas em anúncios em mídias sociais aumentaram 26% em relação ao final do primeiro trimestre, quando os orçamentos dos anunciantes foram mais impactados. As plataformas também se beneficiaram com o aumento do custo por clique (CPR) em 35,6% durante o ano.

Alexandra Avelar, country manager da Socialbakers no Brasil, afirma que o início da pandemia no Brasil impactou na estratégias das marcas, que retraíram seus investimentos e ficaram reticentes de investir nas plataformas devido a incerteza da economia, mas esse movimento logo tomou uma direção contrária com o aumento e aceleração das ações em redes sociais.
Para a executiva, além da sazonalidade do último trimestre, o resultado expressivo do Q4 também inclui investimentos de marcas que não empregaram tanto do seu budget ao longo do ano e, impulsionadas pela sazonalidade, decidiram tentar recuperar um pouco das perdas econômicas e apostar em anúncios para convidar os consumidores. “Acredito que também coincidiu com uma melhora na pandemia e as empresas se tornando mais confiantes”, diz.

Futuro
Para 2021, as perspectivas das empresas divergem. O Facebook alertou para uma “incerteza significativa” nos dois primeiros trimestres de 2021 por conta de quedas nas receitas publicitárias ao longo da pandemia e pela nova atualização do sistema operacional da Apple, que deve ter novas ferramentas de publicidade e pode afetar na segmentação de anúncios.

 

Fonte: Meio & Mensagem
Por: Thais Monteiro
Mataria da íntegra aqui

Tang irá selecionar ideias inovadoras vindas de crianças

“Tang no Tank” vai ao ar em abril e terá quatro episódios no YouTube

A Tang criou um programa que irá selecionar ideias inovadoras vindas de crianças de seis a 13 anos.O programa “Tang no Tank” irá ao ar em abril e terá quatro episódios, no YouTube. A produção conta com a parceria da Sony, canal que controla o programa. A exibição trará os planos empreendedores das crianças em três categorias: sustentabilidade, para resolver problemas que envolvem o tema; criatividade, com novas ideias de negócios para um futuro melhor; e sociedade, ideias para transformar ou melhorar a cidade, bairro ou comunidade.

Como participar
As inscrições estão abertas até 4 de fevereiro e podem ser realizadas aqui. A inscrição do plano deve ser realizada por um adulto responsável por meio da postagem de um vídeo de até três minutos, no qual a criança apresenta sua ideia.