O distanciamento social e as novas maneiras de olhar e cuidar da saúde física e mental

A crise de saúde pública que estamos vivenciando, o aumento de casos de estresse e ansiedade, a atenção com a saúde mental entre amigos, familiares

Muito tem se falado sobre o impacto da pandemia e do distanciamento social na vida das pessoas. Com isso, o novo normal, o novo consumidor, o novo mundo passam a fazer parte da nova realidade. Acredito que muitas dessas previsões são verdadeiras, obviamente o período de quarentena transformará hábitos, mas é importante entendermos que muitas dessas mudanças serão internas e a longo prazo. Quando entramos na questão da saúde, essas modificações se tornam ainda mais claras. Já houve um aumento de 226% de instalações não-orgânicas – ou seja, aquelas que tiveram investimento em publicidade e anúncios pagos – de aplicativos voltados para exercícios físicos, de acordo com estudo divulgado pela AppsFlyer. Outro dado bastante interessante é que a venda de itens para exercícios em casa, como colchonetes e cordas, cresceu quase 10 vezes, segundo o site Netshoes.Acredito que a preocupação com a saúde se tornará algo mais profundo. Estamos vivendo uma crise de saúde pública que afeta o mundo inteiro de maneira drástica. Muitas pessoas perderam ou estão perdendo familiares e amigos, outras estão passando por momentos complicados relacionados a crises de depressão ou ansiedade, por exemplo.

A questão da empatia, a preocupação com o próximo e o cuidado com a saúde mental estão se tornando debates cada vez mais comuns – ainda bem!Saúde mental é um tema que já vinha ganhando visibilidade nos últimos tempos, mas isso vem crescendo rapidamente durante o distanciamento social. O que todos os médicos especialistas concordam é que, sem sombra de dúvidas, o primeiro passo para cuidar da saúde mental é cuidar da saúde física. Exercícios físicos são a forma mais natural de estimular a endorfina, serotonina, dopamina e ocitocina no corpo – hormônios responsáveis pelas sensações de prazer e bem-estar, além de aliviar dores e relaxar o organismo. Quando se pratica atividades, todos esses hormônios são potencializados no corpo humano, trazendo uma sensação de prazer e motivação para superar limites e momentos difíceis.Existem estudos que afirmam que esses hormônios são benéficos no combate de possíveis patologias, como o estresse e a ansiedade, doenças cada vez mais comuns nos dias de hoje e que ganham destaque pelo crescimento exacerbado na sociedade moderna. Por terem enorme poder na melhora do humor, aliviam, inclusive, casos de depressão. Como afirmei no início deste artigo, a palavra novo vem sendo cada vez mais utilizada desde o início do período de distanciamento social. Mas será que, mais do que falar sobre o novo, não é a hora de começarmos a trabalhar com essa nova realidade e transformar a nossa rotina? O que quero dizer com tudo isso é que, mesmo que você tenha sido sedentário boa parte da vida, ou que a correria do dia a dia deixasse os cuidados com a saúde em penúltimo ou até mesmo último plano, ainda é possível transformar essa realidade.

Que tal aproveitar o tempo em casa para começar a praticar exercícios físicos? Existem muitas opções e isso, com certeza, transformará a sua vida, trazendo mais qualidade em todos os aspectos da sua rotina. A crise de saúde pública que estamos vivenciando, o aumento de casos de estresse e ansiedade, a atenção com a saúde mental entre amigos, familiares e até mesmo dentro das empresas, devem ser um sinal de alerta para todos. Será que todos esses fatores, que muitas vezes eram esquecidos, não precisam ganhar mais atenção da nossa parte a partir de agora? Vamos aproveitar esse momento, olhar para dentro de nós e entender onde podemos evoluir. Assim, quando tudo isso passar – e vai passar -, estaremos prontos para sermos pessoas melhores, transformando o mundo em um lugar melhor.

Faça parte dessa mudança!

Por: Fabio De Lucca – Gestor de expansão do YUp!, app que oferece mais de oito mil horas de exercícios para serem praticados em casa
Fonte: AcontecendoAqui
https://acontecendoaqui.com.br/comunicacao/o-distanciamento-social-e-novas-maneiras-de-olhar-e-cuidar-da-saude-fisica-e-mental

 

Como as Fintechs estão ajudando as PMEs na crise

No momento em que a pandemia foi anunciada, empreendedores tiveram apoio de startups e puderam seguir nos negócios, apesar da crise ter chegado

Quando analisamos os principais conceitos das Fintechs – agilidade, liberdade e preço baixo – entendemos porque elas vêm despertando o interesse das pequenas e médias empresas brasileiras. Com menos burocracia e gastos, os empreendedores viram nessas empresas a possibilidade de gerir as finanças e investir em tecnologia com menos gastos. No momento em que a pandemia foi anunciada, as PMEs tiveram apoio de startups e puderam seguir nos negócios, apesar da crise ter chegado.

Mudar do tradicional para o novo exige conquista e nem todo empresariado está disposto a arriscar. Uma pesquisa feita pelo Google Brasil em outubro de 2019 com 500 usuários de serviços financeiros de todas as regiões do país mostra que 41% deles disseram não estar dispostos a usar esse tipo de serviço. Outros 42% disseram que não sabem se estariam dispostos a mudar para uma startup. Apenas 17% disse que está disposto a abrir nova conta, trocar de cartão, mudar seus investimentos, contratar créditos de uma startup financeira com certeza.

Ainda que grande parte da população não pense ainda em usar os serviços de uma Fintech, o pequeno empresário vem dando mais atenção a essas soluções – principalmente o jovem empreendedor. A pesquisa do Google mostra que os pertencentes a Geração Z são mais propensos a mudar para uma startup. Mais de 25% dos entrevistados com idade entre 18 e 24 anos afirmaram que usariam os serviços de uma Fintech. O número cai, porém, para 15% entre aqueles com idade acima de 25 anos e, entre os acima de 45 anos, está em 12%. A boa notícia é que a aceitação vem aumentando em todas as faixas etárias.

Via de mão dupla

As Fintechs de sucesso nascem exatamente dos vácuos deixados pelas grandes organizações e aí encontram a oportunidade de mostrar todo potencial que possuem e quebrar os preconceitos que poderiam existir. Um exemplo são as que oferecem serviços por meio de plataformas de Banking as a service (BaaS) – uma inovação que viabiliza a atuação de empresas que não são do setor financeiro. Com uma cartela de recursos cada vez mais atualizada e ampla, elas oferecem aos clientes ainda a segurança e operações mais modernas.

Um fator que já é bastante cobrado desse nicho é a questão da experiência do usuário. Conforme o universo de pagamentos se expande, a experiência do cliente está se tornando o principal diferencial competitivo. Ou seja, a PME pode se igualar aos grandes players por poderem utilizar das mesmas ferramentas como Internet das Coisas, Big Data, Biometria, entre outros.

Além de criar insumos de concorrência igualitária e criar soluções para o empreendedor, as Fintechs estão atuando lado a lado com esses clientes – que são os que mais apoiam e precisam delas nesse momento.

Cases

A plataforma Precisamos e a fintech Hybank criaram uma função específica para os empreendedores que sofrem com as dificuldades de acesso a crédito. O Hybank atua diretamente com o microempreendedor e oferece assessoria financeira, de negócios e também em áreas como Marketing, design, tecnologia e atendimento. Esta ação foi pensada justamente para o momento de pandemia.

O usuário que necessita de ajuda se cadastra em uma categoria específica, como pagamento de contas, recebimento de alimentos perecíveis e não perecíveis. A nova categoria batizada de “auxílio ao microempreendedor” conecta quem necessita de ajuda ao Hybank. A equipe da startup recebe um e-mail com os dados de quem se cadastrou no site e agenda uma consultoria gratuita, auxiliando em dúvidas e boas práticas de gestão para enfrentar a crise.

Já a XP Inc. e a securitizadora VERT lançaram a DuAgro, fintech voltada para facilitar o acesso do produtor rural brasileiro a linhas de crédito desenhadas especificamente para o campo, promovendo o financiamento para a compra de insumos agrícolas. O foco de atuação são os pequenos e médios produtores, que juntos, respondem por cerca de 70% do valor da produção total da agropecuária brasileira. Esse grupo enfrenta dificuldade de acesso ao crédito, concentrado em poucos bancos e indústrias. Nesse contexto de crédito rural subsidiado, a DuAgro facilitará a disponibilização de recursos aos agricultores por meio da indústria e dos distribuidores de insumos.

A Remessa Online, plataforma brasileira de transferências internacionais que já transacionou mais de R$10 bilhões em mais de 100 países desde 2016, lançou uma campanha para comunicar o serviço de remessa internacional para empresas. O foco é facilitar a vida dos pequenos negócios que recebem pagamentos por serviços prestados a empresas e muitas vezes são esquecidos pelo sistema tradicional. Desenvolvedores de softwares, produtores de conteúdo e de vídeo, jornalistas, e outros profissionais que atuam como MEI ou ME e tem esse fluxo frequente com outros países, são alguns dos profissionais que serão contemplados com essa nova funcionalidade.

Compre o estudo: “Fintech: o duelo silencioso do novo e tradicional no mercado financeiro” e outros estudos de mercado, além de ferramentas e pesquisas no Mundo do Marketing Inteligência.

 

Por: Priscilla Oliveira
Fonte: Mundo do Marketing

Entenda por que as empresas estão boicotando o Facebook

CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, ficou US$ 7,2 bilhões mais pobre na última sexta-feira, 26. As ações da rede social caíram 8,3% – o maior recuo em três meses – após alguns dos maiores anunciantes do mundo declararem que irão interromper a veiculação de anúncios publicitários na plataforma por algum tempo.

O Facebook  – e, mais para o fim da semana, o Twitter – vêm enfrentando um boicote que começou nas redes sociais, nos Estados Unidos, com algumas marcas e que, com o passar dos dias, ganhou proporções maiores. Entidades ligadas à movimentos civis daquele país deram início ao movimento #StopHateForProfit (“Pare de Dar Lucro ao Ódio”, na tradução), para pressionar anunciantes e grandes empresas a retirarem suas verbas publicitárias das plataformas do Facebook por acreditarem que a companhia não vem atuando de forma eficaz para coibir e diminuir os discursos de ódio publicados nas timelines.

Embora as críticas em relação à maneira como as redes sociais, de modo geral, permitem a livre publicação de discursos e ideias que por vezes pode ser ofensivas – ou então, conter informações inverídicas – sejam um tema presente na indústria da comunicação há algun anos, o estopim para a crise atual aconteceu após a eclosão dos movimentos em prol da igualdade racial, que tomaram diversas cidades dos Estados Unidos recentemente, após o assassinato do segurança George Floyd. Assim que os primeiros protestos nas ruas começaram, o presidente do país, Donald Trump, usou suas redes sociais para sugerir que a polícia reprimiria com violência as manifestações. “Quando começarem os saques, começam os tiros”, escreveu Trump em seu perfil no Twitter e no Facebook.

A maneira como a rede social de Mark Zuckerberg reagiu à postagem do presidente foi determinante para dar corpo às críticas. Enquanto o Twitter sinalizou a mensagem do líder estadunidense com um rótulo de conteúdo incitador de violência, o Facebook não fez qualquer filtragem na postagem. Zuckerberg e outros executivos da companhia chegaram a dizer que, de forma pessoal, repudiavam a declaração, mas a companhia, institucionalmente, manteve o discurso de que não poderia interferir na liberdade de expressão.

O crescimento do boicote
Desde a semana passada, diferentes organizações ligadas aos direitos civis, inclusive a Liga Antidifamação, decidiram usar outra estratégia para cobrar uma reação da rede social. As entidades começaram sugerir a anunciantes que interrompessem a veiculação de publicidade no Facebook no mês de julho, como uma forma de ajudar a não fomentar a rede social que, na visão dessas organizações, é permissiva em relação aos discursos de ódio.

O protesto começou a ganhar a adesão de marcas com importante presença em território estadunidense, como The North Face, Patagonia, REI, Ben & Jerry’s, Eddie Bauer e Magnolia Pictures. Na sexta-feira, 26, a gigante de tecnologia Verizon também comunicou que deixaria de anunciar temporariamente na rede social.

A onda cresceu, no entanto, com o anúncio da Unilever, que não apenas seguiu às demais emissoras no boicote, como ampliou a restrições. A companhia, que é um dos maiores anunciantes do mundo, declarou que não irá anunciar mais no Facebook, Instagram e nem no Twitter até o fim de 2020. A dona das marcas Dove, Hellmann’s e Clear, dentre outras, afirmou que irá direcionar seus investimentos em publicidade para outras mídias. De acordo com o banco de dados e plataforma de inteligência Pathmatics, a Unilever destinou US$ 42,3 milhões para o Facebook em 2019. “Continuar anunciando nessas plataformas no momento não agregaria valor às pessoas e à sociedade. Vamos monitorar continuamente e revisaremos nossa posição atual, se necessário”, afirmou a Unilever em comunicado. Ainda segundo a companhia, a forte polarização que toma conta dos Estados Unidos por conta da proximidade das eleições também colabora para o ambiente nocivo das redes sociais.

A retirada da Unilever foi o ingrediente principal para a desvalorização do Facebook, que perdeu US$ 56 milhões de valor de mercado na última sexta-feira. De acordo com o Bloomberg Billionaires Index, a queda do valor das ações fez o patrimônio de Zuckerberg recuar para US$ 82,3 bilhões – e o derrubou em uma posição no ranking das pessoas mais ricas do mundo. Antes, Zuckerberg estava em terceiro, atrás de Jeff Bezos e Bill Gates e, agora, foi ultrapassado por Bernard Arnault, chefe da Louis Vuitton.

A adesão da Coca-Cola

A sexta-feira, 26, ainda reservava outro acontecimento negativo para as finanças das redes sociais. No final do dia, a Coca-Cola divulgou um comunicado para anunciar que pausaria a publicidade em todas as plataformas digitais por um prazo de 30 dias. A marca justifica a atitude por conta de uma revisão de suas políticas de anúncios digitais. No comunicado, a empresa apontou casos de racismo e outras manifestações de ódio que não foram solucionadas pelas grandes empresas de tecnologia. “Não há lugar para o racismo no mundo e não deve haver nas redes sociais. Tomaremos esse tempo para readequar nossas políticas de publicidade e determinar as revisões, caso sejam necessárias”, declarou James Quincy, CEO da Coca-Cola, na nota.

No sábado, 27, outra grande marca global, a Diageo, também anunciou que não fará publicidade nas principais redes sociais durante o mês de julho. A única plataforma em que a companhia de bebidas manterá os anúncios é o YouTube. Em manifestação nas redes sociais, a Diageo declarou que “se esforça em promover a diversidade e inclusão também em suas campanhas de marketing” e que a partir de 1º de julho irá pausar, globalmente, a publicidade paga nas maiores plataformas sociais. “Continuaremos conversando com os parceiros de mídia a respeito de como eles estão lidando com esse conteúdo inaceitável”, declarou a Diageo.

A resposta de Zuckerberg
Em meio a esses anúncios de sexta-feira, 26, Zuckerberg se manifestou para falar sobre as maneiras como o Facebook vêm procurando coibir discursos de ódio e desinformação em suas plataformas. “Especificamente, estamos expandindo nossa política de publicidade para proibir afirmações de que pessoas de uma raça, etnia, origem, religião, casta, orientação sexual, identidade de gênero ou imigrantes sejam tratadas como ameaça à integridade física ou a saúde das demais pessoas”, declarou.

O CEO e fundador do Facebook também reforçou as novas políticas da plataforma em relação à eleição dos Estados Unidos. Segundo ele, a rede social terá um hub de conteúdo e informações sobre a corrida eleitoral, que reunirá as postagens de candidatos e autoridades políticas. A companhia já havia anunciado, há alguns dias, a criação de uma ferramenta que permite que os usuários bloqueiem anúncios políticos, se assim desejarem.

 

Fonte: www.meioemensagem.com.br

CEO da Coca-Cola reforça o papel da inovação em rede

Na liderança na companhia desde 2016, Henrique Braun fala sobre o papel da troca de conhecimento no mundo da digitalização, inclusive com concorrentes

Em maio deste ano, a Coca-Cola Brasil se uniu a oito empresas de alimentos e bebidas, entre elas Ambev, Heineken e Nestlé, em prol da iniciativa Nós, que apoia a retomada do pequeno negócio afetado pela crise econômica decorrente da pandemia do coronavírus. Sentar junto a concorrentes não seria algo pensável há alguns anos, mas diante do contexto de uma pandemia e do rápido processo de digitalização que as empresas vivenciam, isso se faz necessário e produtivo, defende Henrique Braun, CEO da Coca-Cola Brasil.

Na liderança da companhia no Brasil desde 2016, Braun iniciou um processo de transformação digital e inovação que se desdobra em novas plataformas de contato com o consumidor, dinâmicas de trabalho mais ágeis e flexíveis e a vivência, na prática, do conceito de colaboração em rede. “A pandemia reforçou o que já discutíamos há muito tempo: atuação em rede. Resolver problemas complexos passa por essa atuação onde é necessário colaborar, sentar com parceiros, concorrentes, organizações sociais e unir esforços para que as ações sejam efetivas e não apenas teoria”, diz Braun.

Em entrevista na edição semanal de Meio & Mensagem, cuja integra, bem como o acervo, estão disponíveis até o fim de junho liberados para acesso gratuito pela plataforma Acervo, o executivo também falou sobre sua relação com o marketing e o papel da inovação nos processos de construção de marca.

M&M – Quais os aprendizados no projeto Nós que podem ser levados para as práticas de negócios de agora em diante?
Braun –
O aprendizado é pegar esse conceito de rede e identificar quais são as oportunidades. E, mais do que isso, quais as plataformas em comum que podem existir. E a digitalização é uma delas. As empresas já vinham aprendendo com as startups e companhias de tecnologia que a digitalização de um setor ou ecossistema dentro daquilo que a economia aberta prega é muito construtivo para toda um indústria.

M&M – De que maneira seus aprendizados na China e Coreia do Sul ajudaram neste novo período de digitalização da Coca-Cola no Brasil?
Braun –
Quando eu cheguei ao Brasil, em 2016, estávamos no meio de uma crise e era muito importante e inevitável que fosse iniciada essa jornada digital. Para que não perdêssemos essa onda da digitalização e considerando que esse processo acontece de forma exponencial, decidimos por atuar na digitalização de forma holística olhando para o contato consumidor, com nossas interações com ele, nossa forma de trabalho interno, a maneira que as equipes interagem em nosso prédio e foi crucial iniciar aquele processo naquele momento.

M&M – O que já dá para dizer sobre o impacto da pandemia no processo de digitalização das empresas?
Braun –
Primeiro que estamos trabalhando remotamente de forma super eficiente. Já fazíamos isso na Coca-Cola, digitalizando reuniões, mas a maneira como ocorre agora é muito mais simbólica. Mas o crucial neste momento de mudança tão rápida é ter o conceito de consumercentric muito incorporado. Se já falávamos de escutar o consumidor e humanizar todas as interações do ponto de vista de necessidades, agora é ainda mais importante que isso ocorra. Nós, consumidores, somos mais exigentes agora, queremos nossos serviços e produtos de forma mais rápida e eficiente. E isso não passa apenas pelo direct to consumer, como a Coca-Cola já vinha fazendo, e é impossível começar a ter esse nível de aproximação com os consumidores e deixar de ter insights. E isso potencializou o contato que já tínhamos com nossos consumidores e com os consumidores de nossos parceiros de marketplace como Carrefour, Pão de Açúcar e Magalu, para citar alguns exemplos.

M&M – No caso da transformação digital, o que muda o fato de a Coca-Cola estar se transformando globalmente, quais os aprendizados desse potencial global?
Braun – 
O grande diferencial de atuar em mais de 200 países, eu diria, é que em uma atuação global você consegue lidar com tendências que serão globais e que podem se acelerar em mercado diferentes em ritmos diferentes e de maneiras diferentes, mas são globais. Natural que os pontos de maturidade sejam diferentes, mas o impacto é global. A digitalização é uma plataforma global, temos mercados mais ou menos desenvolvidos que outro. A China e a Coreia do Sul e os Estados Unidos, por exemplo, são mercados que podemos nos espelhar e nos inspirarmos, mas o aprendizado que tivemos na América Latina, por exemplo, é que foi fundamental não ter o olhar voltado apenas para as operações locais e compartilhar as soluções e testar em vários mercados.

M&M – Em quais tipos de disciplinas ou soluções a Coca-Cola Brasil já se tornou referência para outros mercados?
Braun –
Aqui, destacou-se o desenvolvimento de parceira com os food agregators. Nos tornamos uma referência global de como fazer interações nos diferentes players gerando valor e conexão com o consumidor de forma diferente. Na América Latina temos plataformas de trabalho que ajudam a capturar os aprendizados de todas as unidades. Ou seja, a plataforma de digitalização é global, mas os centros de excelência vão modificando suas vocações de forma natural. Mas posso afirmar que digitalização é prioridade em todas as unidades de negócios pelo mundo.

Por: Luiz Gustavo Pacete
Meio & Mensagem

Estudo aponta que ainda há divisão entre on e off.

Pesquisa do Grupo de Mídia RJ com a Casa7 ouviu profissionais do Rio e de São Paulo; 89,4% dos entrevistados acham que área passa por mudanças que estão longe do fim.
No ano em que completa 48 anos de atuação no mercado, o Grupo de Mídia do Rio de Janeiro investiu em um projeto para fazer uma radiografia da área, levantando também questões como relevância das agências, modelos de atuação e, principalmente, mudanças pelas quais passa a mídia em si. Realizado pela entidade em parceria com o instituto Casa 7, o estudo foi desenvolvido em etapas qualitativa e quantitativa com profissionais seniores e juniores de empresas no Rio e em São Paulo. Os dados levantados mostraram que 89,4% dos participantes concordam que a área de mídia passa por um processo de mudança que está longe de acabar.
“Começamos a pesquisa no tom de que a mídia perdeu espaço, mas concluímos que o profissional de mídia, se não for o mais importante, é um dos mais dentro de uma visão global da construção de planos integrados em que é fundamental entender a jornada do consumidor”, detalha Fátima Rendeiro, conselheira do Grupo de Mídia do Rio. Para ela, é papel das entidades espalhar sementes e trazer discussões como esta, levantando informações e conhecimento para serem compartilhados. “Há uma necessidade de uma consciência maior. Nós temos sim a responsabilidade pelo que está acontecendo”, fala.

O estudo mostrou que a sensação é de que o mercado ainda é repartido entre as áreas on e off com movimentos recentes de integração: 69,2% dos entrevistados acreditam que as agências estão começando a fazer o processo de integração, enquanto 17,3% consideram que ainda são divididas e apenas 10,6% veem o mercado totalmente integrado. Por sua vez, 85,6% dos profissionais ouvidos disseram que é preciso uma mudança radical de mindset sobre o papel da área e 68,3% veem os clientes como as verdadeiras alavancas dessa transição.

O perfil do novo profissional de mídia, em meio a um cenário de transformação, também foi abordado. Para 70% dos participantes, hoje está profissional é híbrido, o que não quer dizer que tenha que ser especialista em todas as áreas técnicas. Entre os entrevistados, 91,4% concordam que o profissional de mídia precisa ser cada vez mais multidisciplinar para que possa ser relevante no cenário atual. “A capacitação, vista como despesa e não investimento, tem de ser obrigatoriedade. Não se pode descartar profissionais que tem senioridade, experiência, e conseguem trazer inputs muito importantes porque não dominam plataformas tecnológicas que mudam em seis meses”, observa Fátima. Em sua visão, é essencial ar condições a este profissional de se atualizar.

O estudo mostrou ainda que, para 72% dos entrevistados este profissional precisa ter um perfil mais analítico e crítico e menos burocrático; 64% avaliam que ele precisa ser um bom negociador no contexto dos projetos e 64% disseram que eles necessitam estar articulados dentro da própria agência. “Transitando bem entre áreas, tomando à frente a operação, entendendo o que cada um no time está fazendo. É algo maior que liderança pois os processos são colaborativos”, pontua a conselheira do Grupo de Mídia do Rio.

 

Fonte: Meio & Mensagem
Foto: Fatima Rendeiro, conselheira do Grupo de Mídia do Rio de Janeiro (Crédito: Rodrigo Castro)

SEM MAIS “TROCO LIKES”

O Instagram anunciou na terça-feira, 30, durante a F8 — conferência do Facebook voltada para desenvolvedores realizada em San Jose, na Califórnia –, que começará a experimentar uma forma de ocultar as curtidas e visualizações de vídeo na plataforma. A mudança começa pelo Canadá e tem a intenção, segundo a plataforma, de atrair mais publicação de conteúdo em vez de estimular métricas de popularidade.

Outro fator decisório da medida — porém não confirmada pelo Instagram, pois o mesmo a negou — seria em ressonância aos debates sobre ansiedade e autoestima que ascenderam por causa de redes sociais, em que o número de seguidores, visualizações, curtidas, comentários e compartilhamentos acabam servindo como medida de aceitação e popularidade. “Se as redes sociais são espaços para pessoas se expressarem e se sentirem bem, é preciso analisar o impacto que elas causam na vida real, de fato. É comum vermos corrida por likes, pessoas tentando ser populares e terem visões distorcidas da realidade. O usuário é mais do um like, seu conteúdo deveria valer mais do que isso”, diz Inaiara Florêncio, diretora de Social Media da SunsetDDB.

Por outro lado, curtidas estão entre as métricas que agências e marcas utilizam para avaliar o engajamento de criadores de conteúdo na internet e selecionar aqueles com maior conexão à estratégia de comunicação. Uma possível mudança dificulta essa seleção, assim como uma mensuração rápida da aderência do conteúdo. Com o fim dos likes, uma possibilidade é que influencers entreguem relatórios à agência ou marca, já que apenas o dono do perfil terá acesso ao número de curtidas e visualizações. Para Danilo César Oliveira, fundador da Bird, aceleradora de talentos, as curtidas “para as marcas, atualmente é um KPI importante, que faz parte do índice de engajamento do creator, porém não será impactado porque ele continuará tendo acesso aos números, só não será público. E as marcas conseguirão mapear através de software de monitoramento”.

 

Agências de influenciadores apontam que as curtidas já não são mais o fator principal na estratégia de marcas. “Há um tempinho já se sabe que é insuficiente defender a entrega de uma campanha ou de um canal baseando-se apenas no número de curtidas”, afirma Adrianne Elias, sócia fundadora da ContentHouse e da CoCreators. A executiva explica que a métrica é apenas uma das variáveis de análise em um contexto maior. Para Inaiara Florêncio, os comentários e compartilhamentos ganharão ainda mais relevância, junto do próprio conteúdo.

O Instagram começa a testar o fim das curtidas no Brasil a partir desta quarta-feira (17). A medida já estava em discussão desde o primeiro semestre e, agora, será oferecida a todos os usuários brasileiros.

 

E aí, conta pra gente, o que você do fim dos likes no Instagram?

 

Fontes: https://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2019/05/03/como-o-fim-das-curtidas-no-instagram-impacta-a-publicidade.html

https://exame.abril.com.br/tecnologia/fim-das-curtidas-instagram-comecara-teste-para-ocultar-likes-no-brasil/

Facebook planeja lançar speakers inteligentes

Os speakers inteligentes aumentam consideravelmente ano após ano, só nos Estados Unidos, o crescimento já ultrapassou os 20%. Esse potencial, abre espaço para o grande investidor do momento: o Facebook.

Alguns rumores estão sendo circulados por fontes de industrias, afirmando que Mark Zuckerberg, terá dois modelos para serem lançados ainda em junho deste ano.

Segundo fontes, as telas dos speakers do Facebook serão fornecidas pela LG, enquanto a Pegatron será a única companhia incumbida de montar as peças. Ambos os produtos teriam tela sensível ao toque de 15 polegadas, com recursos que facilitariam o contato entre pessoas, por ser um dos objetivos do Facebook, suporte para comandos de voz e com reconhecimento facial.

De acordo com sites, a rede social, pretendia lançar esses dois modelos em maio. Porém optou por atrasar o lançamento, para que o projeto do produto seja aperfeiçoado.

Lucio Chen, analista da Canalys, disse “os speakers inteligentes estão crescendo mais rapidamente do que qualquer outra tecnologia para o consumidor, como realidade aumentada e virtual, e até mesmo os vestíveis” Os dois modelos de alto-falantes inteligentes seria ainda o primeiro passo para criar dispositivos de vídeo do próprio Facebook. Se esses projetos realmente forem confirmados, o lançamento dos Speakers não serão os primeiros hardwares criados pela rede social. Já foi apresentado um modelo de câmera 360° e também de um possível smartphone do Facebook.

 

Nós curtimos a novidade e esperamos que se torne real em breve. E vocês?! o/

Instagram pretende mudar o seu feed

O Instagram iniciou novos testes para uma nova seção que pretende trazer postagens curtidas por seus amigos e levar diretamente para o seu feed. Trazendo assim algumas fotos e vídeos que seus seguidores curtiram, deixando uma mistura de conteúdo.

Atualmente, se você quiser ver as postagens que seus amigos curtem, é necessário acessar a guia “Seguindo” dentro da área de notificações do app.

Com essa nova possibilidade de seguir hashtags, o feed do Instagram pode chegar a ficar poluído com tanta informação.

Com um toque familiar, essa nova seção para o Instagram foi inspirado no Facebook, que funciona no mesmo estilo. Por isso é importante lembrar que essa novidade é apenas um teste mas que pode ser integrada ao aplicativo.

E o que você achou dessa nova possibilidade? Isso facilitará a sua navegação ou apenas deixará o seu feed menos pessoal?

Nós achamos interessante.

FONTE: TECMUNDO

Conheça o iPhone X, novo smartphone da Apple

A Apple em sua conferência anual trouxe suas novidades tecnológicas com foco em seus novos iPhones.

Depois de milhares de rumores e espera foram revelados os nomes e características de cada aparelho.
De um lado contamos com o iPhone 8, design familiar já conhecidos por todos, carregamento sem fio, processador com maior poder, vidro em todo seu corpo.

Telas de 4,7 e 5,5 polegadas já conhecidas em outras edições da maçã.
Do outro lado o tão esperado iPhone X em comemoração aos 10 anos do primeiro aparelho da empresa.

O aparelho recebeu diversas novidades e seu visual mudou. As principais características são: tela infinita, um comando de voz melhorado, o abandono do TOUCH ID pelo FACE ID reconhecimento por face, tela de 5,8 polegadas entre outras novidades.
Rumores apontam que os novos aparelhos chegaram ao Brasil antes do natal.
O que achou da novidade? 😉

Google Lens: a nova ferramenta Google que irá transformar sua câmera em um campo de pesquisa

Google Lens é a nova forma de pesquisa do Google. Anunciado na Google I/O, a conferência anual desenvolvedores, a empresa mostrou como o Google Lens funciona.

É uma nova inteligência artificial que permite a câmera ler e interpretar o que estiver vendo. Com o Google Lens, quando uma pessoa aponta a câmera para um objeto ou estabelecimento, surgem opções na tela. Se ela for apontada para um código de barras com credenciais de uma conexão Wi-Fi, a tecnologia conecta o aparelho automaticamente à rede. Por exemplo, se o item for uma flor, a ideia é que o Google Lens forneça informações sobre a espécie da planta ou procure se há floriculturas por perto.

Google Lens: a nova ferramenta Google que irá transformar sua câmera em um campo de pesquisa google-lens-anuncio-1

O novo recurso é compatível com realidade aumentada. Ao mirar a câmera para um estabelecimento comercial na rua, as avaliações do local no Google, seus horários de funcionamento e comentários de usuários surgem na tela do smartphone. A integração do Lens com o Assistant também será uma boa ferramenta para traduções. Na apresentação, a câmera do celular foi colocada em frente a uma placa com informações escritas em japonês. Ao apertar no ícone do Lens e perguntar “o que isso quer dizer?”, o Assistant traduziu o texto.

Também foram mostrados os algoritmos do Google possuem tecnologia para melhorar automaticamente a qualidade das fotos.

Google Lens: a nova ferramenta Google que irá transformar sua câmera em um campo de pesquisa google-lens-anuncio-1

Alguns exemplos foram:

  • Se você fizer uma foto de um jogo de baseball através de uma grade, o Google pode automaticamente remover a grade da foto e deixar a imagem mais limpa para facilitar a pesquisa;
  • Se você fotografar com baixas condições de luz, o Google pode automaticamente realçar os detalhes da foto pra que ela fique com uma melhor qualidade.

E aí, o que acharam da novidade Google? Demais não é mesmo?