CNN apresenta nova fase da campanha #CNNpelaVacina

A CNN inicia nesta sexta-feira (8) a segunda fase da sua campanha de defesa à vacinação urgente contra o coronavírus no Brasil.

Intitulado “CNNpelaVacina”, o movimento teve início no dia 24 de dezembro de 2020 com o lançamento da hashtag #CNNpelaVacina na TV, site e redes sociais; criação do “Painel da Vacina CNN”, com informações sobre a situação do Brasil e de diversos outros países; e imagens atualizadas da vacinação ocorrendo ao redor do mundo.

CNN apresenta nova fase da campanha #CNNpelaVacina image004_1_2-1

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Na segunda fase, a CNN reafirma seu compromisso com a população brasileira. Antes de todos os seus intervalos comerciais, a emissora colocará no ar vídeos com as maiores autoridades em saúde pública do País defendendo que a vacinação deve iniciar de forma mais rápida e segura possível – seja qual for o produtor da vacina e acima de divergências políticas.

Por: Acontecendo Aqui

O que esperar para o TikTok em 2021?

Com chegada de formatos de anúncio no Brasil, TikTok tende a ganhar mais adesão das marcas

O ano de 2020 foi decisivo para o crescimento do TikTok no mundo, especialmente para o engajamento das marcas no aplicativo. Elas se fizeram presentes em conteúdo em suas páginas, com criadores de conteúdo e nos novos formatos de mídia para anúncios. De acordo com especialistas consultados pela reportagem do Meio & Mensagem, as perspectivas são de que a plataforma da Bytedance ainda ganhe espaço estratégico no plano de mídia dos anunciantes conforme ela expanda seus recursos no Brasil e seja bem sucedida em desafios, como o investimento de redes maiores em recursos similares.

O ano de 2021 já reserva alguns avanços para a rede social em termos comerciais. Nos últimos meses de 2020, o TikTok introduziu suas primeiras soluções de mídia no Brasil. Algo esperado desde junho, quando a Bytedance comunicou a criação do TikTok for Business, uma plataforma para marcas que visa auxiliar anunciantes e agências a produzir e gerenciar publicidade no aplicativo. Até então, o TikTok não apresentava formatos de anúncios para marcas.

O que esperar para o TikTok em 2021? solen-feyissa-E7TmHmYqda0-unsplash-1“O caminho natural do TikTok em 2021 é de relevância e expansão nas estratégias de marketing. Em uma conversa recente com o time global do TikTok for Business, percebe-se o quanto esse caminho natural já está sendo desenhado, com boas soluções de mídia em pleno aquecimento e potenciais explosivos”, aponta João Passarinho Netto, VP de estratégia criativa da Jotacom.

Apesar dessa boa notícia para o mercado, os anunciantes não esperaram tais formatos para se tornarem ativos na rede social em seu momento mais acessado em decorrência da pandemia, conforme conta Sérgio Brotto, diretor executivo de mídia da Ampfy. “Os mais inovadores tem perfil e já estão produzindo conteúdos proprietários”, diz. Segundo o executivo, o caminho que trilha o TikTok é sólido e o aplicativo vem ganhando share de investimento do mercado. “Em 2021 vamos ver as marcas e audiência aumentando cada vez mais a presença na plataforma”, prevê.

 

Mesmo o Instagram apostando em ferramentas muito semelhantes aos do app chinês, assim como fez com o Snapchat, Brotto acredita ser mais improvável que o a rede social do Facebook venha a suceder na neutralização do concorrente tendo em vista sua consolidação no gosto popular.

Estratégia das marcas
Dentre as vantagens sobre o uso estratégico do TikTok pelos anunciantes, um ponto ressaltado pelos executivos foi o fácil diálogo com o público mais jovem e adulto que logam na plataforma frequentemente. De acordo com Rick Nelson, CRO da Squid, 90% dos usuários acessam o aplicativo diariamente. Além disso, ele indica que a plataforma tem uma linguagem voltada para o entretenimento, tipo de conteúdo que retém a atenção do público. ” “Acredito que o TikTok seguirá crescendo aceleradamente em 2021 e será fundamental na estratégia de quem busca se comunicar com o público jovem. É um espaço extremamente propício para as marcas se inserirem de maneira estratégica e relevante”, descreve.

Na opinião de Vicente Varela, chief data & media officer da Lew’Lara\TBWA, o TikTok proporciona relevância ao tempo das pessoas, com seus formatos curtos e relevantes, “de modo que respeita o maior KPI da atualidade: o tempo”, afirma. “O foco aqui é o território e o contexto, e não a classificação demográfica. Por essa razão, a implementação estratégica pautada entre contexto e linguagem é a matriz a ser seguida para se atuar na plataforma”, propõe Varela.

Nesse contexto, Varela considera importante usar formatos originais da plataforma para criar conteúdo nativo, acrescentando na experiência do usuário e não visando impacto publicitário. “O mais importante é entender que o TikTok não é mais um canal de distribuição de campanha”, diz.

Outra forma de se fazer presente de forma mais nativa no TikTok é através do uso de influenciadores da plataforma, que se tornaram conhecidos pelo apelido “tiktokers”. Para Isabella Nascimento, gerente de planejamento e estratégia na Samyroad, a inserção do TikTok na estratégia de conteúdo com influenciadores digitais vem se tornando algo cada vez mais presente no discurso das marcas. Isso, segundo a executiva, foi reforçado em 2020 com o crescimento da audiência, o que levou os anunciantes a expandirem seu foco além do Instagram e YouTube.

“Em 2021, o conteúdo em vídeo representará 80% de todo o tráfego da internet. Construir uma comunidade de influenciadores dentro do aplicativo, oferece às marcas uma maneira de tornar sua marca viral, criando interações com a audiência por meio de challenges, hashtags e lives que bombam na plataforma e provocando conteúdo espontâneo a ser criado e compartilhado pelos próprios usuários. O conteúdo criado pelos influenciadores trazem mais engajamento que o conteúdo criado pelo próprio canal da marca”, argumenta.

 

Por: Thaís Monteiro – Meio & Mensagem
**Crédito da imagem no topo: Kon Karampelas/Unsplash

Campanha publicitária divulga “Bombinhas – a península mais bonita do Brasil”

Com o intuito de apresentar o município catarinense como península, sendo um dos locais espetaculares do país, a Associação Visite Bombinhas, em parceria com o Sebrae/SC, acaba de lançar a campanha publicitária com o slogan “Bombinhas – a península mais bonita do Brasil”.

A ação faz parte das novas estratégias de posicionamento digital para o turismo e será veiculada em toda a cidade, nos canais de internet e em ações promocionais, apresentando a qualidade dos serviços oferecidos por associados da entidade e as experiências imperdíveis para a temporada de verão.

Ação é assinada pela Associação Visite Bombinhas com apoio do Sebrae/SC

A campanha
Esta é a terceira etapa de um trabalho iniciado em setembro pela associação, que através da definição de estratégias de mercado, criou um novo conceito de comunicação, com site com informações específicas do município e novas redes sociais.

A divulgação conta com peças gráficas e publicitárias para estimular os visitantes a aproveitarem o que a cidade oferece de melhor. A ação tem como objetivo principal gerar melhores resultados para as empresas associadas não apenas na temporada de verão, mas durante todo o ano. A próxima etapa será a realização de um planejamento para estruturar as próximas ações de promoção do destino.

“Nossa cidade está entre os 10 destinos brasileiros que mais recebem turistas estrangeiros, muitas famílias, empresas e empregos, dependem da atividade turística. Por isso, queremos apresentar a cidade como península, um destino peculiar e atraente o ano inteiro. Se pararmos para pensar, vários dos principais destinos turísticos do mundo estão localizados em porções de terra, cercados por água, e nossa Bombinhas é um deles”, destaca o presidente da associação, Antônio Carlos Lopes.

Campanha publicitária divulga "Bombinhas - a península mais bonita do Brasil" sacola

Segundo o Gerente Regional do Sebrae da Foz, Alcides Sgrott Filho, o Sebrae/SC apoia projetos que desenvolvem a economia do município, fortalecendo os empreendedores locais. “Bombinhas é um dos destinos mais turísticos da nossa região e foi afetado fortemente pela crise da pandemia. Para que possamos impulsionar a economia dos empresários locais neste período difícil, nos juntamos a Associação Visite Bombinhas para apresentar a cidade como a mais bonita do Brasil, gerando visibilidade, emprego e riquezas para o município”, ressalta.

Campanha publicitária divulga "Bombinhas - a península mais bonita do Brasil" sacola

O lançamento da campanha aconteceu na última segunda-feira, 30 e contou com a participação de representantes do Sebrae, Secretário de Turismo de Bombinhas, SANTUR, Aeroporto de Florianópolis, Oceanic Aquarium de Balneário Camboriú e Hotéis, Pousadas, Restaurantes e Receptivos da Associação Visite Bombinhas.

Fonte: AcontecendoAqui

Luana Génot: “Marcas, se assumam como racistas”

Luana Génot, fundadora do ID_BR, defende que as empresas não fiquem no meio-termo quanto ao racismo e partam para a ação

Aurgência do combate ao racismo estrutural faz com que não haja mais tempo nem espaço para tabus ou omissões. De acordo com Luana Génot, fundadora e diretora-executiva do Instituto Identidades do Brasil (ID_BR), as empresas não podem mais ficar no meio-termo, devem assumir a responsabilidade e partir para a ação. Nos últimos meses, vários casos reforçam que o setor privado faz parte do problema, mas também pode atuar para ser a solução. Da morte de João Alberto no Carrefour na véspera do Dia da Consciência Negra, em novembro, à declaração considera racista da cofundadora do Nubank no programa Roda Viva, da TV Cultura, em outubro, ou as críticas recebidas pelo Magazine Luiza por lançar um programa de trainee para profissionais negros, em setembro. Tudo remete ao poder que as empresas exercem na sociedade, mas, sobretudo, pelo papel que desempenham quanto à pauta do racismo estrutural.

Luana Génot: “Marcas, se assumam como racistas” Luana_G

Meio & Mensagem – O que o caso recente da morte de João Alberto no Carrefour ilustra sobre a responsabilidade das empresas no combate ao racismo?
Luana Génot – As empresas não devem se esconder em seus relatórios de diversidade se colocando como diversas apenas porque entendem que possuem um número expressivo de profissionais negros em seus quadros. Isso faz com que elas relaxem quanto a essa pauta e esse é um assunto de constante alerta. Essa pauta não está resolvida, temos que fazer, com frequência, revisão de práticas para se desafiar e seguir avançando em relação à igualdade racial. Ainda sobre o caso Carrefour, existe outra questão de extrema urgência: não basta lidar com a questão somente na empresa tem que olhar para o ecossistema de fornecedores, inclusive suas empresas de segurança.

M&M – Como você avalia o discurso de Noel Prioux, CEO do Grupo Carrefour Brasil, no dia 21 de novembro, em rede nacional de televisão, após o caso?
Luana – No primeiro pronunciamento ficou nítido que faltam metas, números, prazos e investimentos. O discurso apenas para dizer que a empresa fica triste e se solidariza com a família do João Alberto é pouco. Agora com o investimento de 25 milhões anunciados para serem direcionados a pauta da igualdade racial, que sabemos que não trataram João Alberto de volta, sirvam pelo menos para marcarem uma nova fase de ações estruturadas pela pauta antirracista. Eu espero que, em futuros pronunciamentos e posicionamentos a empresa comprove ações efetivas e que possui planos para sua cadeia de valores. Para além dos 25 milhões e do prometido direcionamento de um dia de faturamento para essa pauta, precisamos ver no site aberto ao grande público um plano efetivo e seus resultados de curto, médio e longo prazo relativos à pauta antirracista.

M&M – Outro caso recente relacionado a racismo causou repercussão, após o pronunciamento da Cristina Junqueira, cofundadora do Nubank, o que essas situações ilustram sobre o desafio da diversidade estrutural no Brasil?
Luana – O caso do Nubank mostra outro ponto de atenção. Muitas vezes, a gente começa a acreditar que startups desconstruídas estão nascendo em um ambiente completamente diverso. Só que não. Qualquer empresa, seja uma centenária ou uma fintech, vive com os desafios do racismo estrutural. Seja um unicórnio ou um dinossauro. Quando vemos uma mulher branca, como a Cristina Junqueira, jovem e CEO, como é o caso de algumas empresas não só o Nubank a gente pensa, “nossa, ali existe tudo para ser um ambiente completamente desconstruído e inclusivo”. Pelo perfil da empresa, a gente acaba deixando de olhar com urgência sobre o tema antirracista que é uma via da inclusão que ainda tem sido negligenciada.

M&M – E sobre a maneira como o Nubank tratou o caso?
Luana – Muitas coisas, se não são resolvidas pelo amor, se resolvem pela dor. O mais importante é entender que, a partir da dor, e em um contexto em que as marcas estão sendo colocadas em praça pública, emitir nota com afirmações como “não era isso que eu queria dizer”, já não faz efeito. O Nubank nos ensina que é possível fazer de um caso de dor uma situação de construir algo em conjunto. A partir da dor é importante saber o que fazer. Investimento nítido, ações efetivas e um plano absolutamente transparente. Não adianta mais dizer que é pró-diversidade e não levar isso até as últimas consequências.

M&M – Em todos os casos acima temos aprendizados e desafios, qual a mensagem você teria a dar às empresas que ainda não se atentaram para a questão racial?
Luana – O primeiro passo é se assumir como racista. Eu diria, marcas, se assumam como racistas. Estamos todos em ambientes permeados pelo racismo estrutural. Varrer problemas estruturais para debaixo do tapete só tem acirrado as desigualdades que vivemos. Se antes, as empresas omitiam isso, elas precisam admitir que são racistas. E quanto mais rápido o fizerem, mais rápido poderão agir para combater esse mal. Apenas dizer não ao racismo não foi capaz de evitar que a gente reproduzisse o racismo estrutural. Essa virada de chave do “não sou racista para sou racista e preciso fazer algo para combatê-lo” é fundamental para quebrar esse ciclo.

M&M – A partir do momento em que uma empresa se assume como racista, como ir além do discurso?
Luana – Tem várias ferramentas que já ajudam as empresas a, a partir do momento que se assumirem como racistas, desenvolverem ações efetivas. Existem diagnósticos, Censo étnico-racial, meta de contratação, meta de promoção, treinamento de público interno, fornecedores, patrocínio de eventos que falem da temática, entre outras ações. Há uma série de ações que podem construir o combate ao racismo. Existe um outro tipo de discurso que é uma grande ilusão. Muita gente diz que a questão do combate ao racismo estrutural só deve ser orgânica, do coração, natural. Isso é um discurso muito incompleto. Não tem como só ser orgânico, ou algo que surja do coração, principalmente se você tem ambientes onde os negros não estão. Empatia também se constrói intencionalmente. As pessoas não possuem facilidade em falar das questões raciais. Ou seja, o fazer e a mudança envolvem uma intencionalidade. Preciso ter a intenção de falar da igualdade racial relativo a pessoas negras e indígenas.

M&M – Tomando as empresas que você auxiliou como exemplo, o que faz com que as políticas efetivas de combate ao racismo estrutural deem certo?
Luana – Dá certo quando o CEO toma a dor para si. É necessário ter um envolvimento da alta liderança. Dá errado quando o tema da diversidade é delegado para um terceiro ou até mesmo quando fica na mão de uma pessoa negra que não quer cuidar de algo ligado à questão racial, mas que foi escolhida por ser negra. Ou dá errado quando a empresa decide tomar uma atitude pontual depois da comoção em torno do tema e não dá continuidade e perenidade.

M&M – Há alguns anos muitas empresas iniciaram o movimento da inclusão pela publicidade, ou seja, nas campanhas, o quanto isso pode deixar de ser efetivo caso não haja algo mais estruturado?
Luana – Todo começo pressupõe erros e atropelos, mas é necessário começar de algum ponto. Se começou pela comunicação, tudo bem, mas sabendo que isso tem que ser apenas um passo de um grande plano de ações. A gente lidou com várias marcas que começaram pelo quadradinho preto. Ou seja, entenderam que tinha que tratar essa pauta. Mas se o quadradinho preto não for seguido de uma série de outras ações e em diferentes áreas da empresa, isso é oportunismo e oportunismo pode ser percebido pelo consumidor como algo que traga para marca um discurso muito vazio. É muito perigoso as marcas começarem pela comunicação sem entenderem que é só mais um ponto de toda a estratégia. Ou seja, a comunicação é só um primeiro passo e não deve parar por aí.

Por: Luiz Gustavo Pacete
Fonte: Meio&Mensagem

Balneário Saboroso – ABERTURA da 11ª Edição

Hoje, 26 de novembro, é mais um daqueles dias que temos a sensação de dever cumprido.

Este ano, nós da #AVANCE, criamos uma campanha com total sintonia ao atual momento do mundo. Onde os esforços são à proteção e os cuidados sanitários de maneira geral.
 
Com o mote de campanha: Quando o coração é de sol, saboroso é o verão – o Balneário Saboroso, que há mais de 10 anos acontece no inverno, este ano foi reinventado, para um melhor resultado e experiências ainda mais saborosas. A edição verão do Balneário Saboroso ocorre entre os dias 26/11 a 20/12.

A Avance propaganda, está há 2 anos como a Agência oficial do Festival. Em 2019, através de nossas estratégias e ações, garantimos ao Balneário Saboroso, um crescimento em vendas superior a 53%, nunca antes vivenciado, o que nos enche de orgulho e claro, nos dá a certeza que, nosso time de especialistas, realmente está focado em cada cliente e sempre garante os melhores resultados. É ou não é para estarmos ainda mais orgulhosos?

 Lembre-se, a 11ª edição do Balneário Saboroso já está acontecendo. E para esse ano, são 22 restaurantes, com Menus exclusivos com Entrada, Prato Principal e Sobremesa por um valor de R$ 59,90 por pessoa.
 
Além disso, contribuir com o comércio de nossa cidade garante uma retomada da economia, manutenção de empregos e novas oportunidades de trabalho a todos. Incentive, prestigie e faça você também parte do Balneário Saboroso.
 
Sobre o Festival Gastronomico:

11º BALNEÁRIO SABOROSO
O Festival Gastronômico Balneário Saboroso está comemorando seus 11 anos de pura gastronomia e convida você, para juntos, transformarmos essa edição.
Permita-se fazer parte desse roteiro gastronômico de verão, que irá percorrer os 22 melhores restaurantes de Balneário Camboriú em uma experiência gastronômica completa.

QUANDO O CORAÇÃO É DE SOL, SABOROSO É O VERÃO.
Venha fazer parte desta celebração que acontece entre os dias 26/11 a 20/12 e desfrute de grandes momento, com a incrível diversidade de menus únicos com Entrada, Prato Principal e Sobremesa.

Acesse o site do Festival e escolha os seus Menus preferidos.

Verdade e funcionalidade

Conversas mais simples e próximas transformam influenciadoras de beleza em novas autoridades na comunicação do setor com diferentes públicos

Estudo feito pela Shareablee em 2018 avaliava sob variados aspectos o impacto da ação de influenciadores. Um ponto de destaque era a associação dessas pessoas ao comportamento de compra dos seguidores. Quase a metade daqueles entre 18 e 34 anos (42%) afirmaram testar produtos indicados por um influenciador e 26%, terem feito uma compra com base em recomendação. E a inclinação para as compras após uma recomendação cresce entre os mais jovens: 48% daqueles entre 18 e 24 anos. São números a serem levados em consideração quando se estima que o mercado de influencers já mova mais de US$ 10 bilhões globalmente. E se tem um segmento em que eles — e especialmente elas — se destacam é o de beleza.

Patricia Borges, CMO da L’Oréal Brasil, destaca que nos últimos anos influenciadoras têm se consolidado como importantes formadoras de opinião, possibilitando à companhia e suas marcas compartilhar mensagens, produtos e benefícios de forma genuína. “A migração da comunicação para o digital não é um movimento apenas publicitário, é cultural”, ressalta. Em especial no início da pandemia, a L’Oréal elevou a proporção de mídia digital. Em 2020, até aqui, esse aumento de investimento é de 128%.

Ainda que ressalte crer no mix de meios, a CMO é taxativa em dizer que as influenciadoras, hoje, são parte do negócio. “Quando trabalhamos com uma influenciadora, ela passa a ser a voz da marca para a audiência dela, e, por isso, é importante escolhermos sempre aquelas com propósitos alinhados aos da empresa”. Um exemplo do fortalecimento dessa relação é o projeto “Meu mundo Lancôme”, no qual as influenciadoras criam sua própria loja online no e-commerce da marca com produtos selecionados por elas e que fazem parte de suas rotinas de beleza. “É isso que buscamos: influenciadoras que consigam engajar sua audiência de forma verdadeira”, diz Patricia. Olhar com cuidado KPIs gerados pelas estratégias de influenciadores, tanto quantitativos quanto qualitativos, e a diversidade, para representar um conceito amplo de beleza, ligado a empoderamento e autoestima, com influenciadoras de diferentes idades, biótipos e estilos, também é um foco.

André Farber, vice-presidente de vendas do Grupo Boticário, atribui a ascensão dos influenciadores à democratização da informação. Facebook e WhatsApp fizeram as pessoas migrarem o foco de conteúdo e entretenimento de fontes únicas (TV, revistas) para um “marketplace de informações”. Se inicialmente havia uma onda de super blogueiras, todos de certa forma são um veículo e podem falar de um assunto por afinidade. Ainda que as marcas sigam investindo em super blogueiras, cada vez mais incluem pessoas comuns em seu ecossistema. Quem disse, Berenice?, por exemplo, criou o “Chega Mais”, em que fãs da marca podem promover produtos em suas redes. A afinidade de perfis de produtos e marcas também é ponto-chave. “Se falamos de uma linha de orgânicos, como lançamos agora, vamos falar com quem tem a ver com isso, que atua por uma vida mais natural e tem um público que acredita também”, diz Farber.

Caroline Bertelli, diretora de marketing da Dailus, também ressalta que houve uma transição de meios e o que as influenciadoras fizeram foi surfar a onda muito bem. O discurso de autoridade da mídia viu surgir uma linguagem mais próxima com o público e formas mais didáticas de conversa. “O consumo mais simples e claro de mídia gerou um consumo de forma diferente para outras coisas. Na beleza, passou a haver um resultado imediato das ações que as marcas faziam, de conversão de vendas, no PDV, pelo fato de uma menina ter tirado todas as dúvidas sobre um produto”, diz.

A Dailus, que completará 15 anos em 2021, cresceu oferecendo às influenciadoras seus produtos para produzirem conteúdo, enquanto estas ofereciam a suas audiências uma alternativa de consumo nacional aos importados de custo elevado. Se por muito tempo conteúdos de beleza queriam inspirar, as pessoas buscam agora aquilo que sirva ao seu dia a dia. Com isso, a Dailus fez parcerias de médio prazo com influenciadores como Camila de Lucas, Gessica Kayane; Tássio Santos, jornalista e maquiador negro, do perfil Herdeira da Beleza; e Jéssica Riviery, que tem mais de 500 mil seguidoras no Instagram falando sobre unhas.

Carlos Pitchu, vice-presidente de mídia, conteúdo e comunicação da Natura&Co para América Latina, concorda que para a beleza o trabalho com influencers possa ter mais relevância, mas com o amadurecimento do digital, o caminho é válido para todos os setores. “Para a indústria de beleza, elas nos apoiam de diferentes maneiras, não é somente sobre seu alcance, mas a relevância construída em parceria. Acessam públicos de maneira super inteligente e eficiente, trazem feedbacks, porque estão com o dedo no zeitgest”, analisa. O executivo ressalta que cada categoria de produto tem mix e escolhas diferentes e que “one size does not fits all”, quando o assunto é a relação influencer e mídia. Além disso, o volume de seguidores é quase secundário diante de engajamento, só obtido com conteúdo pertinente e bom serviço.

André, do Boticário, afirma que o investimento mudou bastante dos meios tradicionais para os digitais. Outro ponto é a forma que os profissionais de marketing estruturam as ações: antes poucas e grandes campanhas, com longo prazo, e, agora, numa velocidade muito maior. “Temos mais engenheiros trabalhando com mídia digital, quando no passado eram mais publicitários. Agora, existe um combo de soft e hard, que ganhou peso”, pontua.

Omnicanalidade é um conceito que a L’Occitane en Provence também usa na mídia, segundo Pierry Coni, head de marca no Brasil, ao justificar a extinção da linha online-off-line, para uma comunicação 360º e interconectada. “A dinâmica da comunicação das marcas foi alterada positivamente pelo trabalho das influenciadoras, porque agora podemos nos conectar mais diretamente com novos públicos, nos aproximando através da figura de pessoas conhecidas, que têm alto poder de aconselhamento para suas audiências”, comenta.

No caso de uma marca “masstige” (mix de massa e prestígio, em inglês), diz Pierry, influenciadoras ajudam a reforçar a mensagem de que seus produtos e serviços podem estar no dia a dia de uma pessoa comum. Embora considere número de seguidores e engajamento métricas importantes, a afinidade de filosofia para uma parceria genuína em torno de determinado produto está acima de tudo. Exalta, ainda, o papel das influenciadoras em trazer mais representatividade e diversidade ao setor de beleza.
Para Joana Gasparini, head de digital da sueca Foreo, a tecnologia nos trouxe ao digital, mas as influenciadoras foram indispensáveis para ajudar marcas a entenderem essa nova opção de comunicação. “Elas são essenciais para ajudar a marca a atingir públicos variados. Trabalhamos com elas para educar os consumidores de forma mais prática, rápida”. A Foreo surgiu em 2013, criando uma categoria de aparelhos para cuidados faciais. Os pontos de venda físicos são um lado importante do negócio afetado na pandemia e a marca redirecionou quase 100% do orçamento para o digital.

“Mudamos o tom da mensagem e vimos a audiência crescendo em diferentes áreas. Vimos pessoas mais velhas aprendendo a usar a internet, consumindo via e-commerce”, destaca Joana. Como resultado, a venda online cresceu de abril a junho. Mesmo com a reabertura das lojas e vendas em unidades como Sephora e Amaro, o e-commerce continua relevante, concentrando, agora, 65% das vendas. Inclusive por isso, as ações com influenciadoras seguem relevantes, já que elas, de certa forma, se tornam uma personificação da marca num período como o da quarentena, em que tato e empatia são essenciais. Além disso, elas geram desejo pelos produtos e ajudam na parte educacional.

Gestão de riscos
Influenciadores são pessoas, passíveis de deslizes e comportamentos que eventualmente se descolam dos valores das empresas, e é consenso que a melhor forma de evitar problemas é uma seleção criteriosa. “Temos um processo longo e estruturado na escolha das influenciadoras que trabalham conosco, justamente para evitar incompatibilidades”, diz Patricia, CMO da L’Oréal.

Pierry Coni, da L’Occitane, ressalta como risco, além de uma eventual desconexão da influenciadora com os valores da marca, o fato de a pessoa trabalhar para muitas ao mesmo tempo, o que não gera identidade com qualquer uma delas. O processo de escolha e de construção de um briefing em conjunto é destacado também por Carlos Pitchu. Somente assim haverá compreensão dos objetivos de cada ação. “Mas são pessoas. Compreendemos que, eventualmente, pessoas podem ser mal interpretadas ou mesmo cometer erros. Precisa saber reconhecer e reparar rapidamente, sempre tendo a verdade como matéria-prima”, diz.

André, do Boticário, ressalta dois pontos de atenção no trabalho de influência: fazer algo que não seja verdadeiro, porque vira “investimento à toa”, e, em parceria recorrente com alguma pessoa, fazer essa escolha após um escrutínio maior, porque torna-se quase uma sociedade e é preciso entender com quem a marca está compondo essa sociedade. “Quando trabalhamos só por números podemos pecar nas escolhas. É preciso ter sinergia entre marca e pessoa”, faz coro Joana, da Foreo.

Já Caroline, da Dailus, lembra que crescemos na cultura das celebridades, e a transição das mídias representou um alívio a isso, mas quando alguém se torna “super influenciadora”, existe o risco de voltar ao lugar comum da “capa de revista” de antigamente. Neste ponto, o sucesso do TikTok está em ser “diversão, conteúdo do dia a dia, nada inspiracional”, diferente do que o Instagram estava se transformando. Por outro lado, alerta para o fato de algumas marcas de beleza andarem mais “preguiçosas”, delegando a construção de marca às influenciadoras. “As marcas é que precisam saber o que querem fazer”.

De divulgadoras a marcas
Ao perceberem seu poder, algumas criadoras de conteúdo passaram a ter suas próprias marcas. Camila Coutinho é uma delas. Em 2006, criou o blog de moda e beleza Garotas Estúpidas e de lá para cá se tornou mais influente, desenvolvendo parcerias com MAC, Dior, Pantene, Diane Von Fürstenberg, Revolve, Natura e Renner. Em setembro de 2020, a influencer decidiu investir em uma marca de beleza própria, a Ge Beauty, com foco nos cuidados para cabelo. Camila criou a Ge Beauty após o surgimento de uma marca com o nome Garota Estúpida. “Isso acendeu uma luzinha para mim desse segmento e me deu vontade de pegar aquilo e fazer do meu jeito, da maneira que acreditava”, revela Camila.

Outra criadora que lançou sua marca de cosméticos foi Bruna Tavares, do blog Pausa para Feminices. “Minha carreira de blogueira está muito ligada à minha carreira de empresária, porque em 2009 criei meu blog e, em 2011, recebi um convite para fazer meu primeiro batom. Dali por diante não parei mais. Lancei coleção, depois a marca própria”, comenta. Com sua marca, afirma ser capaz de se envolver muito mais e ter confiança, porque estar lidando com seu nome.

Em 2011, Bianca Andrade estreou seu canal de beleza no YouTube, chamado Boca Rosa. Desde então, Boca Rosa, como passou a ser chamada, foi ganhando uma grande base de fãs e chamou atenção das marcas. Após trabalhar para empresas de beleza, em 2018, a influencer lançou a Boca Rosa Beauty em parceria com a Payot. Bianca comenta que ao fazer campanha publicitária para outras marcas se apaixonava pelos bastidores. “Achava incrível ser o rosto das marcas, era uma honra para mim. Ao mesmo tempo, tinha essa curiosidade e vontade de ter uma marca própria, para aplicar tudo isso que via e me encantava dentro de um projeto meu”, recorda.

Apesar de ainda não ter sua marca própria, Bruna Santina Martins, conhecida como Niina Secrets, lançou sua primeira linha de maquiagem em setembro com a Eudora. A influencer estreou seu canal no YouTube em 2010 e desde lá conquistou muitos fãs de beleza e maquiagem e trabalhou em parceria com marcas do setor. “Já era parceira da Eudora há alguns anos e, quando o convite chegou, conhecia a qualidade dos produtos e os valores da empresa, o que me deu muita segurança para dar esse passo”, explica Niina, reforçando que no momento não pensa em ter uma marca própria, mas não descarta a possibilidade.

Marketing orgânico
Por estarem no mercado há muitos anos, as influenciadoras de beleza apostam em sua base de fãs para construir o marketing de suas marcas. Bruna Tavares deu início ao que hoje em dia é conhecido como spoiler, ou seja, dar uma prévia aos fãs sobre o que é o produto. “Desde o meu primeiro batom trouxe meu público para os bastidores. Não foi uma estratégia de marketing, foi orgânico e natural, mas que se tornou uma estratégia que muitas marcas usam, trazer o consumidor aos bastidores, para ele ver o projeto nascendo junto com você”, comenta Bruna.

Niina Secrets usa o spoiler em sua linha com a Eudora. “Poder compartilhar o andamento do projeto em primeira mão com toda a comunidade por meio de espiadinhas e spoilers foi um fator importante da estratégia do lançamento”, afirma Niina. “Um dos principais pontos sobre o desenvolvimento da linha com a Eudora foi a liberdade que a marca me deu para criar, e pudemos contar com a colaboração dos meus seguidores, de representantes e consumidoras da Eudora e de outros creators de beleza”, complementa.

Por ser uma marca nativa digital, a estratégia de marketing da Ge Beauty é 100% digital. Segundo Camila, a marca nasceu para ser maior do que ela própria e do que o Garotas Estúpidas, e os seguidores dessas duas marcas pessoais da influencer deram início ao marketing da Ge Beauty. Além de não estar presente na campanha de lançamento da marca, a Ge Beauty não usou outras criadoras de conteúdo em sua divulgação. “Queríamos que os primeiros reviews que surgissem na internet, nas redes sociais, fossem de consumidoras reais, que, de fato, compraram o produto e estão ali falando puramente tudo que acharam”, diz. Posteriormente, a marca começou a criar relacionamentos com influenciadoras especializadas em beleza e cabelo. “Acredito muito no poder da resenha, da comunidade, da troca e, obviamente, aos poucos vamos ficando mais ativas no mercado de marketing de influência”, explica Camila.

A estratégia de marketing da Boca Rosa Beauty é criar uma história, uma nova identidade a cada lançamento. Entretanto, assim que Bianca Andrade saiu do BBB 20, a marca tinha cinco lançamentos a serem feitos, mas a pandemia levou a adiá-los. Naquele momento, a influencer repensou a estratégia. “Comecei a me questionar como conseguiria chamar a atenção das pessoas, então comecei a brincar com o marketing orgânico, de colocar o meu produto em momentos aleatórios do dia”, recorda. “Isso virou uma estratégia onde todas as seguidoras faziam a mesma coisa em suas casas. Tive um retorno fora do normal e fez com que minhas seguidoras tivessem um engajamento não só comigo, mas com o meu produto”.

Cataldo Domenicis, gerente executivo de marketing da Sephora, acredita que as estratégias com criadores de conteúdo desenvolvidas de forma coerente e genuína trazem sempre retornos positivos a todos. “Os rumos que o mercado de influência de beleza vem tomando evidenciam tendências cada vez mais conectadas à autoaceitação e bem-estar, ou seja, a beleza como ferramenta de autoestima. Os influenciadores chegaram para quebrar paradigmas e fazer ecoar os novos conceitos de uma beleza sem padrões pré-estabelecidos, de maneira inteligente e inclusiva”, opina.

Relação com outras marcas
Apesar de investirem em linhas e marcas próprias, a relação das influenciadoras com marcas de beleza continua. Mesmo depois de ter lançado sua marca própria, Bruna Tavares seguiu recebendo propostas para parcerias. A influencer revela que sua estratégia é fazer publicidade para coisas diferentes do que existe em sua marca. “Se tenho na minha linha batons de um certo tipo, não vou fazer publicidade de marcas que têm coisas iguais”. Camila Coutinho também continuou fechando parcerias com marcas que têm produtos diferentes dos seus. “Nunca tive medo de perder anunciantes”, afirma.

Para Niina, ver criadoras de conteúdo em posição de empresárias contribui para o mercado, porque amplia a concorrência e mostra como o trabalho delas é realmente sério. “Há dez anos, mal se falava sobre o assunto e hoje é quase impossível falar sobre marketing sem mencionar influência digital”. Segundo Bruna, as marcas continuam trabalhando com influenciadoras que já têm sua própria marca, porque sabem o poder de suas vozes e seu papel em elucidar o público e ampliar a base de consumidoras. “A marca pode ter um funil de vendas muito grande, mas na hora que divulga um produto, não vende. Já uma blogueira que tem uma linha de maquiagem, a marca já sabe que ela reverte, então, ter ela ali apoiando um projeto é óbvio que dará certo”, afirma.

Os influenciadores são membros de uma comunidade capaz de comunicar conceitos e traduzir estilos de vida, de acordo com Cataldo. “Buscamos trabalhar na Sephora com nomes que acrescentam diversidade, inclusão e representatividade às nossas iniciativas e ações, além de priorizar aqueles que possuem um poder de influência positivo, transparente e saudável”, afirma. Já Niina Secrets ressalta que o papel das influenciadoras de beleza passou por uma clara mudança, assim como o mercado em geral. “Antes, nossa posição partia muito mais de um ponto de vista de consumo e isso se expandiu, também ajudamos a moldar os caminhos do setor quando nos tornamos uma marca e servimos de modelo para o comportamento de uma nova geração de criadores de conteúdo”, opina.

Por Amanda Schinaider e Roseani Rocha – Meio & Mensagem

Verdade e funcionalidade


O distanciamento social e as novas maneiras de olhar e cuidar da saúde física e mental

A crise de saúde pública que estamos vivenciando, o aumento de casos de estresse e ansiedade, a atenção com a saúde mental entre amigos, familiares

Muito tem se falado sobre o impacto da pandemia e do distanciamento social na vida das pessoas. Com isso, o novo normal, o novo consumidor, o novo mundo passam a fazer parte da nova realidade. Acredito que muitas dessas previsões são verdadeiras, obviamente o período de quarentena transformará hábitos, mas é importante entendermos que muitas dessas mudanças serão internas e a longo prazo. Quando entramos na questão da saúde, essas modificações se tornam ainda mais claras. Já houve um aumento de 226% de instalações não-orgânicas – ou seja, aquelas que tiveram investimento em publicidade e anúncios pagos – de aplicativos voltados para exercícios físicos, de acordo com estudo divulgado pela AppsFlyer. Outro dado bastante interessante é que a venda de itens para exercícios em casa, como colchonetes e cordas, cresceu quase 10 vezes, segundo o site Netshoes.Acredito que a preocupação com a saúde se tornará algo mais profundo. Estamos vivendo uma crise de saúde pública que afeta o mundo inteiro de maneira drástica. Muitas pessoas perderam ou estão perdendo familiares e amigos, outras estão passando por momentos complicados relacionados a crises de depressão ou ansiedade, por exemplo.

A questão da empatia, a preocupação com o próximo e o cuidado com a saúde mental estão se tornando debates cada vez mais comuns – ainda bem!Saúde mental é um tema que já vinha ganhando visibilidade nos últimos tempos, mas isso vem crescendo rapidamente durante o distanciamento social. O que todos os médicos especialistas concordam é que, sem sombra de dúvidas, o primeiro passo para cuidar da saúde mental é cuidar da saúde física. Exercícios físicos são a forma mais natural de estimular a endorfina, serotonina, dopamina e ocitocina no corpo – hormônios responsáveis pelas sensações de prazer e bem-estar, além de aliviar dores e relaxar o organismo. Quando se pratica atividades, todos esses hormônios são potencializados no corpo humano, trazendo uma sensação de prazer e motivação para superar limites e momentos difíceis.Existem estudos que afirmam que esses hormônios são benéficos no combate de possíveis patologias, como o estresse e a ansiedade, doenças cada vez mais comuns nos dias de hoje e que ganham destaque pelo crescimento exacerbado na sociedade moderna. Por terem enorme poder na melhora do humor, aliviam, inclusive, casos de depressão. Como afirmei no início deste artigo, a palavra novo vem sendo cada vez mais utilizada desde o início do período de distanciamento social. Mas será que, mais do que falar sobre o novo, não é a hora de começarmos a trabalhar com essa nova realidade e transformar a nossa rotina? O que quero dizer com tudo isso é que, mesmo que você tenha sido sedentário boa parte da vida, ou que a correria do dia a dia deixasse os cuidados com a saúde em penúltimo ou até mesmo último plano, ainda é possível transformar essa realidade.

Que tal aproveitar o tempo em casa para começar a praticar exercícios físicos? Existem muitas opções e isso, com certeza, transformará a sua vida, trazendo mais qualidade em todos os aspectos da sua rotina. A crise de saúde pública que estamos vivenciando, o aumento de casos de estresse e ansiedade, a atenção com a saúde mental entre amigos, familiares e até mesmo dentro das empresas, devem ser um sinal de alerta para todos. Será que todos esses fatores, que muitas vezes eram esquecidos, não precisam ganhar mais atenção da nossa parte a partir de agora? Vamos aproveitar esse momento, olhar para dentro de nós e entender onde podemos evoluir. Assim, quando tudo isso passar – e vai passar -, estaremos prontos para sermos pessoas melhores, transformando o mundo em um lugar melhor.

Faça parte dessa mudança!

Por: Fabio De Lucca – Gestor de expansão do YUp!, app que oferece mais de oito mil horas de exercícios para serem praticados em casa
Fonte: AcontecendoAqui
https://acontecendoaqui.com.br/comunicacao/o-distanciamento-social-e-novas-maneiras-de-olhar-e-cuidar-da-saude-fisica-e-mental

 

Tetra Pak incentiva a prática de bons hábitos em sua nova campanha

Criação é da agência Jeffrey Group em parceria com a produtora Eyxo

A Tetra Pak, empresa sueca fabricante de embalagens para alimentos, apresenta uma campanha que visa incentivar a reflexão sobre como boas práticas inseridas no cotidiano podem resultar em transformações para o bem-estar coletivo.

Sob o mote “Transformar o presente para proteger o futuro”, a campanha desenvolvida pela agência Jeffrey Group, em parceria com a produtora Eyxo, é composta por um vídeo manifesto de 1’10” e quatro episódios de 30″, onde cada um foca em uma atividade que requer a adaptação de um hábito antigo ou o início de um novo. Alguns exemplos são: fazer exercícios em casa; reunir-se com amigos virtualmente; preparar receitas novas ou se arriscar em reproduzir um prato de família; e ter qualidade de tempo com os filhos.

E por fim, a assinatura “Eu separo, você separa, nós reciclamos” se refere a direcionar corretamente os resíduos para coleta seletiva. Essa escolha representa o início do percurso dos resíduos recicláveis, possibilitando a transformação dos materiais em novos produtos.

“Trabalhamos a educação ambiental há mais de 20 anos e acreditamos no poder dessa conscientização. Queremos reforçar a mensagem de que hábitos individuais fazem a diferença para movimentar o coletivo, beneficiando a cadeia de reciclagem. Também a proveitamos para trazer o conceito da responsabilidade compartilhada, em que a economia circular de baixo carbono se torna viável em um cenário de colaboração entre indústria, governo e sociedade”, comenta a diretora de Sustentabilidade da Tetra Pak do Brasil e Cone Sul, Valéria Michel.

Assista ao vídeo manifesto: https://youtu.be/5zEQP8K4HPw

Fonte: Acontecendo Aqui

Como as Fintechs estão ajudando as PMEs na crise

No momento em que a pandemia foi anunciada, empreendedores tiveram apoio de startups e puderam seguir nos negócios, apesar da crise ter chegado

Quando analisamos os principais conceitos das Fintechs – agilidade, liberdade e preço baixo – entendemos porque elas vêm despertando o interesse das pequenas e médias empresas brasileiras. Com menos burocracia e gastos, os empreendedores viram nessas empresas a possibilidade de gerir as finanças e investir em tecnologia com menos gastos. No momento em que a pandemia foi anunciada, as PMEs tiveram apoio de startups e puderam seguir nos negócios, apesar da crise ter chegado.

Mudar do tradicional para o novo exige conquista e nem todo empresariado está disposto a arriscar. Uma pesquisa feita pelo Google Brasil em outubro de 2019 com 500 usuários de serviços financeiros de todas as regiões do país mostra que 41% deles disseram não estar dispostos a usar esse tipo de serviço. Outros 42% disseram que não sabem se estariam dispostos a mudar para uma startup. Apenas 17% disse que está disposto a abrir nova conta, trocar de cartão, mudar seus investimentos, contratar créditos de uma startup financeira com certeza.

Ainda que grande parte da população não pense ainda em usar os serviços de uma Fintech, o pequeno empresário vem dando mais atenção a essas soluções – principalmente o jovem empreendedor. A pesquisa do Google mostra que os pertencentes a Geração Z são mais propensos a mudar para uma startup. Mais de 25% dos entrevistados com idade entre 18 e 24 anos afirmaram que usariam os serviços de uma Fintech. O número cai, porém, para 15% entre aqueles com idade acima de 25 anos e, entre os acima de 45 anos, está em 12%. A boa notícia é que a aceitação vem aumentando em todas as faixas etárias.

Via de mão dupla

As Fintechs de sucesso nascem exatamente dos vácuos deixados pelas grandes organizações e aí encontram a oportunidade de mostrar todo potencial que possuem e quebrar os preconceitos que poderiam existir. Um exemplo são as que oferecem serviços por meio de plataformas de Banking as a service (BaaS) – uma inovação que viabiliza a atuação de empresas que não são do setor financeiro. Com uma cartela de recursos cada vez mais atualizada e ampla, elas oferecem aos clientes ainda a segurança e operações mais modernas.

Um fator que já é bastante cobrado desse nicho é a questão da experiência do usuário. Conforme o universo de pagamentos se expande, a experiência do cliente está se tornando o principal diferencial competitivo. Ou seja, a PME pode se igualar aos grandes players por poderem utilizar das mesmas ferramentas como Internet das Coisas, Big Data, Biometria, entre outros.

Além de criar insumos de concorrência igualitária e criar soluções para o empreendedor, as Fintechs estão atuando lado a lado com esses clientes – que são os que mais apoiam e precisam delas nesse momento.

Cases

A plataforma Precisamos e a fintech Hybank criaram uma função específica para os empreendedores que sofrem com as dificuldades de acesso a crédito. O Hybank atua diretamente com o microempreendedor e oferece assessoria financeira, de negócios e também em áreas como Marketing, design, tecnologia e atendimento. Esta ação foi pensada justamente para o momento de pandemia.

O usuário que necessita de ajuda se cadastra em uma categoria específica, como pagamento de contas, recebimento de alimentos perecíveis e não perecíveis. A nova categoria batizada de “auxílio ao microempreendedor” conecta quem necessita de ajuda ao Hybank. A equipe da startup recebe um e-mail com os dados de quem se cadastrou no site e agenda uma consultoria gratuita, auxiliando em dúvidas e boas práticas de gestão para enfrentar a crise.

Já a XP Inc. e a securitizadora VERT lançaram a DuAgro, fintech voltada para facilitar o acesso do produtor rural brasileiro a linhas de crédito desenhadas especificamente para o campo, promovendo o financiamento para a compra de insumos agrícolas. O foco de atuação são os pequenos e médios produtores, que juntos, respondem por cerca de 70% do valor da produção total da agropecuária brasileira. Esse grupo enfrenta dificuldade de acesso ao crédito, concentrado em poucos bancos e indústrias. Nesse contexto de crédito rural subsidiado, a DuAgro facilitará a disponibilização de recursos aos agricultores por meio da indústria e dos distribuidores de insumos.

A Remessa Online, plataforma brasileira de transferências internacionais que já transacionou mais de R$10 bilhões em mais de 100 países desde 2016, lançou uma campanha para comunicar o serviço de remessa internacional para empresas. O foco é facilitar a vida dos pequenos negócios que recebem pagamentos por serviços prestados a empresas e muitas vezes são esquecidos pelo sistema tradicional. Desenvolvedores de softwares, produtores de conteúdo e de vídeo, jornalistas, e outros profissionais que atuam como MEI ou ME e tem esse fluxo frequente com outros países, são alguns dos profissionais que serão contemplados com essa nova funcionalidade.

Compre o estudo: “Fintech: o duelo silencioso do novo e tradicional no mercado financeiro” e outros estudos de mercado, além de ferramentas e pesquisas no Mundo do Marketing Inteligência.

 

Por: Priscilla Oliveira
Fonte: Mundo do Marketing

Entenda por que as empresas estão boicotando o Facebook

CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, ficou US$ 7,2 bilhões mais pobre na última sexta-feira, 26. As ações da rede social caíram 8,3% – o maior recuo em três meses – após alguns dos maiores anunciantes do mundo declararem que irão interromper a veiculação de anúncios publicitários na plataforma por algum tempo.

O Facebook  – e, mais para o fim da semana, o Twitter – vêm enfrentando um boicote que começou nas redes sociais, nos Estados Unidos, com algumas marcas e que, com o passar dos dias, ganhou proporções maiores. Entidades ligadas à movimentos civis daquele país deram início ao movimento #StopHateForProfit (“Pare de Dar Lucro ao Ódio”, na tradução), para pressionar anunciantes e grandes empresas a retirarem suas verbas publicitárias das plataformas do Facebook por acreditarem que a companhia não vem atuando de forma eficaz para coibir e diminuir os discursos de ódio publicados nas timelines.

Embora as críticas em relação à maneira como as redes sociais, de modo geral, permitem a livre publicação de discursos e ideias que por vezes pode ser ofensivas – ou então, conter informações inverídicas – sejam um tema presente na indústria da comunicação há algun anos, o estopim para a crise atual aconteceu após a eclosão dos movimentos em prol da igualdade racial, que tomaram diversas cidades dos Estados Unidos recentemente, após o assassinato do segurança George Floyd. Assim que os primeiros protestos nas ruas começaram, o presidente do país, Donald Trump, usou suas redes sociais para sugerir que a polícia reprimiria com violência as manifestações. “Quando começarem os saques, começam os tiros”, escreveu Trump em seu perfil no Twitter e no Facebook.

A maneira como a rede social de Mark Zuckerberg reagiu à postagem do presidente foi determinante para dar corpo às críticas. Enquanto o Twitter sinalizou a mensagem do líder estadunidense com um rótulo de conteúdo incitador de violência, o Facebook não fez qualquer filtragem na postagem. Zuckerberg e outros executivos da companhia chegaram a dizer que, de forma pessoal, repudiavam a declaração, mas a companhia, institucionalmente, manteve o discurso de que não poderia interferir na liberdade de expressão.

O crescimento do boicote
Desde a semana passada, diferentes organizações ligadas aos direitos civis, inclusive a Liga Antidifamação, decidiram usar outra estratégia para cobrar uma reação da rede social. As entidades começaram sugerir a anunciantes que interrompessem a veiculação de publicidade no Facebook no mês de julho, como uma forma de ajudar a não fomentar a rede social que, na visão dessas organizações, é permissiva em relação aos discursos de ódio.

O protesto começou a ganhar a adesão de marcas com importante presença em território estadunidense, como The North Face, Patagonia, REI, Ben & Jerry’s, Eddie Bauer e Magnolia Pictures. Na sexta-feira, 26, a gigante de tecnologia Verizon também comunicou que deixaria de anunciar temporariamente na rede social.

A onda cresceu, no entanto, com o anúncio da Unilever, que não apenas seguiu às demais emissoras no boicote, como ampliou a restrições. A companhia, que é um dos maiores anunciantes do mundo, declarou que não irá anunciar mais no Facebook, Instagram e nem no Twitter até o fim de 2020. A dona das marcas Dove, Hellmann’s e Clear, dentre outras, afirmou que irá direcionar seus investimentos em publicidade para outras mídias. De acordo com o banco de dados e plataforma de inteligência Pathmatics, a Unilever destinou US$ 42,3 milhões para o Facebook em 2019. “Continuar anunciando nessas plataformas no momento não agregaria valor às pessoas e à sociedade. Vamos monitorar continuamente e revisaremos nossa posição atual, se necessário”, afirmou a Unilever em comunicado. Ainda segundo a companhia, a forte polarização que toma conta dos Estados Unidos por conta da proximidade das eleições também colabora para o ambiente nocivo das redes sociais.

A retirada da Unilever foi o ingrediente principal para a desvalorização do Facebook, que perdeu US$ 56 milhões de valor de mercado na última sexta-feira. De acordo com o Bloomberg Billionaires Index, a queda do valor das ações fez o patrimônio de Zuckerberg recuar para US$ 82,3 bilhões – e o derrubou em uma posição no ranking das pessoas mais ricas do mundo. Antes, Zuckerberg estava em terceiro, atrás de Jeff Bezos e Bill Gates e, agora, foi ultrapassado por Bernard Arnault, chefe da Louis Vuitton.

A adesão da Coca-Cola

A sexta-feira, 26, ainda reservava outro acontecimento negativo para as finanças das redes sociais. No final do dia, a Coca-Cola divulgou um comunicado para anunciar que pausaria a publicidade em todas as plataformas digitais por um prazo de 30 dias. A marca justifica a atitude por conta de uma revisão de suas políticas de anúncios digitais. No comunicado, a empresa apontou casos de racismo e outras manifestações de ódio que não foram solucionadas pelas grandes empresas de tecnologia. “Não há lugar para o racismo no mundo e não deve haver nas redes sociais. Tomaremos esse tempo para readequar nossas políticas de publicidade e determinar as revisões, caso sejam necessárias”, declarou James Quincy, CEO da Coca-Cola, na nota.

No sábado, 27, outra grande marca global, a Diageo, também anunciou que não fará publicidade nas principais redes sociais durante o mês de julho. A única plataforma em que a companhia de bebidas manterá os anúncios é o YouTube. Em manifestação nas redes sociais, a Diageo declarou que “se esforça em promover a diversidade e inclusão também em suas campanhas de marketing” e que a partir de 1º de julho irá pausar, globalmente, a publicidade paga nas maiores plataformas sociais. “Continuaremos conversando com os parceiros de mídia a respeito de como eles estão lidando com esse conteúdo inaceitável”, declarou a Diageo.

A resposta de Zuckerberg
Em meio a esses anúncios de sexta-feira, 26, Zuckerberg se manifestou para falar sobre as maneiras como o Facebook vêm procurando coibir discursos de ódio e desinformação em suas plataformas. “Especificamente, estamos expandindo nossa política de publicidade para proibir afirmações de que pessoas de uma raça, etnia, origem, religião, casta, orientação sexual, identidade de gênero ou imigrantes sejam tratadas como ameaça à integridade física ou a saúde das demais pessoas”, declarou.

O CEO e fundador do Facebook também reforçou as novas políticas da plataforma em relação à eleição dos Estados Unidos. Segundo ele, a rede social terá um hub de conteúdo e informações sobre a corrida eleitoral, que reunirá as postagens de candidatos e autoridades políticas. A companhia já havia anunciado, há alguns dias, a criação de uma ferramenta que permite que os usuários bloqueiem anúncios políticos, se assim desejarem.

 

Fonte: www.meioemensagem.com.br