Tetra Pak incentiva a prática de bons hábitos em sua nova campanha

Criação é da agência Jeffrey Group em parceria com a produtora Eyxo

A Tetra Pak, empresa sueca fabricante de embalagens para alimentos, apresenta uma campanha que visa incentivar a reflexão sobre como boas práticas inseridas no cotidiano podem resultar em transformações para o bem-estar coletivo.

Sob o mote “Transformar o presente para proteger o futuro”, a campanha desenvolvida pela agência Jeffrey Group, em parceria com a produtora Eyxo, é composta por um vídeo manifesto de 1’10” e quatro episódios de 30″, onde cada um foca em uma atividade que requer a adaptação de um hábito antigo ou o início de um novo. Alguns exemplos são: fazer exercícios em casa; reunir-se com amigos virtualmente; preparar receitas novas ou se arriscar em reproduzir um prato de família; e ter qualidade de tempo com os filhos.

E por fim, a assinatura “Eu separo, você separa, nós reciclamos” se refere a direcionar corretamente os resíduos para coleta seletiva. Essa escolha representa o início do percurso dos resíduos recicláveis, possibilitando a transformação dos materiais em novos produtos.

“Trabalhamos a educação ambiental há mais de 20 anos e acreditamos no poder dessa conscientização. Queremos reforçar a mensagem de que hábitos individuais fazem a diferença para movimentar o coletivo, beneficiando a cadeia de reciclagem. Também a proveitamos para trazer o conceito da responsabilidade compartilhada, em que a economia circular de baixo carbono se torna viável em um cenário de colaboração entre indústria, governo e sociedade”, comenta a diretora de Sustentabilidade da Tetra Pak do Brasil e Cone Sul, Valéria Michel.

Assista ao vídeo manifesto: https://youtu.be/5zEQP8K4HPw

Fonte: Acontecendo Aqui

Entenda por que as empresas estão boicotando o Facebook

CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, ficou US$ 7,2 bilhões mais pobre na última sexta-feira, 26. As ações da rede social caíram 8,3% – o maior recuo em três meses – após alguns dos maiores anunciantes do mundo declararem que irão interromper a veiculação de anúncios publicitários na plataforma por algum tempo.

O Facebook  – e, mais para o fim da semana, o Twitter – vêm enfrentando um boicote que começou nas redes sociais, nos Estados Unidos, com algumas marcas e que, com o passar dos dias, ganhou proporções maiores. Entidades ligadas à movimentos civis daquele país deram início ao movimento #StopHateForProfit (“Pare de Dar Lucro ao Ódio”, na tradução), para pressionar anunciantes e grandes empresas a retirarem suas verbas publicitárias das plataformas do Facebook por acreditarem que a companhia não vem atuando de forma eficaz para coibir e diminuir os discursos de ódio publicados nas timelines.

Embora as críticas em relação à maneira como as redes sociais, de modo geral, permitem a livre publicação de discursos e ideias que por vezes pode ser ofensivas – ou então, conter informações inverídicas – sejam um tema presente na indústria da comunicação há algun anos, o estopim para a crise atual aconteceu após a eclosão dos movimentos em prol da igualdade racial, que tomaram diversas cidades dos Estados Unidos recentemente, após o assassinato do segurança George Floyd. Assim que os primeiros protestos nas ruas começaram, o presidente do país, Donald Trump, usou suas redes sociais para sugerir que a polícia reprimiria com violência as manifestações. “Quando começarem os saques, começam os tiros”, escreveu Trump em seu perfil no Twitter e no Facebook.

A maneira como a rede social de Mark Zuckerberg reagiu à postagem do presidente foi determinante para dar corpo às críticas. Enquanto o Twitter sinalizou a mensagem do líder estadunidense com um rótulo de conteúdo incitador de violência, o Facebook não fez qualquer filtragem na postagem. Zuckerberg e outros executivos da companhia chegaram a dizer que, de forma pessoal, repudiavam a declaração, mas a companhia, institucionalmente, manteve o discurso de que não poderia interferir na liberdade de expressão.

O crescimento do boicote
Desde a semana passada, diferentes organizações ligadas aos direitos civis, inclusive a Liga Antidifamação, decidiram usar outra estratégia para cobrar uma reação da rede social. As entidades começaram sugerir a anunciantes que interrompessem a veiculação de publicidade no Facebook no mês de julho, como uma forma de ajudar a não fomentar a rede social que, na visão dessas organizações, é permissiva em relação aos discursos de ódio.

O protesto começou a ganhar a adesão de marcas com importante presença em território estadunidense, como The North Face, Patagonia, REI, Ben & Jerry’s, Eddie Bauer e Magnolia Pictures. Na sexta-feira, 26, a gigante de tecnologia Verizon também comunicou que deixaria de anunciar temporariamente na rede social.

A onda cresceu, no entanto, com o anúncio da Unilever, que não apenas seguiu às demais emissoras no boicote, como ampliou a restrições. A companhia, que é um dos maiores anunciantes do mundo, declarou que não irá anunciar mais no Facebook, Instagram e nem no Twitter até o fim de 2020. A dona das marcas Dove, Hellmann’s e Clear, dentre outras, afirmou que irá direcionar seus investimentos em publicidade para outras mídias. De acordo com o banco de dados e plataforma de inteligência Pathmatics, a Unilever destinou US$ 42,3 milhões para o Facebook em 2019. “Continuar anunciando nessas plataformas no momento não agregaria valor às pessoas e à sociedade. Vamos monitorar continuamente e revisaremos nossa posição atual, se necessário”, afirmou a Unilever em comunicado. Ainda segundo a companhia, a forte polarização que toma conta dos Estados Unidos por conta da proximidade das eleições também colabora para o ambiente nocivo das redes sociais.

A retirada da Unilever foi o ingrediente principal para a desvalorização do Facebook, que perdeu US$ 56 milhões de valor de mercado na última sexta-feira. De acordo com o Bloomberg Billionaires Index, a queda do valor das ações fez o patrimônio de Zuckerberg recuar para US$ 82,3 bilhões – e o derrubou em uma posição no ranking das pessoas mais ricas do mundo. Antes, Zuckerberg estava em terceiro, atrás de Jeff Bezos e Bill Gates e, agora, foi ultrapassado por Bernard Arnault, chefe da Louis Vuitton.

A adesão da Coca-Cola

A sexta-feira, 26, ainda reservava outro acontecimento negativo para as finanças das redes sociais. No final do dia, a Coca-Cola divulgou um comunicado para anunciar que pausaria a publicidade em todas as plataformas digitais por um prazo de 30 dias. A marca justifica a atitude por conta de uma revisão de suas políticas de anúncios digitais. No comunicado, a empresa apontou casos de racismo e outras manifestações de ódio que não foram solucionadas pelas grandes empresas de tecnologia. “Não há lugar para o racismo no mundo e não deve haver nas redes sociais. Tomaremos esse tempo para readequar nossas políticas de publicidade e determinar as revisões, caso sejam necessárias”, declarou James Quincy, CEO da Coca-Cola, na nota.

No sábado, 27, outra grande marca global, a Diageo, também anunciou que não fará publicidade nas principais redes sociais durante o mês de julho. A única plataforma em que a companhia de bebidas manterá os anúncios é o YouTube. Em manifestação nas redes sociais, a Diageo declarou que “se esforça em promover a diversidade e inclusão também em suas campanhas de marketing” e que a partir de 1º de julho irá pausar, globalmente, a publicidade paga nas maiores plataformas sociais. “Continuaremos conversando com os parceiros de mídia a respeito de como eles estão lidando com esse conteúdo inaceitável”, declarou a Diageo.

A resposta de Zuckerberg
Em meio a esses anúncios de sexta-feira, 26, Zuckerberg se manifestou para falar sobre as maneiras como o Facebook vêm procurando coibir discursos de ódio e desinformação em suas plataformas. “Especificamente, estamos expandindo nossa política de publicidade para proibir afirmações de que pessoas de uma raça, etnia, origem, religião, casta, orientação sexual, identidade de gênero ou imigrantes sejam tratadas como ameaça à integridade física ou a saúde das demais pessoas”, declarou.

O CEO e fundador do Facebook também reforçou as novas políticas da plataforma em relação à eleição dos Estados Unidos. Segundo ele, a rede social terá um hub de conteúdo e informações sobre a corrida eleitoral, que reunirá as postagens de candidatos e autoridades políticas. A companhia já havia anunciado, há alguns dias, a criação de uma ferramenta que permite que os usuários bloqueiem anúncios políticos, se assim desejarem.

 

Fonte: www.meioemensagem.com.br

Outubro Rosa

Outubro Rosa é uma campanha de conscientização que tem como objetivo principal alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e mais recentemente sobre o câncer de colo do útero.

Cerca de 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis como:

Praticar atividade física regularmente;
Alimentar-se de forma saudável;
Manter o peso corporal adequado;
Evitar o consumo de bebidas alcoólicas;
Amamentar

Quanto mais cedo descoberto, as chances de cura são maiores e podem chegar a 90%. Converse com outras mulheres e ajude a compartilhar essa informação.

Nova ferramenta no Instagram facilita vendas

O Instagram, liberou nesta terça feira, 20, um novo recuso para que lojas online possam melhorar a oferta de produtos na plataforma.

A já conhecida, função “Comprar” irá permitir as lojas marcarem produtos à venda em fotos, direcionando o usuário diretamente para o e-commerce da loja.

A ferramenta que até então, estava sendo usada como teste apenas nos Estados Unidos chegou não só ao Brasil, mas também a outros sete países, como Austrália, Canadá, França, Alemanha, Itália, Espanha e Reino Unido.

Jim Squires, diretor global do Instagram para negócios disse: “Os usuários do Instagram estão mais abertos a marcas e conteúdo mas, ao mesmo tempo, era difícil para eles descobrirem mais sobre produtos e até comprar”,  “Começamos a trabalhar num novo sistema de compras baseado nisso e estamos testando há seis meses nos Estados Unidos. Agora vamos abrir para todos os interessados.”.

Ao tocar na imagem, os itens que estiverem à venda serão apontados e serão atalhos para mostrar mais detalhes, preços e modelos. Tocando nelas, o usuário é levado para uma área dentro do site das lojas virtuais, em que podem finalizar a compra.

A novidade é incrível e já faz a felicidade de quem tem seu negócio online.

O que acharam? o/

Facebook planeja lançar speakers inteligentes

Os speakers inteligentes aumentam consideravelmente ano após ano, só nos Estados Unidos, o crescimento já ultrapassou os 20%. Esse potencial, abre espaço para o grande investidor do momento: o Facebook.

Alguns rumores estão sendo circulados por fontes de industrias, afirmando que Mark Zuckerberg, terá dois modelos para serem lançados ainda em junho deste ano.

Segundo fontes, as telas dos speakers do Facebook serão fornecidas pela LG, enquanto a Pegatron será a única companhia incumbida de montar as peças. Ambos os produtos teriam tela sensível ao toque de 15 polegadas, com recursos que facilitariam o contato entre pessoas, por ser um dos objetivos do Facebook, suporte para comandos de voz e com reconhecimento facial.

De acordo com sites, a rede social, pretendia lançar esses dois modelos em maio. Porém optou por atrasar o lançamento, para que o projeto do produto seja aperfeiçoado.

Lucio Chen, analista da Canalys, disse “os speakers inteligentes estão crescendo mais rapidamente do que qualquer outra tecnologia para o consumidor, como realidade aumentada e virtual, e até mesmo os vestíveis” Os dois modelos de alto-falantes inteligentes seria ainda o primeiro passo para criar dispositivos de vídeo do próprio Facebook. Se esses projetos realmente forem confirmados, o lançamento dos Speakers não serão os primeiros hardwares criados pela rede social. Já foi apresentado um modelo de câmera 360° e também de um possível smartphone do Facebook.

 

Nós curtimos a novidade e esperamos que se torne real em breve. E vocês?! o/

Mudanças no feed do Facebook, saiba mais

Nesta quinta-feita (11), o Facebook anunciou uma grande mudança na forma como os feeds de notícias são exibidos em sua plataforma.

A partir das próximas semanas, a rede social  irá dar maior prioridade para conteúdo de pessoas mais próximas como familiares e amigos, em vez de posts e notícias postadas por terceiros.

De acordo, com Mark Zuckerbergom o fundador e diretor-executivo do Facebook, a intenção da mudança é maximizar a quantidade de conteúdo com “interação significativa” que as pessoas consomem.

A alteração irá afetar a todos de maneira significativa e a mudança já poderá ser percebida nas próximas semanas. Segundo Zuckerberg, o Facebook estudou intensamente qual tipo de postagem tem “estressado ou prejudicado” os usuários.

Pesquisas mostraram que fortalecer os relacionamentos melhoram o bem-estar e felicidade dos usuários. Mark escreveu que:  “Recentemente tivemos um retorno de nossa comunidade de que conteúdo público – posts de empresas, marcas e mídia – está consumindo os momentos pessoais que nos levam a nos conectar mais uns com os outros”.

Segundo o fundador da rede social, as mudanças levarão o Facebook de volta às suas origens, ao manter as pessoas conectadas e interagindo entre si.

Em um post Mark Zuckerberg escreveu no Facebook: “Estou mudando o objetivo que eu atribui a nossas equipes de produtos para se concentrar em ajudá-lo a encontrar conteúdo relevante para ajudá-lo a ter interações sociais mais significativas”. VP de notícias Feed Adam Mosseri disse ao site TechCrunch “Espero que a quantidade de distribuição para editores irá diminuir porque muitos conteúdos publicitários são apenas consumidos passivamente e não falados. O tempo total no Facebook vai diminuir, mas achamos que isso é o certo.”

 

O que acharam da novidade? Gostaram da mudança?

 

 

 

Facebook cria novo centro de empreendedorismo e inovação no Brasil

Estação Hack, é a novidade do Facebook no Brasil. É um centro de inovação e empreendedorismo criado para brasileiros. Voltado para jovens com até 20 anos de idade, de baixa renda. O projeto, irá trabalhar no desenvolvimento de novos talentos e startups. Além de workshops, sobre empreendedorismo. É um projeto muito esperado pelo público brasileiro, pois além de promover novos talentos, irá valorizar pequenas empresas e novos empreendedores a alavancarem seus negócios. Serão ofertados 7.400 bolsas de estudo em áreas de planejamento e gestão. Os cursos serão ministrados pelos parceiros do Facebook, como Centro de Empreendedorismo, Junior Achievement, MadCode, Mastertech, Negócios da FGV (GVcenn) e Reprograma. A Estação estará localizada em São Paulo, na Avenida Paulista, 1374, Bela Vista – SP e deverá ser aberta até o final do ano.

E você, o que achou da novidade?!

 

 

 

 

 

Google Lens: a nova ferramenta Google que irá transformar sua câmera em um campo de pesquisa

Google Lens é a nova forma de pesquisa do Google. Anunciado na Google I/O, a conferência anual desenvolvedores, a empresa mostrou como o Google Lens funciona.

É uma nova inteligência artificial que permite a câmera ler e interpretar o que estiver vendo. Com o Google Lens, quando uma pessoa aponta a câmera para um objeto ou estabelecimento, surgem opções na tela. Se ela for apontada para um código de barras com credenciais de uma conexão Wi-Fi, a tecnologia conecta o aparelho automaticamente à rede. Por exemplo, se o item for uma flor, a ideia é que o Google Lens forneça informações sobre a espécie da planta ou procure se há floriculturas por perto.

Google Lens: a nova ferramenta Google que irá transformar sua câmera em um campo de pesquisa google-lens-anuncio-1

O novo recurso é compatível com realidade aumentada. Ao mirar a câmera para um estabelecimento comercial na rua, as avaliações do local no Google, seus horários de funcionamento e comentários de usuários surgem na tela do smartphone. A integração do Lens com o Assistant também será uma boa ferramenta para traduções. Na apresentação, a câmera do celular foi colocada em frente a uma placa com informações escritas em japonês. Ao apertar no ícone do Lens e perguntar “o que isso quer dizer?”, o Assistant traduziu o texto.

Também foram mostrados os algoritmos do Google possuem tecnologia para melhorar automaticamente a qualidade das fotos.

Google Lens: a nova ferramenta Google que irá transformar sua câmera em um campo de pesquisa google-lens-anuncio-1

Alguns exemplos foram:

  • Se você fizer uma foto de um jogo de baseball através de uma grade, o Google pode automaticamente remover a grade da foto e deixar a imagem mais limpa para facilitar a pesquisa;
  • Se você fotografar com baixas condições de luz, o Google pode automaticamente realçar os detalhes da foto pra que ela fique com uma melhor qualidade.

E aí, o que acharam da novidade Google? Demais não é mesmo?

Instagram gera até quatro vezes mais engajamento que o Facebook, de acordo com pesquisa

Famosos e marcas tem um interesse enorme em estar conectados com seu público. De acordo com uma pesquisa feita pela empresa de monitoramento de redes sociais Socialbakers e mostrada durante o evento Engage. A melhor plataforma para isso, é o Instagram. Sendo é até 4 vezes melhor que o facebook neste quesito.

O levantamento foi feito com base em 144 bilhões de interações de usuários do Facebook e do Instagram. E revelou que, para marcas e celebridades, a rede social de fotografias é muito mais vantajosa que o Facebook: o número de interações feitas por usuários com posts de marcas no Instagram chega a ser quatro vezes maior que o de posts de marcas no Facebook.

Porém Facebook também tem seus pontos fortes. De acordo com a pesquisa, a plataforma gera o dobro de interações em posts de notícias e outras plataformas de mídia. Grupos e comunidades também têm bastante engajamento na rede, ficando em segundo lugar em termos de posts que geram mais interações. Mas as as marcas e celebridades costumam ter no Facebook um desempenho dez vezes pior que o das páginas de notícia, que são as que se saem melhor nas redes.

Duas redes, dois perfis.

Um aspecto notável é que o Instagram gera mais interações mesmo tendo bem menos usuários. Enquanto a rede social de imagens recentemente comemorou a marca de 700 milhões de contas, o Facebook já vai se aproximando dos 2 bilhões.

Segundo o VentureBeat, essa diferença pode ser causada pela relativa simplicidade de se interagir com um post no Instagram. Afinal, para curtir uma imagem na rede social, basta tocar nela duas vezes. O Facebook, por outro lado, exige que o usuário clique no botão curtir ou o segure para selecionar uma reação, o que já exige mais.

Não significa que uma rede seja melhor ou pior. Apenas que cada uma tem seu foco específico e que conseguem se comunicar melhor com seus clientes a partir de seus interesses.

Fonte: Olhar Digital