Final do BBB21 tem 63 comerciais nos intervalos

Anunciantes aproveitam a exposição do último episódio da temporada, que rendeu recordes comerciais a Globo

Exibido na noite dessa terça-feira, 4 (e já no início na madrugada de terça-feira, 5), o último episódio da edição deste ano do Big Brother Brasil reforçou o poder do reality-show em atrair anunciantes. Para aproveitar o interesse da audiência no desfecho da disputa, dezenas de  marcas exibiram mensagens publicitárias no intervalo do programa.

O encerramento do reality, que consagrou a participante Juliette Freire como a campeã, exibiu seis blocos de intervalos comerciais, com 63 filmes publicitários, ao todo. Alguns anunciantes exibiram suas mensagens mais de uma vez, como a plataforma de e-commerce AliExpress, a Amazon e o Itaú.

Parte dessas marcas exibidas na final eram patrocinadores do reality, que investiram para vincular suas marcas ao longo de todo o programa. É o caso de Avon, Americanas, P&G, Amstel, Seara, McDonald’s e PicPay.

Mesmo as empresas que não patrocinaram o BBB aproveitaram a visibilidade da atração para exibir suas mensagens publicitárias, como Natura, Vivo, Tim, Electrolux, Riachuelo, Casas Bahia, Banco Original, Doril, CVC, MyCon, Engov, Motorola, Pão de Açúcar, Addera, Simparic, Magazine Luiza, Uber Eats, Brahma e outros.

Alguns anunciantes aproveitaram a final para estrear suas campanhas na TV, como a Britania, que exibiu a campanha que celebra os 65 anos da empresa e apresenta Ivete Sangalo como garota-propaganda. O TikTok também usou a final do BBB para estrear o conceito #IssoOTikTokMostra.

Dentro do programa, durante os 100 dias de exibição do reality-show, a Globo exibiu 196 ações de merchandising, considerando as exibições das marcas na TV aberta e no Multishow, de 22 anunciantes diferentes. Já no digital, foram 537 ações entre conteúdos patrocinados na página do BBB no Gshow e ativações nas redes sociais oficiais do programa.

 

Por: M&M – 05/05/2021
Foto: Juliette Freire, a campeã do BBB21, é abraçada pelos finalistas Camilla de Lucas e Fiuk (Crédito: GShow)

Indicados ao OSCAR 2021

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood anunciou na última segunda-feira, 15, os indicados para a 93ª edição do OSCAR. A Netflix sai na frente mais uma vez com 35 indicações, seguida da Amazon que teve 12 indicações. Destaco que pela primeira vez em 93 edições duas mulheres são indicadas a melhor direção, Chloé Zhao, Nomadland e Emerald Fennell, Bela Vingança, Mank foi o filme mais indicado (10 categorias) e seis filmes receberam seis indicações cada: Minari, Nomadland, Meu Pai, Judas e o Messias Negro, Os 7 de Chicago e O Som do Silêncio. Bela vingança  e A Voz Suprema do Blues vem em seguida, com cinco indicações cada. Chadwick Boseman (1976-2020) novamente recebe uma indicação póstuma de ator na categoria principal.

Confira a lista completa dos indicados:

Melhor filme

Meu pai
Judas e o messias negro
Mank
Minari
Nomadland
Bela vingança
O som do silêncio
Os 7 de Chicago

Melhor atriz
Viola Davis – “A voz suprema do blues”
Andra Day – “Estados Unidos Vs Billie Holiday”
Vanessa Kirby – “Pieces of a woman”
Frances McDormand – “Nomadland”
Carey Mulligan – “Bela vingança”

Melhor ator

Riz Ahmed – “O som do silêncio”
Chadwick Boseman – “A voz suprema do blues”
Anthony Hopkins – “Meu pai”
Gary Oldman – “Mank”
Steve Yeun – “Minari”

Melhor direção

Thomas Vinterberg – “Druk – Mais uma rodada”
David Fincher – “Mank”
Lee Isaac Chung – “Minari”
Chloé Zhao – “Nomadland”
Emerald Fennell – “Bela vingança”

Melhor atriz coadjuvante

Maria Bakalova – “Borat 2”
Glenn Close – “Era uma vez um sonho”
Olivia Colman – “Meu pai”
Amanda Seyfried – “Mank”
Yuh-Jung Youn – “Minari”

Melhor ator coadjuvante

Sacha Baron Cohen – “Os 7 de Chicago”
Daniel Kaluuya – “Judas e o messias negro”
Leslie Odom Jr. – “Uma noite em Miami”
Paul Raci – “O som do silêncio”
Lakeith Stanfield – “Judas e o messias negro”

Melhor filme internacional

Druk – Mais uma rodada (Dinamarca)
Shaonian de ni (Hong Kong)
Collective (Romênia)
O homem que vendeu sua pele (Tunísia)
Quo vadis, Aida? (Bósnia e Herzegovina)

Melhor roteiro adaptado

Borat 2
Meu pai
Nomadland
Uma noite em Miami
O tigre branco

Melhor roteiro original

Judas e o Messias negro
Minari
Bela vingança
O som do silêncio
Os 7 de Chicago

Melhor figurino

Emma
A voz suprema do blues
Mank
Mulan
Pinóquio

Melhor trilha sonora

Destacamento blood
Mank
Minari
Relatos do mundo
Soul

Melhor animação

Dois irmãos: Uma jornada fantástica
A caminho da lua
Shaun, o Carneiro: O Filme – A fazenda contra-ataca
Soul
Wolfwalkers

Melhor curta de animação

Burrow
Genius Loci
If anything happens I love you
Opera
Yes people

Melhor curta-metragem em live action

Feeling through
The letter room
The present
wo distant strangers
White Eye

Melhor documentário

“Collective”
“Crip camp”
“The mole agent”
“My octopus teacher”
“Time”

Melhor documentário de curta-metragem

Collete
A concerto is a conversation
Do not split
Hunger ward
A love song for Natasha

Melhor som

Greyhound: Na mira do inimigo
Mank
Relatos do mundo
Soul
O som do silêncio

Canção original

Fight for you – “Judas e o messias negro”
Hear my voice – “Os 7 de Chicago”
Husa’vik – “Festival Eurovision da Canção: A saga de Sigrit e Lars”
Io sì – “Rosa e Momo”
Speak now – “Uma noite em Miami”

Maquiagem e cabelo

Emma
Era uma vez um sonho
A voz suprema do blues
Mank
Pinóquio

Efeitos visuais

Problemas monstruosos
O céu da meia-noite
Mulan
O grande Ivan
Tenet

Melhor fotografia

Judas e o messias negro
Mank
Relatos do mundo
Nomadland
Os 7 de Chicago

Melhor edição

Meu pai
Nomadland
Bela vingança
O som do silêncio
Os 7 de Chicago

Melhor design de produção

Meu pai
A voz suprema do blues
Mank
Relatos do mundo
Tenet

Por: Acontecendo Aqui

Washington Olivetto lança o W/Cast

Podcast vai relatar as experiências vividas pelo publicitário em toda a sua carreira.

Estreia nesta segunda-feira (19) nas principais plataformas de streaming de aúdio o W/Cast – podcast de Washington Olivetto. Patrocidado pelo Bradesco Seguros e produzido pela gestora de propriedade intelectual e produtora de conteúdos premium HUB Mídia, o programa irá relatar aos ouvintes as principais experiências de vida do publicitário: trajetória profissional, histórias dos grandes prêmios que recebeu, campanhas que deram muito errado, encontro mal sucedido com a atriz Jennifer O’Neill, parceria profissional com Francesc Petit entre outros.

Um dos destaques dos episódios é o início sempre com um instrumental de uma canção simbólica para Olivetto que remete ao momento em que a história que será contada aconteceu e se repete no fechamento do episódio. Como no de homenagem às Mulheres na Publicidade, que tem, no início e no final, a canção ‘Mulher’, além de ‘Mulher Brasileira’ e ‘Pretty Woman’ no decorrer da história.

O projeto conta com uma campanha de lançamento digital protagonizada por Carlinhos Moreno, o Garoto Bombril. Ele foi dirigido remotamente pelo diretor de filmes publicitários, Andrés Bukowinski, o mesmo que dirigiu Carlinhos em mais de 400 filmes. O comercial traz o garoto propaganda de 1001 utilidades falando sobre o publicitário que tem 1001 histórias pra contar.

Assista: https://vimeo.com/user135676194

Crédito: Marcello Nicolielo
Por: Acontecendo Aqui

Consumo de mídia e internet desacelera no Brasil

Nielsen e Toluna apontam recuo no tempo de navegação nas redes sociais e consumo de TV em relação ao início do período da pandemia

Um dos efeitos já conhecidos da pandemia da Covid-19 no ano passado foi o aumento do consumo de mídia. Com a obrigatoriedade de ficar mais tempo em casa – e a necessidade de se informar acerca da ameaça do coronavírus – as pessoas dedicaram mais tempo ao consumo de conteúdo de TV, internet e plataformas digitais. Pesquisas realizadas pelos maiores institutos ao longo de 2020 apontaram esse crescimento das audiências, algo que acabou, de certa forma, beneficiando os veículos de comunicação nos meses mais rígidos de restrição à circulação.

Embora o atual cenário não esteja tão diferente do registrado há um ano atrás, a relação dos consumidores com o conteúdo tem mudado em relação aos meses anteriores da pandemia. Para entender essas transformações, a Nielsen, em parceria com a Toluna, realizou em janeiro uma nova rodada de pesquisa com 1127 consumidores, de todo o País para mapear seus hábitos de consumo de internet, entretenimento, vídeos e uso de tecnologia, de forma geral.

Chamado de Digital Consumer Study, o mapeamento teve uma primeira onda em junho de 2020, quando a ideia era mensuras o impacto inicial da Covid-19 na rotina das pessoas. Agora, os resultados que acabam de ser revelados pelos institutos de pesquisa apontam uma redução do consumo de redes sociais, desgaste de alguns formatos (como as lives), alta do streaming na rotina cotidiana e o crescimento da utilização de desktops para acessar a internet, como reflexo do trabalho remoto.

“O que observamos, de maneira geral, é que após aquela forte alta do consumo de conteúdo e de internet, observada nos primeiros meses de pandemia, voltou aos patamares normais posteriormente”, analisa Stephanie Castus, responsável pela pesquisa Digital Consumer Study na Nielsen. Em junho de 2020, na primeira onda do estudo, 67% dos entrevistados afirmaram que tinham aumentado o tempo dedicado à navergar nas redes sociais. Na edição mais recente, esse percentual recuou para 56%. Ao mesmo tempo, 12% afirmaram que, na verdade, diminuíram o tempo passado nas redes sociais (eram 8% no primeiro levantamento).

Outra diminuição observada foi em relação ao tempo utilizado para assistir a filmes, vídeos ou programas de TV. Em meados de 2020, entre os respondentes, 75% afirmaram que estavam dedicando mais tempo a essas atividades. Já no início de 2021, o percentual recuou para 65%.

A Nielsen e a Toluna destacam, no entanto, que o interesse por conteúdo de streaming deve permanecer mesmo após esse período atípico. Segundo o estudo, o consumo nesses meios já passa o da TV aberta em termos de horas. O YouTube lidera entre os canais de streaming mais utilizados, sendo citado por 86% dos entrevistados. Na sequência, aparece a Netflix, consumida por 77% das pessoas. O Prime Video, da Amazon, fica na terceira posição na lista dos streamings, citado por 42% dos entrevistados.

Na interpretação de Stephanie, da Nielsen, o streaming tende a manter o interesse das pessoas por mais tempo pelo próprio formato dos conteúdos oferecidos por essas plataformas. “As séries e conteúdos dessas plataformas são produzidas para garantir um maior tempo de consumo por parte da audiência, que já criou o hábito de maratonar e assistir às produções continuamente”, diz. Essa lógica também serve para explicar, em sua visão, o arrefecimento do interesse pelas lives, que ganharam as redes sociais e também a mídia tradicional no primeiro semestre do ano passado, mas que foram perdendo espaço nos meses seguintes. “As lives funcionaram como um formato de entretenimento passageiro e não foram capazes de engajar as pessoas a longo prazo. É um tipo de conteúdo voltado ao consumo momentâneo”, pontua.

Se o tempo dedicado ao entretenimento vem diminuindo, em contrapartida, é notável a maior dedicação dos entrevistados ao trabalho: 18% dos respondentes afirmaram passar mais de 15 horas trabalhando, enquanto 23% declarou que trabalha, diariamente, de 10 a 15 horas. Essa rotina impulsionou o uso do desktop no acesso à internet. O device, agora, ficou em segundo lugar como a tela preferida para assistir a filmes e vídeos, perdendo apenas para o smartphone.

Fonte: M&M
Por: Bárbara Sacchitiello
Foto: (Crédito: Carstens Peters/Unsplash)

Redes sociais se destacam nos resultados de 2020

Plataformas criam novas soluções para manter investimento publicitário, mas 2021 ainda é incerto

o resultado financeiro de empresas donas de plataformas sociais comprovam que o investimento publicitário esteve on em 2020. Facebook, Snap, Pinterest divulgaram números de usuários, lucro e receita publicitária nas suas redes sociais junto com planos para novas soluções e atualizações, o que indica que as plataformas se esforçam para manter os anunciantes por perto.

Mesmo diante de um boicote massivo sofrido por grandes anunciantes em julho com o propósito de mostrar o comprometimento das marcas no combate aos discursos de ódio e à desinformação, a relevância do Facebook não caiu diante das agências e anunciantes.
Inclusive, a plataforma superou projeções de especialistas sobre sua receita, que foi de US$ 28,1 bilhões no último trimestre de 2020, 33% maior do que 2019. A expectativa de especialistas era de US$ 26,4 bilhões em receita. O lucro líquido aumentou 52% em relação à 2020, somando US$ 11,22 bilhões.

A receita do Pinterest no quarto trimestre cresceu 76% em relação ao trimestre anterior, resultando em US$ 705,6 milhões. O número também foi maior do que o projetado, que equivalia a US$ 645,7 milhões. O lucro de US$ 207,8 milhões no trimestre é uma grande virada do prejuízo de US$ 35,7 milhões no quarto trimestre de 2019.

A Snap Inc., dona do Snapchat, informou um prejuízo de US$ 113 milhões no quarto trimestre de 2020, 53% a menos do registrado em 2019. Por outro lado, a receita da empresa foi de US$ 911 milhões no último trimestre, aumento de 62%, e R$ 2,5 bilhões no ano, crescimento de 46% em relação a 2019.

Segundo a Socialbakers, o investimento das marcas em anúncios em mídias sociais cresceu 50,3% no último trimestre do ano em comparação com o mesmo período de 2019. Tal resultado é justificado pelo período de festas e datas comerciais importantes, como a Black Friday, mas o aumento do interesse dos anunciantes nas plataformas não ficou limitado ao último quarter de 2020. No segundo trimestre do ano, os investimentos globais das marcas em anúncios em mídias sociais aumentaram 26% em relação ao final do primeiro trimestre, quando os orçamentos dos anunciantes foram mais impactados. As plataformas também se beneficiaram com o aumento do custo por clique (CPR) em 35,6% durante o ano.

Alexandra Avelar, country manager da Socialbakers no Brasil, afirma que o início da pandemia no Brasil impactou na estratégias das marcas, que retraíram seus investimentos e ficaram reticentes de investir nas plataformas devido a incerteza da economia, mas esse movimento logo tomou uma direção contrária com o aumento e aceleração das ações em redes sociais.
Para a executiva, além da sazonalidade do último trimestre, o resultado expressivo do Q4 também inclui investimentos de marcas que não empregaram tanto do seu budget ao longo do ano e, impulsionadas pela sazonalidade, decidiram tentar recuperar um pouco das perdas econômicas e apostar em anúncios para convidar os consumidores. “Acredito que também coincidiu com uma melhora na pandemia e as empresas se tornando mais confiantes”, diz.

Futuro
Para 2021, as perspectivas das empresas divergem. O Facebook alertou para uma “incerteza significativa” nos dois primeiros trimestres de 2021 por conta de quedas nas receitas publicitárias ao longo da pandemia e pela nova atualização do sistema operacional da Apple, que deve ter novas ferramentas de publicidade e pode afetar na segmentação de anúncios.

 

Fonte: Meio & Mensagem
Por: Thais Monteiro
Mataria da íntegra aqui

Tang irá selecionar ideias inovadoras vindas de crianças

“Tang no Tank” vai ao ar em abril e terá quatro episódios no YouTube

A Tang criou um programa que irá selecionar ideias inovadoras vindas de crianças de seis a 13 anos.O programa “Tang no Tank” irá ao ar em abril e terá quatro episódios, no YouTube. A produção conta com a parceria da Sony, canal que controla o programa. A exibição trará os planos empreendedores das crianças em três categorias: sustentabilidade, para resolver problemas que envolvem o tema; criatividade, com novas ideias de negócios para um futuro melhor; e sociedade, ideias para transformar ou melhorar a cidade, bairro ou comunidade.

Como participar
As inscrições estão abertas até 4 de fevereiro e podem ser realizadas aqui. A inscrição do plano deve ser realizada por um adulto responsável por meio da postagem de um vídeo de até três minutos, no qual a criança apresenta sua ideia.

Estudo do grupo Comunique-se mostra a visão dos assessores de imprensa sobre os jornalistas de redação

Pesquisa busca colher as melhores práticas e os principais incômodos para desenvolver um bom relacionamento entre os profissionais; Confira também a visão do jornalista sobre o assessor de imprensa

Jornalistas de redação e assessores de imprensa são profissões que dependem uma da outra. Afinal, a assessoria de imprensa é o que liga o mercado (pautas) às redações. Com o objetivo de compreender e contribuir para o bom desenvolvimento dessa relação, o grupo Comunique-se desenvolveu a pesquisa “Jornalistas de redação na visão dos assessores de imprensa“.

Para o estudo, foram entrevistados cerca de 800 profissionais que atuam diretamente como assessores de imprensa, de agências, departamentos de comunicação de empresas, órgãos públicos e freelancers, das cinco regiões do país.

Desses, 91,2% consideram que a atuação do assessor de imprensa é um trabalho jornalístico; 52,4% acreditam que as redações hoje dependem diretamente do trabalho do assessor, contra 39,5% entenderem que essa dependência acontece apenas em algumas redações. Questionados sobre já terem atuado em uma redação, 66% responderam positivamente, e 32,6% consideram pequenas as chances de trabalharem em uma redação.

Em relação à preferência de meios para contatar jornalistas, e-mail e WhatsApp são os canais mais populares, com 33% e 31% das respostas, respectivamente, seguidos de celular (19%), telefone da redação (11%) e redes sociais (6%).

Também foi apontado que o release é o meio de relacionamento mais preferido entre os assessores, com 25%. Reuniões presenciais e online foram as menos votadas, com 5% e 7% das respostas, respectivamente.

Quando perguntados sobre suas relações, 15% dos assessores responderam que o que mais incomoda no jornalista é ser grosseiro nas respostas, e 14% acredita que não responder e-mails e mensagens é também um problema na relação. Já não apurar dados de matéria é um incômodo de 12% dos entrevistados. Apesar disso, 60,7% consideram a qualificação dos jornalistas como boa ou excelente.

Sobre como os jornalistas reagem ao follow up, 31,1% dos assessores avaliaram que reagem mal ou muito mal, e 75,6% consideram a prática importante ou muito importante para emplacar pautas.

Nesse contexto, os assessores acreditam que responder o e-mail (35%) e ter empatia sobre o follow up (28%) são fatores que podem evitar desgastes na prática e também nas relações. É importante ressaltar que 93,9% dos entrevistados consideram importante ou muito importante ter um bom relacionamento com jornalistas para o sucesso do trabalho.

Já sobre a qualidade do trabalho dos jornalistas, 83% avaliam positivamente os textos e 56,5% consideram boa a qualidade de apuração. Ainda assim, a apuração foi classificada como “Ruim” por 38%. Outro ponto abordado foi a qualidade das entrevistas, bem avaliada por 75,7% dos assessores, e a qualidade das reportagens, com 83,6% de respostas positivas.

Por fim, depois do início da pandemia, 38% dos assessores acreditam que o contato com jornalistas continua igual, contra 50,5% considerarem que piorou e piorou muito.

Por: Acontecendo Aqui
Foto: Pexels

CNN apresenta nova fase da campanha #CNNpelaVacina

A CNN inicia nesta sexta-feira (8) a segunda fase da sua campanha de defesa à vacinação urgente contra o coronavírus no Brasil.

Intitulado “CNNpelaVacina”, o movimento teve início no dia 24 de dezembro de 2020 com o lançamento da hashtag #CNNpelaVacina na TV, site e redes sociais; criação do “Painel da Vacina CNN”, com informações sobre a situação do Brasil e de diversos outros países; e imagens atualizadas da vacinação ocorrendo ao redor do mundo.

CNN apresenta nova fase da campanha #CNNpelaVacina image004_1_2-1

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Na segunda fase, a CNN reafirma seu compromisso com a população brasileira. Antes de todos os seus intervalos comerciais, a emissora colocará no ar vídeos com as maiores autoridades em saúde pública do País defendendo que a vacinação deve iniciar de forma mais rápida e segura possível – seja qual for o produtor da vacina e acima de divergências políticas.

Por: Acontecendo Aqui

O que esperar para o TikTok em 2021?

Com chegada de formatos de anúncio no Brasil, TikTok tende a ganhar mais adesão das marcas

O ano de 2020 foi decisivo para o crescimento do TikTok no mundo, especialmente para o engajamento das marcas no aplicativo. Elas se fizeram presentes em conteúdo em suas páginas, com criadores de conteúdo e nos novos formatos de mídia para anúncios. De acordo com especialistas consultados pela reportagem do Meio & Mensagem, as perspectivas são de que a plataforma da Bytedance ainda ganhe espaço estratégico no plano de mídia dos anunciantes conforme ela expanda seus recursos no Brasil e seja bem sucedida em desafios, como o investimento de redes maiores em recursos similares.

O ano de 2021 já reserva alguns avanços para a rede social em termos comerciais. Nos últimos meses de 2020, o TikTok introduziu suas primeiras soluções de mídia no Brasil. Algo esperado desde junho, quando a Bytedance comunicou a criação do TikTok for Business, uma plataforma para marcas que visa auxiliar anunciantes e agências a produzir e gerenciar publicidade no aplicativo. Até então, o TikTok não apresentava formatos de anúncios para marcas.

O que esperar para o TikTok em 2021? solen-feyissa-E7TmHmYqda0-unsplash-1“O caminho natural do TikTok em 2021 é de relevância e expansão nas estratégias de marketing. Em uma conversa recente com o time global do TikTok for Business, percebe-se o quanto esse caminho natural já está sendo desenhado, com boas soluções de mídia em pleno aquecimento e potenciais explosivos”, aponta João Passarinho Netto, VP de estratégia criativa da Jotacom.

Apesar dessa boa notícia para o mercado, os anunciantes não esperaram tais formatos para se tornarem ativos na rede social em seu momento mais acessado em decorrência da pandemia, conforme conta Sérgio Brotto, diretor executivo de mídia da Ampfy. “Os mais inovadores tem perfil e já estão produzindo conteúdos proprietários”, diz. Segundo o executivo, o caminho que trilha o TikTok é sólido e o aplicativo vem ganhando share de investimento do mercado. “Em 2021 vamos ver as marcas e audiência aumentando cada vez mais a presença na plataforma”, prevê.

 

Mesmo o Instagram apostando em ferramentas muito semelhantes aos do app chinês, assim como fez com o Snapchat, Brotto acredita ser mais improvável que o a rede social do Facebook venha a suceder na neutralização do concorrente tendo em vista sua consolidação no gosto popular.

Estratégia das marcas
Dentre as vantagens sobre o uso estratégico do TikTok pelos anunciantes, um ponto ressaltado pelos executivos foi o fácil diálogo com o público mais jovem e adulto que logam na plataforma frequentemente. De acordo com Rick Nelson, CRO da Squid, 90% dos usuários acessam o aplicativo diariamente. Além disso, ele indica que a plataforma tem uma linguagem voltada para o entretenimento, tipo de conteúdo que retém a atenção do público. ” “Acredito que o TikTok seguirá crescendo aceleradamente em 2021 e será fundamental na estratégia de quem busca se comunicar com o público jovem. É um espaço extremamente propício para as marcas se inserirem de maneira estratégica e relevante”, descreve.

Na opinião de Vicente Varela, chief data & media officer da Lew’Lara\TBWA, o TikTok proporciona relevância ao tempo das pessoas, com seus formatos curtos e relevantes, “de modo que respeita o maior KPI da atualidade: o tempo”, afirma. “O foco aqui é o território e o contexto, e não a classificação demográfica. Por essa razão, a implementação estratégica pautada entre contexto e linguagem é a matriz a ser seguida para se atuar na plataforma”, propõe Varela.

Nesse contexto, Varela considera importante usar formatos originais da plataforma para criar conteúdo nativo, acrescentando na experiência do usuário e não visando impacto publicitário. “O mais importante é entender que o TikTok não é mais um canal de distribuição de campanha”, diz.

Outra forma de se fazer presente de forma mais nativa no TikTok é através do uso de influenciadores da plataforma, que se tornaram conhecidos pelo apelido “tiktokers”. Para Isabella Nascimento, gerente de planejamento e estratégia na Samyroad, a inserção do TikTok na estratégia de conteúdo com influenciadores digitais vem se tornando algo cada vez mais presente no discurso das marcas. Isso, segundo a executiva, foi reforçado em 2020 com o crescimento da audiência, o que levou os anunciantes a expandirem seu foco além do Instagram e YouTube.

“Em 2021, o conteúdo em vídeo representará 80% de todo o tráfego da internet. Construir uma comunidade de influenciadores dentro do aplicativo, oferece às marcas uma maneira de tornar sua marca viral, criando interações com a audiência por meio de challenges, hashtags e lives que bombam na plataforma e provocando conteúdo espontâneo a ser criado e compartilhado pelos próprios usuários. O conteúdo criado pelos influenciadores trazem mais engajamento que o conteúdo criado pelo próprio canal da marca”, argumenta.

 

Por: Thaís Monteiro – Meio & Mensagem
**Crédito da imagem no topo: Kon Karampelas/Unsplash

Receita de publicidade global baterá recorde em 2021

Ad Age Marketing Fact Pack, guia anual do Advertising Age para profissionais de marketing, mídia e agências, aponta cinco insights para o novo ano

Após um ano conturbado, o Ad Age Marketing Fact Pack 2021, guia anual do Advertising Age para profissionais de marketing, mídia e agências, prevê que a receita de publicidade global baterá recorde em 2021. Entre os cinco principais insights do guia estão:

1. O GroupM, da WPP, prevê que a receita mundial de publicidade saltará 10,2% para um recorde de US$ 651 bilhões em 2021, depois de cair 4,1% em 2020 em meio à pandemia do novo coronavírus.

2. A Zenith, do Publicis Groupe, espera que os investimentos com publicidade dos Estados Unidos aumentem 3,2%, para US$ 237 bilhões em 2021, após uma queda de 5,4% em 2020.

3. O digital está impulsionando a recuperação da publicidade. O GroupM prevê que a receita mundial de anúncios para players digitais puros, como Facebook, Google e outras empresas de mídia digital, crescerá 14,1%, para US$ 397 bilhões em 2021, dando a empreendimentos digitais 61% da receita global de anúncios. A Zenith espera que os investimentos com publicidade na internet nos Estados Unidos tenham alta de 9,6%, para US$ 136 bilhões em 2021, com a internet detendo 58% da publicidade no país.

4. A taxa de desemprego nos EUA (6,7% em novembro) caiu drasticamente desde seu pico pandêmico de 14,7% em abril de 2020, que foi o nível mais alto desde 1939. No início da recessão em fevereiro de 2020, a taxa de desemprego era de 3,5%, o nível mais baixo desde 1969. O emprego em empreendimentos de mídia na internet nos EUA (292.700 em outubro) cresceu durante a pandemia e agora é o dobro do nível de 2013, de acordo com dados do Bureau of Labor Statistics. No entanto, o número de funcionários das agências de publicidade (194.200 em outubro) está perto de seu ponto mais baixo desde 2015.

5. Em todo o mundo, 114 profissionais de marketing têm investimentos globais com anúncios superiores a US$ 1 bilhão; 47 profissionais de marketing têm investimentos nos EUA acima de US$ 1 bilhão. A Amazon, maior anunciante do mundo, tem US$ 11 bilhões investidos em publicidade e promoção em 2019, sendo US$ 6,9 bilhões nos EUA.

 

 

 

(Crédito: ipopba/iStock)
*Por Bradley Johnson, do AdAge