Samsung vai comercializar publicidade nas TVs conectadas

Empresa quer explorar formatos comerciais para anunciantes em seus televisores conectados à internet.

Auxiliar os anunciantes a se conectarem com a audiência no momento em que ela está receptiva à absorção de conteúdo é a proposta da Samsung Ads, plataforma de publicidade em suas TVs conectadas que a companhia começa a disponibilizar no mercado brasileiro. Na visão da companhia, existe um movimento intenso em direção a serviços sob demanda, plataformas de streaming e jogos e as marcas tem o desafio de manter a conexão com este novo consumidor.

Nesse primeiro momento, a Samsung oferece dois formatos de inserções publicitárias em seus televisores conectados. O primeiro é o Smart Hub, mecanismo de descoberta de conteúdo que reúne os aplicativos disponíveis na TV. Nesse ambiente, o anúncio publicitário poderá ser exibido ao lado dos aplicativos. As marcas também poderão utilizar o espaço da loja de aplicativos do ambiente da Samsung, o App Store Masthead. Ao clicar nesses banners, o usuário pode ter acesso a anúncios em vídeos e links que levam diretamente ao e-commerce ou site do anunciante.

“Também criamos experiências de anúncios no Samsung TV Plus, nosso serviço de streaming de TV gratuito com suporte para anúncios, disponível em todas as Smart TVs da Samsung fabricadas a partir de 2017 e mais recentes. Essas experiências de anúncio podem ser direcionadas a diferentes tipos de público e oferecem aos anunciantes o alcance da TV linear tradicional com a capacidade de endereçamento e medição do digital”, explica Essio Floridi, sales of director da Samsung Ads da América Latina.

A plataforma de publicidade da marca está disponível para uma rede de mais de 11 milhões de smart TVs e a Samsung vê no mercado brasileiro potencial para a exploração publicitário desse tipo de formato. “Nos Estados Unidos, por exemplo, temos visto um grande crescimento no tempo gasto em streaming. Na verdade, desde o último trimestre de 2019, os consumidores dos EUA passam mais tempo em ambientes de visualização em streaming do que linear e a pandemia apenas acelerou essa tendência. Os anunciantes estão realocando suas verbas publicitárias de TV para ainda atingir audiências de massa no linear e, em seguida, conseguem atingir de uma maneira altamente eficaz no streaming aqueles milhões de pessoas que não foram impactadas”, explica o executivo.

A Samsung está apresentando a plataforma de publicidade ao mercado publicitário e já firmou parceria com O Boticário, que tem utilizado a plataforma para exibir seus produtos.

 

Fonte: Meio e Mensagem

Oscar 2021: Nomadland e Netflix levam estatuetas

Netflix é a maior premiada da noite e Disney leva principais categorias.

A93ª edição do Oscar, ou The Academy Awards, foi inédita por ser a primeira vez em que a premiação aceitou a inscrição de filmes exibidos apenas em . Até então, para ser elegível, um filme teria que ser exibido em um cinema em Los Angeles durante sete dias consecutivos, com no mínimo três sessões diárias. Essa é uma das principais regras da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que foi rompida por conta das possibilidades imprevisíveis de exibição nas grandes telas em decorrência da Covid-19. Na noite deste domingo, 25, a cerimônia de entrega do Oscar celebrou o cinema enquanto consagrou o streaming.

Ao aceitar o premio de Melhor Atriz por Nomadland, da Starlight Pictures (Walt Disney Company), um filme que ela produziu, Frances McDormand fez um apelo: “Um dia, muito, muito em breve, leve todos que você conhece para um cinema, ombro a ombro naquele espaço escuro. E assista a cada filme que está representado aqui esta noite”. O discurso foi uma clara referência a pandemia, que interrompeu atividades e operações de cinemas por todo o mundo. Nomadland foi criado pensando na telona e, por conta da pandemia, foi distribuída nos streamings Hulu e Disney +.

De uma forma ou outra, a decisão da academia amplia a disputa dos streamings pela atenção e reconhecimento dos assinantes. Em 2020, o streaming foi nomeado 24 vezes. Este ano, foram 33 indicações — recorde da empresa até então. Amazon Prime Video recebeu seis indicações; e HBO Max recebeu seis.

Na corrida que compete ao Oscar deste ano, o vencedor é a Netflix, que levou sete estatuetas: Melhor Maquiagem e Penteado e Melhor Figurino por A Voz Suprema do Blues; Melhor Curta de Live-Action por Two Different Strangers; Melhor Curta de Animação por If anything happens I love you; Melhor Documentário por Professor Polvo; Melhor Fotografia e Melhor Direção de Arte por Mank. Amazon Prime Video recebeu estatuetas por O Som do Silêncio (Melhor Edição e Melhor Som) e HBO Max recebeu Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Canção Original por Judas e o Messias Negro. Esta foi a primeira vez que Netflix foi a empresa mais premiada. Em 2020, a Disney ocupou este lugar.

Porém, apesar de Mank ter sido o filme mais indicado da noite (10), não foi o mais premiado. O longa que ocupou este lugar foi Nomadland, que levou três dos principais prêmios da noite: Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Atriz. O conglomerado Disney também prevaleceu. Indicada 14 vezes, a Walt Disney Company ganhou três prêmios por Nomadland, da Starlight Pictures; e Melhor Animação e Melhor Trilha Sonora por Soul, da Pixar.

Toda a edição foi criada para se assemelhar a estética de um filme, e não uma transmissão de televisão, e homenagear tal arte cinematográfica. Como em um filme, a abertura da premiação contava com letreiros para indicar o evento e os atores e diretores que participaram apresentando as categorias, como Laura Dern, Don Cheadle, Brad Pitt e Hong Joon-Ho.

Estes últimos, por sua vez, começaram sua introdução à categoria falando de experiências próprias com longas-metragens, como a primeira vez que foram ao cinema, ou assistiram a um filme internacional ou, então, que efeitos visuais lhe impressionaram quando pequenos.

Regina King, a apresentadora da noite, reforçou a ideia de tentar tornar a experiência do Oscar semelhante a um filme e disse: “Esta noite, estamos aqui para comemorar. Este realmente foi um ano difícil para todos, mas nosso amor pelo cinema ajudou a nos ajudar a passar. Isso nos fez sentir menos isolados e nos conectando quando estávamos separados. Hoje à noite, você vai conhecer uma família criativa de contadores de histórias. Você vai ouvir histórias de como eles se apaixonaram por filmes e como esse amor de filme os conecta aos filmes que estamos aqui para honrar esta noite”, indicou.

“Sim, estamos fazendo isso sem máscara. Você provavelmente está perguntando: ‘Como eles são capazes de fazer isso?’. Bem, pense nisso como um set de filmagem, um filme do Oscar com um elenco de mais de 200 indicados. As pessoas foram testadas, retestadas, ficaram socialmente distantes, e estamos seguindo todos os protocolos rigorosos que nos levaram de volta ao trabalho com segurança. Então, assim como em um set de filmagem, quando estamos rolando, máscaras fora. E quando não estamos enrolando, máscaras. Está bem? É assim que fazemos”, continuou.

Já ao apresentar os profissionais indicados, os apresentadores traçaram trajetórias de carreira de cada concorrente e suas inspirações para trabalhar na área. Essa nova abordagem adicionou alguns minutos ao processo, mas restrição de tempo não foi um problema este ano. A premiação deixou que os vencedores falassem a vontade e por quanto tempo quisessem em seus discursos, não mais restringindo-os a 45 segundos.

O evento não aconteceu no Dolby Theatre, como tem ocorrido desde 2001, quando o espaço foi inaugurado. Desta vez, a premiação foi sediada na estação Union Station, no centro de Los Angeles. Para os indicados que não estavam em Los Angeles, a academia instalou dez estações via satélite em cidades como Londres, Paris e Nova York, ao invés de recorrer às videochamadas.

Discussões atuais
Cada ano, o Oscar também vira palco para críticas sobre a indústria do cinema, seja assédio, falta de representatividade feminina, de profissionais negros, reconhecimento de mercados internacionais e outros. Deste ano, não foi diferente.

No seu monólogo de abertura, Regina King fez questão de pontuar a morte de George Floyd e o julgamento dos culpados: “Estamos de luto pela perda de tantos. E eu tenho que ser honesta. Se as coisas tivessem sido diferentes na semana passada em Minneapolis, eu poderia ter trocado meus saltos por botas de marcha. Agora, eu sei que muitos de vocês em casa querem alcançar o seu controle remoto quando você sente que Hollywood está pregando para você. Mas como mãe de um filho negro, sei o medo com o qual tantos convivem, e nenhuma quantidade de fama ou fortuna muda isso, ok?”.

O comediante e roteirista do Melhor Curta de Live Action (Two Distant Strangers), Travon Free, homenageou vítimas de violência policial: “Hoje a polícia vai matar três pessoas. E amanhã a polícia vai matar três pessoas e no dia seguinte, a polícia vai matar três pessoas porque, em média, a polícia na América todos os dias mata três pessoas. O que equivale a cerca de 1.000 pessoas por ano. E essas pessoas são desproporcionalmente negras. E, você sabe, James Baldwin uma vez disse que a coisa mais desprezível que uma pessoa pode ser é indiferente à dor dos outros. E então eu só peço que você, por favor, não seja indiferente. Por favor, não seja indiferente à nossa dor”.

Ao ganhar na categoria de Melhor Curta de Animação por If anything happens I love you, os diretores dedicaram o prêmio a todos que tiveram parentes e amigos mortos por armas de fogo e indicou que os Estados Unidos é um dos países que lideram o ranking dos que tem mais morte por armas de fogo no mundo. “Temos que melhorar”, disseram.

Apesar de caminhar para uma evolução na representatividade feminina, esta foi a primeira vez que duas mulheres (Chloé Zhao e Esmeralda Lilly Fennell) foram indicadas a Melhor Direção no mesmo ano. A edição buscou também incluir representatividade com uma atriz apresentando categorias em libras e o diretor de parasita, Bong Joon-Ho, apresentou a categoria de Melhor Direção inteiramente em koreano.

Confira os premiados em todas as categorias:

Melhor Filme
Meu Pai
Judas e o Messias Negro
Mank
Minari
Nomadland 
Bela Vingança
O Som do Silêncio
Os 7 de Chicago

Melhor Direção
Thomas Vinterberg, por Druk – Mais Uma Rodada
David Fincher, por Mank
Lee Isaac Chung, por Minari
Chloé Zhao, por Nomadland 
Emerald Fennell, por Bela Vingança

Melhor Atriz
Viola Davis, por A Voz Suprema do Blues
Andra Day, por The United States vs. Billie Holliday
Vanessa Kirby, por Pieces of a Woman
Frances McDormand, por Nomadland 
Carey Mulligan, por Bela Vingança

Melhor Ator
Riz Ahmed, por O Som do Silêncio
Chadwick Boseman, por A Voz Suprema do Blues
Anthony Hopkins, por Meu Pai
Gary Oldman, por Mank
Steven Yeun, por Minari

Melhor Atriz Coadjuvante
Maria Bakalova, por Borat: Fita Seguinte de Cinema
Glenn Close, por Era Uma Vez Um Sonho
Olivia Colman, por Meu Pai
Amanda Seyfried, por Mank
Youn Yuh-jung, por Minari

Melhor Ator Coadjuvante
Sacha Baron Cohen, por Os 7 de Chicago
Daniel Kaluuya, por Judas e o Messias Negro
Leslie Odom, Jr., por Uma Noite em Miami
Paul Raci, por O Som do Silêncio
Lakeith Stanfield, por Judas e o Messias Negro

Melhor Roteiro Original
Judas e o Messias Negro
Minari

Bela Vingança
O Som do Silêncio
Os 7 de Chicago

Melhor Roteiro Adaptado
Borat: Fita Seguinte de Cinema
Meu Pai
Nomadland
Uma Noite em Miami
O Tigre Branco

Melhor Documentário
Collective
Crip Camp: Revolução pela Inclusão
Agente Duplo
Professor Polvo
Time

Melhor Filme Internacional
Druk – Mais Uma Rodada (Dinamarca)
Better Days (Hong Kong)
Collective (Romênia)
The Man Who Sold His Skin (Tunísia)
Quo Vadis, Aida? (Bósnia e Herzegovina)

Melhor Animação
Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica
A Caminho da Lua
Shaun, o Carneiro: O Filme – A Fazenda Contra-Ataca

Soul
Wolfwalkers

Melhor Fotografia
Judas e o Messias Negro
Mank
Relatos do Mundo
Nomadland
Os 7 de Chicago

Melhor Figurino
Emma.
A Voz Suprema do Blues
Mank
Mulan
Pinocchio

Melhor Maquiagem e Penteado
Emma.
Era Uma Vez um Sonho
A Voz Suprema do Blues
Mank
Pinocchio

Melhor Direção de Arte
Meu Pai
A Voz Suprema do Blues
Mank
Relatos do Mundo
Tenet

Melhor Trilha Sonora Original
Destacamento Blood
Mank
Minari
Relatos do Mundo
Soul

Melhor Canção Original
“Fight por You”, de Judas e o Messias Negro
“Hear My Voice, de Os 7 de Chicago
“Husavik”, por Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars
“Io Sí (Senn)”, por Rosa e Momo
“Speak Now”, por Uma Noite em Miami

Melhor Som
Greyhound: Na Mira do Inimigo
Mank
Relatos do Mundo
Soul

O Som do Silêncio

Melhor Edição
Meu Pai
Nomadland
Bela Vingança
O Som do Silêncio
Os 7 de Chicago

Melhores Efeitos Visuais
Problemas Monstruosos
O Céu da Meia-Noite
Mulan
O Grande Ivan
Tenet

Melhor Curta de Animação
Burrow
Genius Loci

If anything happens I love you
Opera
Yes-People

Melhor Curta Live-Action
Feeling Through
The Letter Room
The Present

Two Distant Strangers
The White Eye

Melhor Curta Documental
Colette
A Concerto is a Conversation
Do Not Split
Hunger Ward
A Love Song for Latasha

 

Fonte: Meio e Mensagem

Drones formam QR Code gigante para baixar jogo na China

Tem se tornado comum ver drones sendo utilizados para as mais diversas ações. Em muitos casos eles acabam sendo úteis em entregas, mas uma empresa chinesa chamada Bilibili decidiu recorrer a essa tecnologia para criar um show diferente em comemoração ao lançamento do game Princess Connect Re: Dive.

Para realizar essa ação, a companhia conhecida por seus trabalhos com animes e mangás decidiu utilizar 1.500 drones para formar um código QR gigante na cidade de Xangai. Enquanto eles estavam suspensos no ar, os pedestres podiam mirar seus celulares na imagem formada para baixar o game.

Antes da imagem se formar, os drones fizeram algumas coreografias que remetem ao game no ar, presenteando aqueles que estavam na rua um show noturno um tanto quanto diferente, como você pode conferir no vídeo que está na sequência:

Vale mencionar que, além de poder baixar o jogo, quem apontou o celular para as aeronaves não tripuladas também teve a chance de obter mais informações relacionadas ao título, que é um RPG lançado na Ásia no ano passado e no restante do mundo em 2021.

Curiosamente, a Bilibili já havia feito algo parecido no lançamento de Princess Connect Re: Dive (mas sem o uso de drones): na entrada do prédio em que a companhia está instalada, um código QR foi deixado sem nenhum tipo de pista ou indicação do que ele fazia, e quem o escaneava era enviado diretamente para a página de download do game.

 

Fonte: Tecmundo

Google é a marca mais influente no Brasil

Ranking da Ipsos de 2020 destacou o desempenho de empresas de tecnologia na pandemia e teve O Boticário como representante nacional.

Na manhã desta quarta-feira, 14, a Ipsos apresentou os resultados da oitava edição brasileira do ranking The Most Influential Brands, que analisa o nível de influência conquistado pelas 108 marcas pesquisadas. Os dados foram coletados em dezembro do ano passado, a partir da metodologia de tracking da Ipsos. Em linhas gerais, o estudo apontou que a população brasileira foi uma das impactadas pela Covid-19, na comparação com os outros 28 países pesquisados.

“Estamos em uma nação muito impactada, a população está insegura”, ressaltou Marcos Calliari, CEO da Ipsos no Brasil, no evento de apresentação dos dados. A descrença nas instituições abre espaço para o desempenho das marcas. Segundo o estudo, 77% dos entrevistados esperam que as empresas contribuam para a sociedade. Ao mesmo tempo, 50% das pessoas se dizem cansadas de marcas que oferecem solidariedade, mas não agem.

Para metrificar a influência, a companhia leva em conta uma série de atributos, que podem ser reunidos em seis dimensões. São elas engajamento, confiança, inovação, presença, responsabilidade social e – a novidade de 2020 – Covid. Essas categoriais podem aparecer com mais ou menos peso dentro do desempenho de uma marca. Os organizadores destacam que, se nos anos anteriores inovação e confiança despontavam entre as top brands, agora, elas dividem espaço de maneira mais igual com responsabilidade social e engajamento (interação digital).

Nesse contexto, o título de marca mais influente de 2020 no Brasil foi conquistado pelo Google, que se mantém na posição desde 2016. Na sequência, aparecem o YouTube, que se consolidou como um canal de entretenimento e serviço ao longo da pandemia, e a Samsung, na terceira posição, que lidera a categoria de mobile. A necessidade de conexão e a migração forçada para o home office impulsionaram o desempenho de outras empresas de tecnologia, como Microsoft e Facebook, que ocuparam o 4º e 5º lugar no ranking, respectivamente.

Empresas de bens de consumo, que oferecem produtos de primeira necessidade, também foram destaque no ranking por sua presença. Colgate conquistou o 6º lugar, enquanto Nestlé ficou com o 7º. O Boticário foi a única marca nacional a ser listada no Top 10. A empresa de beleza teve seu desempenho puxado pelo quesito responsabilidade social. Avaliado pela primeira vez em 2020, o Mercado Livre fez sua estreia já na 9ª posição, com o avanço das compras online. Veja o ranking completo:

1- Google

2- YouTube

3- Samsung

4- Microsoft

5- Facebook

6- Colgate

7- Nestlé

8- O Boticário

9- Mercado Livre

10- Mastercard

Fonte: Meio e Mensagem

Ação de Havaianas conecta personagens de Netflix à vida real

Campanha terá produtos licenciados e filme que conta histórias de garra e persistência feminina durante o mês da mulher.

Em sua nova mais nova campanha, em parceria com a Netflix, a Havaianas vai contar as histórias de quatro mulheres da vida real que, inspiradas por personagens do universo do streaming, transformaram suas relações consigo mesmas.

Ação de Havaianas conecta personagens de Netflix à vida real Havaianas

Intitulado #EscuteMinhaVoz, o movimento retrata como as trajetórias de personagens como Eleven (Stranger Things), Maeve (Sex Education), Yennefer (The Witch) e Nairobi (La Casa de Papel) conseguiram motivar Sun Cordeiro, Joyce Carolina, Carolinne Assis e Ariane Anselmo.

Além de homenagear as mulheres, o filme também promove a nova coleção da collab entre Havaianas e Netflix, que pode ser encontrada no Brasil, em toda a América Latina, nos Estados Unidos, na Europa e na Índia, tanto nas lojas físicas quanto na digital flagship store da marca.

“Nosso objetivo ao lançar esse movimento é ampliar a voz dessas mulheres tão potentes e fazer o convite para que outras mulheres façam o mesmo”, afirma Maria Fernanda Albuquerque, diretora de comunicação global de Havaianas. A criação é da agência Playground.

O filme da Campanha você confere aqui:

https://www.youtube.com/watch?v=2KchK_PztnA

Fonte: Meio e Mensagem

Nestlé quer fazer Páscoa caber no bolso do consumidor

Estratégia da empresa para 2021 foca logística e distribuição, flexibilidade de preços e oferta, assim como as marcas Baton, Alpino, Talento e KitKat

Nestlé quer fazer Páscoa caber no bolso do consumidor Blog_Nestle

Fabricantes de chocolate têm novamente um desafio para a Páscoa deste ano. Embora o produto entre na categoria alimentar, cujo varejo em geral não sofreu restrições – por ser concentrado em supermercados, hipermercados e atacarejos – os ovos de Páscoa, colombas e outros itens em destaque no período costumam ser itens presenteáveis nessa data do varejo e a limitação de contato físico entre as pessoas após a pandemia continua sendo uma questão.

Amanda Freitas, gerente de marketing Nestlé, recorda que ano passado a indústria foi pega de surpresa quando já estava com os ovos expostos nas lojas físicas e o plano de e-commerce existia, mas era pequeno e lá mesmo já teve de haver uma virada de chave e o crescimento das vendas online foi grande. Uma vez que o planejamento de portfólio e ações para a data todo ano demora em média 12 meses, isso significa que ao acabar uma, ela e sua equipe já estavam pensando e tomando decisões para 2021.

Elevar o investimento no e-commerce foi uma dessas decisões. “Sempre pensamos muito em inovação, sabores diferentes, e este ano foi ‘como levar nossas principais marcas ao consumidor, não deixar os itens faltarem, sabendo que ele ainda não deve presentear, pois não haverá muitos encontros”, conta a executiva.

Com isso, o pensamento inovador ficou mais direcionado em distribuição e logística, assim como na construção de um portfólio com flexibilidade de preços, em que são destaques os ovos Baton, Alpino, Talento e KitKat. Entre as novidades em produto, Baton tem opções ao leite, branco e um com formulação zero lactose para a linha infantil, atendendo a uma demanda de pais com filho intolerantes à lactose. A linha infantil, da qual fazem parte também os chocolates Surpresa – ao Leite e Unicórnio com chocolate branco e confeitos coloridos na casca – e Buttons exploram games interativos por meio de um QR Code em suas embalagens.

O portfólio vai de itens pré-Pascoa, de impulso, como coelhinhos e mini ovos de chocolate, que vão de R$ 2,99 a R$ 14,99 até chegar aos ovos, com variação de R$ 32,90 a R$ 46,90. “Oferecemos opções diferentes de desembolsos, para todo mundo conseguir ter um item, de acordo com sua necessidade”, pondera Amanda.

Enquanto a categoria chocolates, com as marcas Nestlé e Garoto, já começou a ser trabalhada em tv, o digital, focado em performance e em ovos de Páscoa em si, ganhará volume a partir da segunda e terceira semanas de março, quando os consumidores já estarão, segundo Amanda, já no “mood” da data. Como a Páscoa este ano será dia 4 de abril, o maior investimento será na última semana de março, inclusive no PDV. “O e-commerce cresceu muito, mas ainda não está igual ao varejo físico”, argumenta a gerente de marketing.

Hábitos da pandemia

Além disso, a pandemia representou uma mudança importante de comportamento dos consumidores envolvendo a categoria: a compra de chocolate, antes uma indulgência mais impulsiva, acabou entrando mais nas compras planejadas.

Segundo pesquisa feita pelo C. Lab (laboratório interno de pesquisas da Nestlé), 51% das pessoas aumentaram as compras de chocolates nos últimos meses, tanto pela busca de sabor e conforto emocional quanto pela tendência de lanches intermediários. Antes, o consumo fora do lar representava até 70% e 30% diziam respeito à compra planejada (para compartilhar e presentear), agora, os números se inverteram: 70% é de compra planejada e consumo no lar. Esse crescimento foi acelerado pelo online e entrega expressa.

Além disso, comenta Amanda, o preparo de alimentos dentro do lar e a cozinha para alguns virando hobby durante a quarentena – sendo que 53% pretendem continuar cozinhando mesmo após o fim da pandemia -, também elevou o consumo de chocolate.

Com tudo isso, os investimentos que cresceram no digital, estão sendo mantidos nos PDVs, com aumento de cuidados em relação a colaboradores próprios e terceiros na higienização e protocolos contra o coronavírus. Para a Páscoa 2021, foram contratados 370 colaboradores terceiros. Sem citar números, Amanda Freitas, afirma que a Nestlé tem “grandes expectativas para 2021”, uma vez que a companhia já está mais preparada e adaptada ao cenário.

 

Fonte: Meio & Mensagem

McDonald’s apresenta novas embalagens minimalistas

McDonald’s apresenta novas embalagens minimalistas EuWcIRGXUAEOSGb

Seguindo a tendência do design minimalista, o McDonald’s decidiu redesenhar todas as suas embalagens para que a marca estivesse mais alinhada com o mercado.

A agência Pearlfisher foi escolhida para redesenhar todo o sistema de embalagem do McDonald’s, criando uma nova estrutura visual para a linha de produtos da marca. Consistindo em um novo sistema gráfico, o novo design busca trazer “uma sensação de alegria e facilidade para a marca“, colocando “gráficos ousados” nas embalagens. Para criar este redesign a Pearlfisher tentou manter os pontos reconhecidos das embalagens antigas, porém utilizando um sistema mais simples com ilustrações mais limpas.

Utilizando ilustrações vetoriais de itens icônicos do cardápio do McDonald’s, cada novo item da embalagem é uma “representação gráfica do menu“, mostrando como cada elemento do menu pode ser “mais conectado e evocativo do ponto de vista lúdico do McDonald’s“.

Essa abordagem também foi desenvolvida para garantir que as operações permaneçam eficientes durante o lançamento da mudança, criando gráficos fáceis de entender e que também podem gerar reconhecimento, independentemente de onde esteja.

“Nossa tarefa era descobrir o que havia de realmente especial em cada item do menu para projetar um sistema que tornasse mais fácil para os outros fazerem o mesmo“, comentou Matt Sia, diretor criativo da Pearlfisher.

Ao focar nos elementos globalmente reconhecíveis, a equipe de Pearlfisher destaca como pode haver “beleza na simplicidade dos itens icônicos do menu do McDonald’s“.

“Nosso objetivo era encontrar a expressão mais especial, reconhecível e icônica de cada um – celebrá-los de uma forma que fizesse as pessoas sorrirem“, completou.

Aproximando-se da paleta de cores reconhecíveis da marca, essas ilustrações relativamente simples também visam “ser funcionalmente exclusivas, fáceis de identificar, esteticamente mínimas e, o mais importante, emocionalmente alegres“.

Para as equipes internas do McDonald’s, esse foco na ilustração “ajudou a garantir que esse redesenho modernizasse a marca”.

Confira o novo visual da marca:

McDonald’s apresenta novas embalagens minimalistas EuWcIRGXUAEOSGbMcDonald’s apresenta novas embalagens minimalistas EuWcIRGXUAEOSGbMcDonald’s apresenta novas embalagens minimalistas EuWcIRGXUAEOSGb McDonald’s apresenta novas embalagens minimalistas EuWcIRGXUAEOSGb McDonald’s apresenta novas embalagens minimalistas EuWcIRGXUAEOSGb McDonald’s apresenta novas embalagens minimalistas EuWcIRGXUAEOSGb

 

Fonte: Publicitários Criativos

7 milhões de pessoas atingidas e 2 toneladas de ração doadas: a campanha de marketing que viralizou nas redes sociais

“Cada vez que o dog for compartilhado, 1 kg de ração será doado”. Quem usou as redes sociais, principalmente o Instagram e o Facebook, neste final de semana provavelmente se deparou com esta frase seguida da imagem de um (fofo) labrador. A publicação é fruto de uma campanha de marketing que viralizou e atingiu 7 milhões de pessoas em apenas dois dias, gerando uma doação de 2 toneladas de ração no total. A campanha foi criada pelo escritório  Moresco Contabilidade, de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, às 10h do último sábado, 12 de dezembro. A meta era doar, no máximo, 2 toneladas, mas em menos de duas horas, metade disso já havia sido batido. “Ficamos apavorados e felizes”, conta Morgana Moresco, 33, diretora do escritório, com exclusividade a PEGN.

A executiva conta que a ideia da campanha surgiu ainda em 2012, fruto de uma história curiosa. Ela, que já trabalhava no escritório fundado por sua família, conta que dificilmente gostava dos presentes que ganhava de aniversário. “Ou trocava, ou não usava”, diz. A solução? Pedir 1 kg de ração para os seus cachorrinhos. A brincadeira foi crescendo e os colegas do escritório começaram a dar o valor em dinheiro, ao invés de carregar um saco de ração no seu aniversário. Daí surgiu a ideia de transformar a brincadeira pessoal em uma ação social do escritório.

Em 2015, fizeram um planejamento estratégico com uma agência de marketing e lançaram a campanha no mesmo formato, só que no Facebook. A cada compartilhamento, 1 kg de ração doado. No primeiro ano, foram 400 kg, no segundo, 700 kg, e em 2017, 1,5 tonelada. Em 2019, no entanto, Moresco se decepcionou: apenas 380 kg. Aí surgiu o plano de fazer em 2020 uma ação mais consistente, com um novo parceiro de marketing. “A agência sugeriu fazermos no Instagram também, porque nosso escritório ainda não tinha uma conta lá”, afirma. Para viabilizar, firmaram uma parceria com a ONG Sítio da Vovó, que abriga mais de 600 cachorros abandonados, em Arroio dos Ratos, no interior do Rio Grande do Sul. Quando a campanha viralizou em menos de duas horas, a executiva conta que ficou tensa. “Começamos a ficar apavorados. Passamos o sábado inteiro no WhatsApp acompanhando e tivemos uma reunião de duas horas no domingo para pensar em tudo”, diz. A solução foi limitar a doação a 2 toneladas, meta original. Mas para não pausar aí, Moresco também decidiu fazer uma parceria com a agência para oferecer ao Sítio da Vovó uma “consultoria de marketing”. Juntas, vão criar redes sociais para a ONG e organizar novas campanhas.

Ela também conta que ficou um pouco chateada com parte da repercussão na internet. “Muita gente desacreditando da campanha. Sou muito amante da causa, confesso que tive até dificuldade para dormir. Mas depois refleti e fiquei feliz, porque também teve muita gente apoiando.”

A entrega ainda está sendo planejada, mas deve acontecer no próximo sábado, dia 19. “Estamos ansiosos para brincar com os cachorros”, diz.

Fonte: Pequenas Empresas e Grandes Negócios

Entenda por que as empresas estão boicotando o Facebook

CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, ficou US$ 7,2 bilhões mais pobre na última sexta-feira, 26. As ações da rede social caíram 8,3% – o maior recuo em três meses – após alguns dos maiores anunciantes do mundo declararem que irão interromper a veiculação de anúncios publicitários na plataforma por algum tempo.

O Facebook  – e, mais para o fim da semana, o Twitter – vêm enfrentando um boicote que começou nas redes sociais, nos Estados Unidos, com algumas marcas e que, com o passar dos dias, ganhou proporções maiores. Entidades ligadas à movimentos civis daquele país deram início ao movimento #StopHateForProfit (“Pare de Dar Lucro ao Ódio”, na tradução), para pressionar anunciantes e grandes empresas a retirarem suas verbas publicitárias das plataformas do Facebook por acreditarem que a companhia não vem atuando de forma eficaz para coibir e diminuir os discursos de ódio publicados nas timelines.

Embora as críticas em relação à maneira como as redes sociais, de modo geral, permitem a livre publicação de discursos e ideias que por vezes pode ser ofensivas – ou então, conter informações inverídicas – sejam um tema presente na indústria da comunicação há algun anos, o estopim para a crise atual aconteceu após a eclosão dos movimentos em prol da igualdade racial, que tomaram diversas cidades dos Estados Unidos recentemente, após o assassinato do segurança George Floyd. Assim que os primeiros protestos nas ruas começaram, o presidente do país, Donald Trump, usou suas redes sociais para sugerir que a polícia reprimiria com violência as manifestações. “Quando começarem os saques, começam os tiros”, escreveu Trump em seu perfil no Twitter e no Facebook.

A maneira como a rede social de Mark Zuckerberg reagiu à postagem do presidente foi determinante para dar corpo às críticas. Enquanto o Twitter sinalizou a mensagem do líder estadunidense com um rótulo de conteúdo incitador de violência, o Facebook não fez qualquer filtragem na postagem. Zuckerberg e outros executivos da companhia chegaram a dizer que, de forma pessoal, repudiavam a declaração, mas a companhia, institucionalmente, manteve o discurso de que não poderia interferir na liberdade de expressão.

O crescimento do boicote
Desde a semana passada, diferentes organizações ligadas aos direitos civis, inclusive a Liga Antidifamação, decidiram usar outra estratégia para cobrar uma reação da rede social. As entidades começaram sugerir a anunciantes que interrompessem a veiculação de publicidade no Facebook no mês de julho, como uma forma de ajudar a não fomentar a rede social que, na visão dessas organizações, é permissiva em relação aos discursos de ódio.

O protesto começou a ganhar a adesão de marcas com importante presença em território estadunidense, como The North Face, Patagonia, REI, Ben & Jerry’s, Eddie Bauer e Magnolia Pictures. Na sexta-feira, 26, a gigante de tecnologia Verizon também comunicou que deixaria de anunciar temporariamente na rede social.

A onda cresceu, no entanto, com o anúncio da Unilever, que não apenas seguiu às demais emissoras no boicote, como ampliou a restrições. A companhia, que é um dos maiores anunciantes do mundo, declarou que não irá anunciar mais no Facebook, Instagram e nem no Twitter até o fim de 2020. A dona das marcas Dove, Hellmann’s e Clear, dentre outras, afirmou que irá direcionar seus investimentos em publicidade para outras mídias. De acordo com o banco de dados e plataforma de inteligência Pathmatics, a Unilever destinou US$ 42,3 milhões para o Facebook em 2019. “Continuar anunciando nessas plataformas no momento não agregaria valor às pessoas e à sociedade. Vamos monitorar continuamente e revisaremos nossa posição atual, se necessário”, afirmou a Unilever em comunicado. Ainda segundo a companhia, a forte polarização que toma conta dos Estados Unidos por conta da proximidade das eleições também colabora para o ambiente nocivo das redes sociais.

A retirada da Unilever foi o ingrediente principal para a desvalorização do Facebook, que perdeu US$ 56 milhões de valor de mercado na última sexta-feira. De acordo com o Bloomberg Billionaires Index, a queda do valor das ações fez o patrimônio de Zuckerberg recuar para US$ 82,3 bilhões – e o derrubou em uma posição no ranking das pessoas mais ricas do mundo. Antes, Zuckerberg estava em terceiro, atrás de Jeff Bezos e Bill Gates e, agora, foi ultrapassado por Bernard Arnault, chefe da Louis Vuitton.

A adesão da Coca-Cola

A sexta-feira, 26, ainda reservava outro acontecimento negativo para as finanças das redes sociais. No final do dia, a Coca-Cola divulgou um comunicado para anunciar que pausaria a publicidade em todas as plataformas digitais por um prazo de 30 dias. A marca justifica a atitude por conta de uma revisão de suas políticas de anúncios digitais. No comunicado, a empresa apontou casos de racismo e outras manifestações de ódio que não foram solucionadas pelas grandes empresas de tecnologia. “Não há lugar para o racismo no mundo e não deve haver nas redes sociais. Tomaremos esse tempo para readequar nossas políticas de publicidade e determinar as revisões, caso sejam necessárias”, declarou James Quincy, CEO da Coca-Cola, na nota.

No sábado, 27, outra grande marca global, a Diageo, também anunciou que não fará publicidade nas principais redes sociais durante o mês de julho. A única plataforma em que a companhia de bebidas manterá os anúncios é o YouTube. Em manifestação nas redes sociais, a Diageo declarou que “se esforça em promover a diversidade e inclusão também em suas campanhas de marketing” e que a partir de 1º de julho irá pausar, globalmente, a publicidade paga nas maiores plataformas sociais. “Continuaremos conversando com os parceiros de mídia a respeito de como eles estão lidando com esse conteúdo inaceitável”, declarou a Diageo.

A resposta de Zuckerberg
Em meio a esses anúncios de sexta-feira, 26, Zuckerberg se manifestou para falar sobre as maneiras como o Facebook vêm procurando coibir discursos de ódio e desinformação em suas plataformas. “Especificamente, estamos expandindo nossa política de publicidade para proibir afirmações de que pessoas de uma raça, etnia, origem, religião, casta, orientação sexual, identidade de gênero ou imigrantes sejam tratadas como ameaça à integridade física ou a saúde das demais pessoas”, declarou.

O CEO e fundador do Facebook também reforçou as novas políticas da plataforma em relação à eleição dos Estados Unidos. Segundo ele, a rede social terá um hub de conteúdo e informações sobre a corrida eleitoral, que reunirá as postagens de candidatos e autoridades políticas. A companhia já havia anunciado, há alguns dias, a criação de uma ferramenta que permite que os usuários bloqueiem anúncios políticos, se assim desejarem.

 

Fonte: www.meioemensagem.com.br

As polêmicas e suspensões do CONAR em 2019

o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) realizou, no Recife, a última reunião do ano de seu Conselho de Ética, responsável por analisar as denúncias feitas por consumidores – ou abertas pela própria entidade – a respeito de campanhas e ações publicitárias feitas em diferentes canais de mídia.

Ao longo de 2019, o Conar julgou diversos processos para analisar se anunciantes e agências cometeram alguma irregularidade na mensagem, tom ou na maneira escolhida para se dirigir aos espectadores. Para balizar os julgamentos, o Conselho usa como base o Código de Ética do Conar, elaborado pelos profissionais do próprio setor para definir padrões éticos na publicidade brasileira.

Por conta das festas de fim de ano, a entidade anunciou a suspensão dos processos em avaliação até o dia 12 de janeiro, quando as atividades serão retomadas.

A reportagem de Meio & Mensagem fez um compilado de alguns dos processos do Conar que mais geraram repercussão ao longo deste ano. Relembre os casos:

O Instagram da Anitta
A cantora Anitta esteve envolvida em dois processos julgados no Conar em 2019 por conta de postagens em suas redes sociais. A primeira situação aconteceu em seu março, na comemoração do aniversário da artista. Para agradecer aos fornecedores que colaboram com a execução da festa de aniversário, a artista publicou uma galeria de fotos no Instagram. Em três dessas imagens eram exibidos produtos da Coca-Cola, Bacardi e Bombay Sapphire e Skol Beats.

O problema encontrado pelo Conar, que abriu a ação após a denúncia de um consumidor, foi a falta de identificação de conteúdo publicitários nas postagens e, por isso, determinou a sustação dos posts. Como defesa, a equipe de Anitta respondeu que a publicação foi feita de maneira espontânea e que não se tratava de uma ação comercial. Mesmo assim, a equipe pediu desculpas ao Conselho de Ética e prometeu acatar as regulamentações do Conar, apagando as imagens logo em seguida.

Outro caso envolvendo Anitta e Conar aconteceu em outubro, pouco depois de a cantora ter sido anunciada como a head de criatividade e inovação de Skol Beats. Logo após esse anúncio, a marca da Ambev apresentou o primeiro produto resultante da parceria com Anitta: a Skol Beats 150 BPM. O problema aconteceu quando Anitta postou, também em seu Instagram, uma imagem do produto. O Conar abriu um processo pelo fato de a mensagem não ter identificação de conteúdo publicitário e pelo fato de o público da cantora nas redes sociais ser predominantemente jovem. A entidade determinou a sustação das imagens e advertiu a Ambev.

A idade de Pabllo Vittar
Outro caso envolvendo ações com bebidas alcoólicas aconteceu em fevereiro deste ano, quando o Conar abriu um processo para analisar a participação da Skol no clipe “Seu Crime”, lançado por Pabllo Vitar naquele mês. A queixa tinha uma razão: as regras do conselho de ética proíbem que qualquer pessoa menor de 25 anos participe de campanhas e ações publicitárias – e de acordo com informações em reportagens e entrevistas com a cantora, Pabllo teria, na época da ação, 24 anos. A Ambev e a cantora, no entanto, prestaram esclarecimentos sobre a idade da artista e o processo, posteriormente, foi arquivado.

A riqueza de Bettina
Uma das personagens mais citadas na publicidade do ano, Bettina, da Empiricus, também foi alvo de um processo aberto pelo Conselho de Ética do Conar. Em maio, quando um dos vídeos da empresa viralizou na internet, o Conar determinou a sustação imediata da campanha. O problema era o teor da mensagem – na qual Bettina dizia ter acumulado, rapidamente, um patrimônio de R$ 1 milhão – apenas com os conselhos das publicações da Empiricus. Além do Conar, o caso da publicidade da Empiricus gerou também multa e punição na Fundação Procon-SP. Apesar de todos os problemas, a empresa ainda utilizou Bettina em uma nova versão da publicidade, lançada em outubro deste ano, na qual a jovem pedia desculpas pelo “erro” na mensagem anterior.

O poliamor do Burger King
Em fevereiro, o Burger King colocou no ar uma campanha protagonizada por um trisal. O relacionamento entre uma moça e dois rapazes gerou críticas nas redes sociais e, após ter recebido queixas de consumidores, o Conar abriu processo para analisar o caso. Por unanimidade, os conselheiros analisaram que não havia qualquer problema na campanha e arquivaram o processo. E o Burger King ainda fez piada com a situação, criando uma nova versão do filme publicitário em que os personagem eram apresentados como um trio de “poliamigos”.

 

Via Meio&Mensagem.