Como reduzir o custo ambiental de campanhas digitais

Para publicidade digital, o tema da sustentabilidade é mal compreendido e, em grande parte, intocado

Os profissionais de marketing estão interessados em mostrar aos investidores e consumidores como eles estão ajudando a resfriar o planeta — mas a publicidade digital é um negócio inesperadamente pesado em carbono. Embora a sustentabilidade tenha sido um ponto de discórdia para a publicidade fora de casa — vendedores de outdoors têm sido pressionados a usar papel reciclado e tinta ambientalmente amigável — para publicidade digital, o tema da sustentabilidade é mal compreendido e, em grande parte, intocado. Na verdade, a internet representa hoje quase 4% das emissões globais. Isso é mais do que a indústria da aviação global — e está supostamente no caminho para dobrar até 2025.

Nem todas as emissões de internet são causadas pela publicidade digital, mas é um grande contribuinte, deixando uma pegada de carbono pesada. Uma campanha típica de anúncios online emite 5,4 toneladas de carbono, aproximadamente um terço do que um consumidor médio dos EUA produz em um ano. Mas o que os anunciantes podem fazer para cortar a pegada de carbono de suas campanhas publicitárias digitais? Aqui estão três maneiras:

Remover, reduzir, reciclar
Ao distribuir campanhas digitais, o tamanho do arquivo dos ativos que uma marca serve impacta diretamente na saída de carbono dos anúncios. Tamanhos de arquivos mais altos resultam em maiores requisitos de energia para que o anúncio seja servido e carregado no dispositivo de um visualizador final. Isso significa que é uma das maneiras mais rápidas e fáceis de economizar carbono diretamente na mídia.

Remova: Pergunte se um aspecto de um anúncio é realmente necessário. Por exemplo, uma fonte personalizada é realmente necessária, ou uma das centenas de fontes pré-suportadas por vários navegadores/dispositivos também funciona? Se assim for, esse é um ativo que não precisará ser carregado, economizando até 2% da pegada de carbono de um anúncio.

Reduzir: Dos ativos remanescentes, como eles podem ser menores? Lembre-se, os anúncios aparecem muito menores em uma página digital, de modo que a versão ultra-hi-res provavelmente não é necessária. Quanto mais o peso dos ativos é reduzido, mais carbono é economizado. Já vi tamanhos de arquivo comprimidos em até 80% sem um compromisso de qualidade, ajudando a conduzir melhor UX para o espectador através de tempos de carga mais rápidos.

Reciclagem: A produção e transferência de um novo ativo criativo gera maiores emissões de carbono. Então, considere toda a cadeia de suprimentos, desde a ideação até a entrega. Se há uma oportunidade de reutilizar uma peça de qualidade, por que não experimentá-la? Não só ajudará a tornar a marca mais consistente, como pode reduzir consideravelmente as emissões publicitárias.

Não perca tempo
Bloquear campanhas de serem executadas entre duas a cinco da manhã salvou dólares de anúncios de serem desperdiçados em tempos de baixa atenção. No entanto, ao tentar reduzir a pegada de carbono, essa mesma ferramenta também pode reduzir as emissões de campanhas.

Como regra geral, quanto mais movimentada é uma rede de energia, menos eficiente (e mais intensiva em carbono) ela se torna. Assim, executar apenas 5% das campanhas durante os horários não-pico pode ter um impacto significativo na quantidade de emissões de CO2 que eles geram.

Para ajudar, a Energy Information Administration publica dados sobre quando diferentes regiões consomem mais energia, com os horários-chave variando de acordo com o estado e a estação.

É claro que as marcas ainda querem maximizar a atenção para campanhas nos horários de pico, e não querem a faixa das três da manhã, não importa o quão amigável ao carbono, Mas entregar mesmo ligeiramente fora das maiores horas de consumo de um estado-alvo pode ter um enorme impacto na pegada de carbono.

Priorizar a oferta verde
Enquanto a indústria publicitária está se preparando coletivamente para o cookiepocolypse, marcas e agências têm investido quantidades significativas de tempo e energia no desenvolvimento de relacionamentos mais fortes com seus parceiros editores e na compreensão do público disponível para eles. Os editores também se tornaram muito melhores na articulação desses dados.

Com mais dados do site disponíveis para os anunciantes, eles agora têm o poder de selecionar as opções de entrega mais verdes. Ao priorizar listas de negócios ou grupos de editores que são capazes de demonstrar sua jornada para o zero líquido, as marcas podem financiar mídias mais limpas e reduzir a pegada de carbono das campanhas. As principais perguntas a serem feitas incluem se a campanha será executada em servidores verdes, o número médio de anúncios por página e quais tipos de anúncios são mais comuns (quanto maior o número e maiores os formatos, mais saída de carbono).

A mudança climática é real e está acontecendo rápido. Um estudo da Pew Research publicado em 2020 descobriu que 67% dos americanos acham que o governo não está fazendo o suficiente para reduzir as mudanças climáticas, com 64% dizendo que proteger o meio ambiente deve ser uma prioridade máxima.

Toda indústria tem um papel a desempenhar. É hora dos anunciantes virarem a maré antes que isso nos lave.

Fonte: Meio & Mensagem

O impacto da pandemia no valor das marcas

Presença, confiança e afinidade foram base da relevância dos anunciantes destacados no ranking Best Global Brands 2021.

A pandemia influenciou o modo de consumo das pessoas, digitalizando atividades, transformando tarefas, desde trabalho até em casa. As marcas precisaram apostar em uma reconstrução de sua relação entre negócios e sociedade. “As marcas mais influentes de 2021 estão construindo sua relevância além do consumo a partir de três dimensões: a presença, criando uma voz ativa nos assuntos de interesse de seu público; a confiança, agindo de acordo com um propósito que também seja relevante para a sociedade; e, por fim, a afinidade, desempenhando um papel significativo na vida dos clientes, tomando posições claras sobre os princípios e prioridades que são fundamentais para eles”, diz Beto Almeida, CEO da Interbrand.

A Interbrand divulgou nesta quarta-feira, 20, o Best Global Brands 2021, que ranqueia as marcas mais valiosas do mundo. As marcas de tecnologia dominaram o top 10. A Tesla registrou o maior crescimento desta edição (alta de 184%), após ter voltado à lista no ano passado, enquanto a Sephora foi a única marca nova em comparação a 2020 (entrou na centésima e última colocação). Assim, o Grupo LVHM passou a ser a primeira empresa a ter cinco marcas em uma edição do Best Global Brands, contando com Louis Vuitton (13º), Dior (77º), Tiffany & Co. (92º) e Hennessy (95º), além da de cosméticos.

O topo da lista é comandado pelas gigantes da tecnologia com Apple, em primeiro, seguida de Amazon, em segundo, e Microsoft, em terceiro. O trio principal corresponde a 33% do valor total da tabela. O Google está em quarto e Samsung, em quinto lugar. Além deles, o top 10 é composto por Coca-Cola, Toyota, Mercedes-Benz, McDonald´s e Disney, nessa ordem.

 

O impacto da pandemia no valor das marcas Best-Global-Brands-Table-2021-1-1

“O que o estudo revela é que as marcas que mais cresceram foram aquelas que souberam estar presentes na vida das pessoas de forma relevante e indo muito além de seu produto ou serviço e que com isso conquistaram a confiança e afinidade de seus consumidores”, explica Beto.

Além da Tesla, que ocupou a 14ª colocação, chegando a U$ 36,270 milhões de valor de marca, num avanço de 26 posições, duas marcas se destacaram em termos de evolução: Salesforce (em 38º, subiu 20 posições, com crescimento de 37%) e PayPal, que agora ocupa a 42ª colocação, subindo 18 colocações com crescimento de 36%.

“As Marcas Brasileiras Mais Valiosas” serão divulgadas pela Interbrand em dezembro.

 

Fonte: Meio & Mensagem

Brasileiros querem atenção das marcas no pós-compra

Pesquisa global da R/GA mostra que consumidores do País são mais exigentes em relação às experiências oferecidas pelas empresas.

exigência do público brasileiro em relação aos produtos que compram e utilizam está alta. O estudo “The Power of Brand Relationship Design”, realizado pela agência R/GA apara analisar o comportamento dos consumidores no pós-compra em nove mercados das regiões da América do Norte, Europa, América Latina e Ásia-Pacífico.

O estudo apontou que 82% dos brasileiros desejam que suas experiências de compras vão além da entrega correta das mercadorias e que 80% deles compram seus produtos com base na experiência que tiveram com as marcas. Entre os consumidores de todos os países que compõem a pesquisa, os brasileiros são os mais exigentes: 50% declararam que não têm certeza se repetiriam uma experiência de compra com uma marca.

Um dado da pesquisa pode ser importante para o trabalho das empresas e marcas que atuam na área de programas de fidelidade. Embora praticamente a totalidade dos consumidores brasileiros (95%) tenha declarado que os incentivos e programas de fidelidade oferecidos pelas empresas são importantes, apenas 12% admitiram que fazem uso dessas vantagens.

Outra percepção trazida pelo estudo é a falta do sentimento de comunidade gerado pelas marcas. No Brasil, apenas 27% dos entrevistados declararam que se sente membro da comunidade de alguma empresa ou marca e apenas 19% dos entrevistados sabem da existência de programas de fidelidade ou de comunidades das marcas que consomem.

A personalização também é um elemento que chama a atenção: 92% dos brasileiros da pesquisa disseram que gostariam de receber comunicações personalizadas sobre produtos e serviços que podem ser interessantes para seu perfil e cerca de 88% se mostrara m interessados em experiências personalizadas e interativas para obter informações e suporte.

O estudo da R/GA mostrou que, nessa etapa de pós-venda, 98% dos brasileiros consideram que as prestações de serviço mais importantes são suporte e assistência, atendimento flexível e rastreamento de entrega, além de comunicação em tempo real.

A pesquisa foi realizada com 1500 consumidores brasileiros de junho a setembro do ano passado. No total, foram analisados 16 mil consumidores dos mercados dos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Austrália, China, Japão, Singapura, Argentina e Brasil.

 

Fonte: Meio & Mensagem

Cannes Lions: os cases favoritos aos Leões em 2021

Com base nos shortlists já divulgados e nos resultados de D&AD, One Show e ADC, Meio & Mensagem lista cases internacionais com mais chances de troféus.

Tradicional palco de alguns dos mais inovadores e criativos trabalhos realizados pela indústria de publicidade de todo o mundo, o Cannes Lions, a partir da próxima semana, irá consagrar novos cases com seus cobiçados troféus a partir da próxima segunda-feira, 21.

Baseado nos já divulgados shortlists de Titanium, Innovation e Glass e nos recentes resultados de D&AD, One Show e ADC, Meio & Mensagem lista quais são os cases internacionais com mais chances de conquistar os jurados do Festival nas disputas pelos principais prêmios da edição 2021.

“Boards os Change”, da FCB Chicago para a cidade de Chicago
Em apoio ao movimento Black Lives Matter, a ação usou placas de compensado, que tampavam lojas durante a pandemia, grafitadas com mensagens de protesto, para construir cabines de votação que facilitaram o pré-cadastro dos elitores interessados em participar das eleições presidenciais de 2020.

“Moldy Whopper”, da Ingo Stockholm, David Miami e Publicis Bucharest para Burger King
O já premiadíssimo filme mostra de forma acelerada os 34 dias de decomposição do sanduíche para promover a remoção, na Europa, de conservantes artificiais do Whopper – e aproveita para alfinetar o concorrente McDonald’s, que já foi alvo de experimentos que mostravam que o Big Mac não se decompõe.

“#WombStories”, da AMVBBDO London para LIbresse
“A marca de absorventes pode repetir a boa performance que teve e 2019, quando sua “Viva La Vulva” foi a terceira campanha mais premiada do mundo em Cannes. A nova ação mistura filmes de animação muito caprichados com histórias reais de mulheres sobre tabus como não ter filhos e sofrimento no período menstrual. No One Show, conquistou ¨GPs.

“Michelob Utra Courtside”, da FCB New York para Michelob Ultra, Microsoft e NBA
Patrocinada pela cerveja Michelob Ultra, a experiência das plateias virtuais em telas digitais colocadas nas quadras das finais da NBA, viabilizadas pelo Teams, da Microsoft, engajou até o ex-presidente Barack Obama e chega a Cannes carregando três Grand Prix do One Show.

“The Uncensored Library”, da DDB Berlin para Repórteres Sem Fronteiras
Para driblar a cenrusa de alguns países, a ONG colocou artigos proibidos em uma biblioteca virtual construída dentro do game Minecraft, que consegue driblar bloqueios impostos à internet e permitir acesso global às informações.

“You Love Me”, da Translation LLC para Beats by Dre.
A campanha da marca de fones de ouvido e equipamento de áudio da Apple coordena as experiências cotidianas de desigualdade e racismo enaltecendo a música, o estilo e a cultura negras. Para o A-List, do Ad Age, é o filme mais artisticamente bem trabalhado do ano.

“Enjoy Before Returning”, da Publicis Italy para Diesel
O filme aborda de forma bem-humorada a prática de comprar um item online, usá-lo uma vez e, depois, devolvê-lo. A postura ousada da marca, de não incentivar, mas também de não condenar o comportamento, é inédita na indústria do vestuário.

“True Name”, da McCann New York para Mastercard
A ação permite que pessoas trans mudem seus nomes com facilidade nos cartões de crédito e aborda o tema em comercial explicativo protagonizado por atores transgêneros e não-binários. Ganhou dois GPs no One Show e está nos shortlists de Titanium e Glass.

 

Fonte: Meio e Mensagem

Marca de vodca reedita ação de apoio à causa LGBTQIA+

Inspirada no símbolo do Orgulho LGBTQIA+, celebrado internacionalmente no mês de junho, a marca de vodca Absolut trouxe ao Brasil uma nova versão da sua icônica garrafa Rainbow. Com as cores da diversidade, o item homenageia o artista e ativista norte- americano Gilbert Baker, designer original da bandeira do arco-íris de 1978. Parte das vendas da edição especial, que está disponível no site Drinks and Clubs, por R$ 150, será revertida à Casa1, centro de acolhimento e assistência social localizado em São Paulo. Desde 2017, o projeto já deu suporte físico e mental a mais de 380 jovens expulsos de casa ou em situação de risco por sua orientação sexual ou identidade de gênero.

“Em um contexto epidêmico e de tantas incertezas, o suporte de organizações é o que permite que sigamos existindo e atendendo a demandas cada vez mais crescentes”, diz Iran Giusti, diretor executivo do projeto social.

Além do apoio para a manutenção da Casa1, a Absolut diz estar comprometida em dar visibilidade a projetos da comunidade, promover ações contínuas de suporte e se posicionar contra importantes questões, como o #AbaixoPL504 – o projeto de lei em São Paulo que quer proibir qualquer propaganda ou publicidade com pessoas ou famílias LGBTQIA+ e está atualmente em fase de análise na Assembleia Legislativa do estado.

Esta é a segunda vez que a marca de vodca vende a garrafa Absolut Rainbow. A primeira foi em 2020, época da campanha “Orgulho Incancelável”, que pretendia celebrar o orgulho da comunidade mesmo com o cancelamento da Parada LGBT em decorrência da pandemia.

Segundo Patrícia Cardoso, diretora de marketing da Pernod Ricard Brasil, dona da Absolut, a marca tem um longo histórico ligado à causa. “Desde o início dos anos 1980, atuamos em prol do reconhecimento e visibilidade da diversidade e, neste momento de extrema vulnerabilidade social, damos um passo à frente novamente com ações afirmativas”, diz.

Fonte: Forbes

Investimento em publicidade soma R$ 11,2 bilhões no trimestre

Dados da Kantar Ibope Media sinalizam um desempenho estável na comparação com os primeiros três meses de 2020, com recuo de 1,2%

Nos meses de janeiro, fevereiro e março deste ano, os investimentos em publicidade no Brasil alcançaram o valor de R$ 11,2 bilhões, de acordo com dados revelados pela Kantar Ibope Media nesta sexta-feira, 7. O montante é 1,2% inferior ao registrado pelo mesmo estudo da consultoria no primeiro trimestre de 2020, o que representa, na visão da Kantar, uma estabilidade do mercado e um sinal de recuperação no ritmo dos investimentos após um ano de 2020 marcado por retrações econômicas decorrentes da crise da pandemia de Covid-19.

De acordo com Adriana Fávaro, diretora de desenvolvimento de negócios da Kantar Ibope Media, os resultados do primeiro semestre sinalizam uma acomodação do mercado publicitário em relação às novas lógicas de consumo que se desenharam após a pandemia e apontam que os anunciantes se conscientizaram da importância de manter uma comunicação ativa com seu público-alvo. Em 2020, a Kantar Ibope Media reportou um investimento total de R$ 49 bilhões em publicidade no Brasil, número 9,8% inferior ao registrado em 2019, período anterior à pandemia.

O desempenho dos negócios do primeiro trimestre foram impulsionados por alguns setores que ampliaram as verbas destinadas à compra de mídia, como o Imobiliário, que cresceu seus investimentos em 53%; o de telecomunicações, cujo investimento em mídia aumentou 43% no primeiro trimestre e Eletrônicos & Informática, cujas verbas de compra de mídia aumentarem 36%, segundo consultoria.

Esses três setores, na visão de Adriana, tem em comum o fato de refletir os novos hábitos de vivência e consumo da sociedade. As pessoas vem sendo obrigadas a passar mais tempo em casa, seja para trabalho ou para atividades de lazer, o que impulsiona o uso de smartphones e demais devices tecnológicos, que demandam, por sua vez, mais conexão e serviços de telefonia e TV. “Desde que a pandemia começou, todas as pessoas mudaram, de alguma maneira, seus hábitos e isso acabou interferindo na dinâmica dos setores econômicos, que passaram a investir mais em publicidade”, comenta a porta-voz da consultoria.

Ao mesmo tempo em que alguns segmentos econômicos são impulsionados pelos diferentes hábitos de consumo, outros ainda sofrem os efeitos da paralisação das atividades e retração do interesse dos consumidores por conta das medidas restritivas de combate à pandemia. É o caso do setor de turismo, cujo investimento em publicidade recuou 43% no primeiro trimestre de 2021 na comparação com o mesmo período de 2020. O segmento de bebidas, que sofreu os impactos do fechamento dos bares e restaurantes em algumas grandes brasileiras na primeira parte do ano, teve um recuo de 27% nos seus investimentos em publicidade no primeiro trimestre do ano. A mesma queda também foi registrada no setor automotivo, que desde o ano passado também vem enfrentando dificuldades em meio à crise de Covid-19.

Fonte: M&M

Samsung vai comercializar publicidade nas TVs conectadas

Empresa quer explorar formatos comerciais para anunciantes em seus televisores conectados à internet.

Auxiliar os anunciantes a se conectarem com a audiência no momento em que ela está receptiva à absorção de conteúdo é a proposta da Samsung Ads, plataforma de publicidade em suas TVs conectadas que a companhia começa a disponibilizar no mercado brasileiro. Na visão da companhia, existe um movimento intenso em direção a serviços sob demanda, plataformas de streaming e jogos e as marcas tem o desafio de manter a conexão com este novo consumidor.

Nesse primeiro momento, a Samsung oferece dois formatos de inserções publicitárias em seus televisores conectados. O primeiro é o Smart Hub, mecanismo de descoberta de conteúdo que reúne os aplicativos disponíveis na TV. Nesse ambiente, o anúncio publicitário poderá ser exibido ao lado dos aplicativos. As marcas também poderão utilizar o espaço da loja de aplicativos do ambiente da Samsung, o App Store Masthead. Ao clicar nesses banners, o usuário pode ter acesso a anúncios em vídeos e links que levam diretamente ao e-commerce ou site do anunciante.

“Também criamos experiências de anúncios no Samsung TV Plus, nosso serviço de streaming de TV gratuito com suporte para anúncios, disponível em todas as Smart TVs da Samsung fabricadas a partir de 2017 e mais recentes. Essas experiências de anúncio podem ser direcionadas a diferentes tipos de público e oferecem aos anunciantes o alcance da TV linear tradicional com a capacidade de endereçamento e medição do digital”, explica Essio Floridi, sales of director da Samsung Ads da América Latina.

A plataforma de publicidade da marca está disponível para uma rede de mais de 11 milhões de smart TVs e a Samsung vê no mercado brasileiro potencial para a exploração publicitário desse tipo de formato. “Nos Estados Unidos, por exemplo, temos visto um grande crescimento no tempo gasto em streaming. Na verdade, desde o último trimestre de 2019, os consumidores dos EUA passam mais tempo em ambientes de visualização em streaming do que linear e a pandemia apenas acelerou essa tendência. Os anunciantes estão realocando suas verbas publicitárias de TV para ainda atingir audiências de massa no linear e, em seguida, conseguem atingir de uma maneira altamente eficaz no streaming aqueles milhões de pessoas que não foram impactadas”, explica o executivo.

A Samsung está apresentando a plataforma de publicidade ao mercado publicitário e já firmou parceria com O Boticário, que tem utilizado a plataforma para exibir seus produtos.

 

Fonte: Meio e Mensagem

Oscar 2021: Nomadland e Netflix levam estatuetas

Netflix é a maior premiada da noite e Disney leva principais categorias.

A93ª edição do Oscar, ou The Academy Awards, foi inédita por ser a primeira vez em que a premiação aceitou a inscrição de filmes exibidos apenas em . Até então, para ser elegível, um filme teria que ser exibido em um cinema em Los Angeles durante sete dias consecutivos, com no mínimo três sessões diárias. Essa é uma das principais regras da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que foi rompida por conta das possibilidades imprevisíveis de exibição nas grandes telas em decorrência da Covid-19. Na noite deste domingo, 25, a cerimônia de entrega do Oscar celebrou o cinema enquanto consagrou o streaming.

Ao aceitar o premio de Melhor Atriz por Nomadland, da Starlight Pictures (Walt Disney Company), um filme que ela produziu, Frances McDormand fez um apelo: “Um dia, muito, muito em breve, leve todos que você conhece para um cinema, ombro a ombro naquele espaço escuro. E assista a cada filme que está representado aqui esta noite”. O discurso foi uma clara referência a pandemia, que interrompeu atividades e operações de cinemas por todo o mundo. Nomadland foi criado pensando na telona e, por conta da pandemia, foi distribuída nos streamings Hulu e Disney +.

De uma forma ou outra, a decisão da academia amplia a disputa dos streamings pela atenção e reconhecimento dos assinantes. Em 2020, o streaming foi nomeado 24 vezes. Este ano, foram 33 indicações — recorde da empresa até então. Amazon Prime Video recebeu seis indicações; e HBO Max recebeu seis.

Na corrida que compete ao Oscar deste ano, o vencedor é a Netflix, que levou sete estatuetas: Melhor Maquiagem e Penteado e Melhor Figurino por A Voz Suprema do Blues; Melhor Curta de Live-Action por Two Different Strangers; Melhor Curta de Animação por If anything happens I love you; Melhor Documentário por Professor Polvo; Melhor Fotografia e Melhor Direção de Arte por Mank. Amazon Prime Video recebeu estatuetas por O Som do Silêncio (Melhor Edição e Melhor Som) e HBO Max recebeu Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Canção Original por Judas e o Messias Negro. Esta foi a primeira vez que Netflix foi a empresa mais premiada. Em 2020, a Disney ocupou este lugar.

Porém, apesar de Mank ter sido o filme mais indicado da noite (10), não foi o mais premiado. O longa que ocupou este lugar foi Nomadland, que levou três dos principais prêmios da noite: Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Atriz. O conglomerado Disney também prevaleceu. Indicada 14 vezes, a Walt Disney Company ganhou três prêmios por Nomadland, da Starlight Pictures; e Melhor Animação e Melhor Trilha Sonora por Soul, da Pixar.

Toda a edição foi criada para se assemelhar a estética de um filme, e não uma transmissão de televisão, e homenagear tal arte cinematográfica. Como em um filme, a abertura da premiação contava com letreiros para indicar o evento e os atores e diretores que participaram apresentando as categorias, como Laura Dern, Don Cheadle, Brad Pitt e Hong Joon-Ho.

Estes últimos, por sua vez, começaram sua introdução à categoria falando de experiências próprias com longas-metragens, como a primeira vez que foram ao cinema, ou assistiram a um filme internacional ou, então, que efeitos visuais lhe impressionaram quando pequenos.

Regina King, a apresentadora da noite, reforçou a ideia de tentar tornar a experiência do Oscar semelhante a um filme e disse: “Esta noite, estamos aqui para comemorar. Este realmente foi um ano difícil para todos, mas nosso amor pelo cinema ajudou a nos ajudar a passar. Isso nos fez sentir menos isolados e nos conectando quando estávamos separados. Hoje à noite, você vai conhecer uma família criativa de contadores de histórias. Você vai ouvir histórias de como eles se apaixonaram por filmes e como esse amor de filme os conecta aos filmes que estamos aqui para honrar esta noite”, indicou.

“Sim, estamos fazendo isso sem máscara. Você provavelmente está perguntando: ‘Como eles são capazes de fazer isso?’. Bem, pense nisso como um set de filmagem, um filme do Oscar com um elenco de mais de 200 indicados. As pessoas foram testadas, retestadas, ficaram socialmente distantes, e estamos seguindo todos os protocolos rigorosos que nos levaram de volta ao trabalho com segurança. Então, assim como em um set de filmagem, quando estamos rolando, máscaras fora. E quando não estamos enrolando, máscaras. Está bem? É assim que fazemos”, continuou.

Já ao apresentar os profissionais indicados, os apresentadores traçaram trajetórias de carreira de cada concorrente e suas inspirações para trabalhar na área. Essa nova abordagem adicionou alguns minutos ao processo, mas restrição de tempo não foi um problema este ano. A premiação deixou que os vencedores falassem a vontade e por quanto tempo quisessem em seus discursos, não mais restringindo-os a 45 segundos.

O evento não aconteceu no Dolby Theatre, como tem ocorrido desde 2001, quando o espaço foi inaugurado. Desta vez, a premiação foi sediada na estação Union Station, no centro de Los Angeles. Para os indicados que não estavam em Los Angeles, a academia instalou dez estações via satélite em cidades como Londres, Paris e Nova York, ao invés de recorrer às videochamadas.

Discussões atuais
Cada ano, o Oscar também vira palco para críticas sobre a indústria do cinema, seja assédio, falta de representatividade feminina, de profissionais negros, reconhecimento de mercados internacionais e outros. Deste ano, não foi diferente.

No seu monólogo de abertura, Regina King fez questão de pontuar a morte de George Floyd e o julgamento dos culpados: “Estamos de luto pela perda de tantos. E eu tenho que ser honesta. Se as coisas tivessem sido diferentes na semana passada em Minneapolis, eu poderia ter trocado meus saltos por botas de marcha. Agora, eu sei que muitos de vocês em casa querem alcançar o seu controle remoto quando você sente que Hollywood está pregando para você. Mas como mãe de um filho negro, sei o medo com o qual tantos convivem, e nenhuma quantidade de fama ou fortuna muda isso, ok?”.

O comediante e roteirista do Melhor Curta de Live Action (Two Distant Strangers), Travon Free, homenageou vítimas de violência policial: “Hoje a polícia vai matar três pessoas. E amanhã a polícia vai matar três pessoas e no dia seguinte, a polícia vai matar três pessoas porque, em média, a polícia na América todos os dias mata três pessoas. O que equivale a cerca de 1.000 pessoas por ano. E essas pessoas são desproporcionalmente negras. E, você sabe, James Baldwin uma vez disse que a coisa mais desprezível que uma pessoa pode ser é indiferente à dor dos outros. E então eu só peço que você, por favor, não seja indiferente. Por favor, não seja indiferente à nossa dor”.

Ao ganhar na categoria de Melhor Curta de Animação por If anything happens I love you, os diretores dedicaram o prêmio a todos que tiveram parentes e amigos mortos por armas de fogo e indicou que os Estados Unidos é um dos países que lideram o ranking dos que tem mais morte por armas de fogo no mundo. “Temos que melhorar”, disseram.

Apesar de caminhar para uma evolução na representatividade feminina, esta foi a primeira vez que duas mulheres (Chloé Zhao e Esmeralda Lilly Fennell) foram indicadas a Melhor Direção no mesmo ano. A edição buscou também incluir representatividade com uma atriz apresentando categorias em libras e o diretor de parasita, Bong Joon-Ho, apresentou a categoria de Melhor Direção inteiramente em koreano.

Confira os premiados em todas as categorias:

Melhor Filme
Meu Pai
Judas e o Messias Negro
Mank
Minari
Nomadland 
Bela Vingança
O Som do Silêncio
Os 7 de Chicago

Melhor Direção
Thomas Vinterberg, por Druk – Mais Uma Rodada
David Fincher, por Mank
Lee Isaac Chung, por Minari
Chloé Zhao, por Nomadland 
Emerald Fennell, por Bela Vingança

Melhor Atriz
Viola Davis, por A Voz Suprema do Blues
Andra Day, por The United States vs. Billie Holliday
Vanessa Kirby, por Pieces of a Woman
Frances McDormand, por Nomadland 
Carey Mulligan, por Bela Vingança

Melhor Ator
Riz Ahmed, por O Som do Silêncio
Chadwick Boseman, por A Voz Suprema do Blues
Anthony Hopkins, por Meu Pai
Gary Oldman, por Mank
Steven Yeun, por Minari

Melhor Atriz Coadjuvante
Maria Bakalova, por Borat: Fita Seguinte de Cinema
Glenn Close, por Era Uma Vez Um Sonho
Olivia Colman, por Meu Pai
Amanda Seyfried, por Mank
Youn Yuh-jung, por Minari

Melhor Ator Coadjuvante
Sacha Baron Cohen, por Os 7 de Chicago
Daniel Kaluuya, por Judas e o Messias Negro
Leslie Odom, Jr., por Uma Noite em Miami
Paul Raci, por O Som do Silêncio
Lakeith Stanfield, por Judas e o Messias Negro

Melhor Roteiro Original
Judas e o Messias Negro
Minari

Bela Vingança
O Som do Silêncio
Os 7 de Chicago

Melhor Roteiro Adaptado
Borat: Fita Seguinte de Cinema
Meu Pai
Nomadland
Uma Noite em Miami
O Tigre Branco

Melhor Documentário
Collective
Crip Camp: Revolução pela Inclusão
Agente Duplo
Professor Polvo
Time

Melhor Filme Internacional
Druk – Mais Uma Rodada (Dinamarca)
Better Days (Hong Kong)
Collective (Romênia)
The Man Who Sold His Skin (Tunísia)
Quo Vadis, Aida? (Bósnia e Herzegovina)

Melhor Animação
Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica
A Caminho da Lua
Shaun, o Carneiro: O Filme – A Fazenda Contra-Ataca

Soul
Wolfwalkers

Melhor Fotografia
Judas e o Messias Negro
Mank
Relatos do Mundo
Nomadland
Os 7 de Chicago

Melhor Figurino
Emma.
A Voz Suprema do Blues
Mank
Mulan
Pinocchio

Melhor Maquiagem e Penteado
Emma.
Era Uma Vez um Sonho
A Voz Suprema do Blues
Mank
Pinocchio

Melhor Direção de Arte
Meu Pai
A Voz Suprema do Blues
Mank
Relatos do Mundo
Tenet

Melhor Trilha Sonora Original
Destacamento Blood
Mank
Minari
Relatos do Mundo
Soul

Melhor Canção Original
“Fight por You”, de Judas e o Messias Negro
“Hear My Voice, de Os 7 de Chicago
“Husavik”, por Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars
“Io Sí (Senn)”, por Rosa e Momo
“Speak Now”, por Uma Noite em Miami

Melhor Som
Greyhound: Na Mira do Inimigo
Mank
Relatos do Mundo
Soul

O Som do Silêncio

Melhor Edição
Meu Pai
Nomadland
Bela Vingança
O Som do Silêncio
Os 7 de Chicago

Melhores Efeitos Visuais
Problemas Monstruosos
O Céu da Meia-Noite
Mulan
O Grande Ivan
Tenet

Melhor Curta de Animação
Burrow
Genius Loci

If anything happens I love you
Opera
Yes-People

Melhor Curta Live-Action
Feeling Through
The Letter Room
The Present

Two Distant Strangers
The White Eye

Melhor Curta Documental
Colette
A Concerto is a Conversation
Do Not Split
Hunger Ward
A Love Song for Latasha

 

Fonte: Meio e Mensagem

Drones formam QR Code gigante para baixar jogo na China

Tem se tornado comum ver drones sendo utilizados para as mais diversas ações. Em muitos casos eles acabam sendo úteis em entregas, mas uma empresa chinesa chamada Bilibili decidiu recorrer a essa tecnologia para criar um show diferente em comemoração ao lançamento do game Princess Connect Re: Dive.

Para realizar essa ação, a companhia conhecida por seus trabalhos com animes e mangás decidiu utilizar 1.500 drones para formar um código QR gigante na cidade de Xangai. Enquanto eles estavam suspensos no ar, os pedestres podiam mirar seus celulares na imagem formada para baixar o game.

Antes da imagem se formar, os drones fizeram algumas coreografias que remetem ao game no ar, presenteando aqueles que estavam na rua um show noturno um tanto quanto diferente, como você pode conferir no vídeo que está na sequência:

Vale mencionar que, além de poder baixar o jogo, quem apontou o celular para as aeronaves não tripuladas também teve a chance de obter mais informações relacionadas ao título, que é um RPG lançado na Ásia no ano passado e no restante do mundo em 2021.

Curiosamente, a Bilibili já havia feito algo parecido no lançamento de Princess Connect Re: Dive (mas sem o uso de drones): na entrada do prédio em que a companhia está instalada, um código QR foi deixado sem nenhum tipo de pista ou indicação do que ele fazia, e quem o escaneava era enviado diretamente para a página de download do game.

 

Fonte: Tecmundo

Google é a marca mais influente no Brasil

Ranking da Ipsos de 2020 destacou o desempenho de empresas de tecnologia na pandemia e teve O Boticário como representante nacional.

Na manhã desta quarta-feira, 14, a Ipsos apresentou os resultados da oitava edição brasileira do ranking The Most Influential Brands, que analisa o nível de influência conquistado pelas 108 marcas pesquisadas. Os dados foram coletados em dezembro do ano passado, a partir da metodologia de tracking da Ipsos. Em linhas gerais, o estudo apontou que a população brasileira foi uma das impactadas pela Covid-19, na comparação com os outros 28 países pesquisados.

“Estamos em uma nação muito impactada, a população está insegura”, ressaltou Marcos Calliari, CEO da Ipsos no Brasil, no evento de apresentação dos dados. A descrença nas instituições abre espaço para o desempenho das marcas. Segundo o estudo, 77% dos entrevistados esperam que as empresas contribuam para a sociedade. Ao mesmo tempo, 50% das pessoas se dizem cansadas de marcas que oferecem solidariedade, mas não agem.

Para metrificar a influência, a companhia leva em conta uma série de atributos, que podem ser reunidos em seis dimensões. São elas engajamento, confiança, inovação, presença, responsabilidade social e – a novidade de 2020 – Covid. Essas categoriais podem aparecer com mais ou menos peso dentro do desempenho de uma marca. Os organizadores destacam que, se nos anos anteriores inovação e confiança despontavam entre as top brands, agora, elas dividem espaço de maneira mais igual com responsabilidade social e engajamento (interação digital).

Nesse contexto, o título de marca mais influente de 2020 no Brasil foi conquistado pelo Google, que se mantém na posição desde 2016. Na sequência, aparecem o YouTube, que se consolidou como um canal de entretenimento e serviço ao longo da pandemia, e a Samsung, na terceira posição, que lidera a categoria de mobile. A necessidade de conexão e a migração forçada para o home office impulsionaram o desempenho de outras empresas de tecnologia, como Microsoft e Facebook, que ocuparam o 4º e 5º lugar no ranking, respectivamente.

Empresas de bens de consumo, que oferecem produtos de primeira necessidade, também foram destaque no ranking por sua presença. Colgate conquistou o 6º lugar, enquanto Nestlé ficou com o 7º. O Boticário foi a única marca nacional a ser listada no Top 10. A empresa de beleza teve seu desempenho puxado pelo quesito responsabilidade social. Avaliado pela primeira vez em 2020, o Mercado Livre fez sua estreia já na 9ª posição, com o avanço das compras online. Veja o ranking completo:

1- Google

2- YouTube

3- Samsung

4- Microsoft

5- Facebook

6- Colgate

7- Nestlé

8- O Boticário

9- Mercado Livre

10- Mastercard

Fonte: Meio e Mensagem