Como reduzir o custo ambiental de campanhas digitais

Para publicidade digital, o tema da sustentabilidade é mal compreendido e, em grande parte, intocado

Os profissionais de marketing estão interessados em mostrar aos investidores e consumidores como eles estão ajudando a resfriar o planeta — mas a publicidade digital é um negócio inesperadamente pesado em carbono. Embora a sustentabilidade tenha sido um ponto de discórdia para a publicidade fora de casa — vendedores de outdoors têm sido pressionados a usar papel reciclado e tinta ambientalmente amigável — para publicidade digital, o tema da sustentabilidade é mal compreendido e, em grande parte, intocado. Na verdade, a internet representa hoje quase 4% das emissões globais. Isso é mais do que a indústria da aviação global — e está supostamente no caminho para dobrar até 2025.

Nem todas as emissões de internet são causadas pela publicidade digital, mas é um grande contribuinte, deixando uma pegada de carbono pesada. Uma campanha típica de anúncios online emite 5,4 toneladas de carbono, aproximadamente um terço do que um consumidor médio dos EUA produz em um ano. Mas o que os anunciantes podem fazer para cortar a pegada de carbono de suas campanhas publicitárias digitais? Aqui estão três maneiras:

Remover, reduzir, reciclar
Ao distribuir campanhas digitais, o tamanho do arquivo dos ativos que uma marca serve impacta diretamente na saída de carbono dos anúncios. Tamanhos de arquivos mais altos resultam em maiores requisitos de energia para que o anúncio seja servido e carregado no dispositivo de um visualizador final. Isso significa que é uma das maneiras mais rápidas e fáceis de economizar carbono diretamente na mídia.

Remova: Pergunte se um aspecto de um anúncio é realmente necessário. Por exemplo, uma fonte personalizada é realmente necessária, ou uma das centenas de fontes pré-suportadas por vários navegadores/dispositivos também funciona? Se assim for, esse é um ativo que não precisará ser carregado, economizando até 2% da pegada de carbono de um anúncio.

Reduzir: Dos ativos remanescentes, como eles podem ser menores? Lembre-se, os anúncios aparecem muito menores em uma página digital, de modo que a versão ultra-hi-res provavelmente não é necessária. Quanto mais o peso dos ativos é reduzido, mais carbono é economizado. Já vi tamanhos de arquivo comprimidos em até 80% sem um compromisso de qualidade, ajudando a conduzir melhor UX para o espectador através de tempos de carga mais rápidos.

Reciclagem: A produção e transferência de um novo ativo criativo gera maiores emissões de carbono. Então, considere toda a cadeia de suprimentos, desde a ideação até a entrega. Se há uma oportunidade de reutilizar uma peça de qualidade, por que não experimentá-la? Não só ajudará a tornar a marca mais consistente, como pode reduzir consideravelmente as emissões publicitárias.

Não perca tempo
Bloquear campanhas de serem executadas entre duas a cinco da manhã salvou dólares de anúncios de serem desperdiçados em tempos de baixa atenção. No entanto, ao tentar reduzir a pegada de carbono, essa mesma ferramenta também pode reduzir as emissões de campanhas.

Como regra geral, quanto mais movimentada é uma rede de energia, menos eficiente (e mais intensiva em carbono) ela se torna. Assim, executar apenas 5% das campanhas durante os horários não-pico pode ter um impacto significativo na quantidade de emissões de CO2 que eles geram.

Para ajudar, a Energy Information Administration publica dados sobre quando diferentes regiões consomem mais energia, com os horários-chave variando de acordo com o estado e a estação.

É claro que as marcas ainda querem maximizar a atenção para campanhas nos horários de pico, e não querem a faixa das três da manhã, não importa o quão amigável ao carbono, Mas entregar mesmo ligeiramente fora das maiores horas de consumo de um estado-alvo pode ter um enorme impacto na pegada de carbono.

Priorizar a oferta verde
Enquanto a indústria publicitária está se preparando coletivamente para o cookiepocolypse, marcas e agências têm investido quantidades significativas de tempo e energia no desenvolvimento de relacionamentos mais fortes com seus parceiros editores e na compreensão do público disponível para eles. Os editores também se tornaram muito melhores na articulação desses dados.

Com mais dados do site disponíveis para os anunciantes, eles agora têm o poder de selecionar as opções de entrega mais verdes. Ao priorizar listas de negócios ou grupos de editores que são capazes de demonstrar sua jornada para o zero líquido, as marcas podem financiar mídias mais limpas e reduzir a pegada de carbono das campanhas. As principais perguntas a serem feitas incluem se a campanha será executada em servidores verdes, o número médio de anúncios por página e quais tipos de anúncios são mais comuns (quanto maior o número e maiores os formatos, mais saída de carbono).

A mudança climática é real e está acontecendo rápido. Um estudo da Pew Research publicado em 2020 descobriu que 67% dos americanos acham que o governo não está fazendo o suficiente para reduzir as mudanças climáticas, com 64% dizendo que proteger o meio ambiente deve ser uma prioridade máxima.

Toda indústria tem um papel a desempenhar. É hora dos anunciantes virarem a maré antes que isso nos lave.

Fonte: Meio & Mensagem

Oscar 2021: Nomadland e Netflix levam estatuetas

Netflix é a maior premiada da noite e Disney leva principais categorias.

A93ª edição do Oscar, ou The Academy Awards, foi inédita por ser a primeira vez em que a premiação aceitou a inscrição de filmes exibidos apenas em . Até então, para ser elegível, um filme teria que ser exibido em um cinema em Los Angeles durante sete dias consecutivos, com no mínimo três sessões diárias. Essa é uma das principais regras da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que foi rompida por conta das possibilidades imprevisíveis de exibição nas grandes telas em decorrência da Covid-19. Na noite deste domingo, 25, a cerimônia de entrega do Oscar celebrou o cinema enquanto consagrou o streaming.

Ao aceitar o premio de Melhor Atriz por Nomadland, da Starlight Pictures (Walt Disney Company), um filme que ela produziu, Frances McDormand fez um apelo: “Um dia, muito, muito em breve, leve todos que você conhece para um cinema, ombro a ombro naquele espaço escuro. E assista a cada filme que está representado aqui esta noite”. O discurso foi uma clara referência a pandemia, que interrompeu atividades e operações de cinemas por todo o mundo. Nomadland foi criado pensando na telona e, por conta da pandemia, foi distribuída nos streamings Hulu e Disney +.

De uma forma ou outra, a decisão da academia amplia a disputa dos streamings pela atenção e reconhecimento dos assinantes. Em 2020, o streaming foi nomeado 24 vezes. Este ano, foram 33 indicações — recorde da empresa até então. Amazon Prime Video recebeu seis indicações; e HBO Max recebeu seis.

Na corrida que compete ao Oscar deste ano, o vencedor é a Netflix, que levou sete estatuetas: Melhor Maquiagem e Penteado e Melhor Figurino por A Voz Suprema do Blues; Melhor Curta de Live-Action por Two Different Strangers; Melhor Curta de Animação por If anything happens I love you; Melhor Documentário por Professor Polvo; Melhor Fotografia e Melhor Direção de Arte por Mank. Amazon Prime Video recebeu estatuetas por O Som do Silêncio (Melhor Edição e Melhor Som) e HBO Max recebeu Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Canção Original por Judas e o Messias Negro. Esta foi a primeira vez que Netflix foi a empresa mais premiada. Em 2020, a Disney ocupou este lugar.

Porém, apesar de Mank ter sido o filme mais indicado da noite (10), não foi o mais premiado. O longa que ocupou este lugar foi Nomadland, que levou três dos principais prêmios da noite: Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Atriz. O conglomerado Disney também prevaleceu. Indicada 14 vezes, a Walt Disney Company ganhou três prêmios por Nomadland, da Starlight Pictures; e Melhor Animação e Melhor Trilha Sonora por Soul, da Pixar.

Toda a edição foi criada para se assemelhar a estética de um filme, e não uma transmissão de televisão, e homenagear tal arte cinematográfica. Como em um filme, a abertura da premiação contava com letreiros para indicar o evento e os atores e diretores que participaram apresentando as categorias, como Laura Dern, Don Cheadle, Brad Pitt e Hong Joon-Ho.

Estes últimos, por sua vez, começaram sua introdução à categoria falando de experiências próprias com longas-metragens, como a primeira vez que foram ao cinema, ou assistiram a um filme internacional ou, então, que efeitos visuais lhe impressionaram quando pequenos.

Regina King, a apresentadora da noite, reforçou a ideia de tentar tornar a experiência do Oscar semelhante a um filme e disse: “Esta noite, estamos aqui para comemorar. Este realmente foi um ano difícil para todos, mas nosso amor pelo cinema ajudou a nos ajudar a passar. Isso nos fez sentir menos isolados e nos conectando quando estávamos separados. Hoje à noite, você vai conhecer uma família criativa de contadores de histórias. Você vai ouvir histórias de como eles se apaixonaram por filmes e como esse amor de filme os conecta aos filmes que estamos aqui para honrar esta noite”, indicou.

“Sim, estamos fazendo isso sem máscara. Você provavelmente está perguntando: ‘Como eles são capazes de fazer isso?’. Bem, pense nisso como um set de filmagem, um filme do Oscar com um elenco de mais de 200 indicados. As pessoas foram testadas, retestadas, ficaram socialmente distantes, e estamos seguindo todos os protocolos rigorosos que nos levaram de volta ao trabalho com segurança. Então, assim como em um set de filmagem, quando estamos rolando, máscaras fora. E quando não estamos enrolando, máscaras. Está bem? É assim que fazemos”, continuou.

Já ao apresentar os profissionais indicados, os apresentadores traçaram trajetórias de carreira de cada concorrente e suas inspirações para trabalhar na área. Essa nova abordagem adicionou alguns minutos ao processo, mas restrição de tempo não foi um problema este ano. A premiação deixou que os vencedores falassem a vontade e por quanto tempo quisessem em seus discursos, não mais restringindo-os a 45 segundos.

O evento não aconteceu no Dolby Theatre, como tem ocorrido desde 2001, quando o espaço foi inaugurado. Desta vez, a premiação foi sediada na estação Union Station, no centro de Los Angeles. Para os indicados que não estavam em Los Angeles, a academia instalou dez estações via satélite em cidades como Londres, Paris e Nova York, ao invés de recorrer às videochamadas.

Discussões atuais
Cada ano, o Oscar também vira palco para críticas sobre a indústria do cinema, seja assédio, falta de representatividade feminina, de profissionais negros, reconhecimento de mercados internacionais e outros. Deste ano, não foi diferente.

No seu monólogo de abertura, Regina King fez questão de pontuar a morte de George Floyd e o julgamento dos culpados: “Estamos de luto pela perda de tantos. E eu tenho que ser honesta. Se as coisas tivessem sido diferentes na semana passada em Minneapolis, eu poderia ter trocado meus saltos por botas de marcha. Agora, eu sei que muitos de vocês em casa querem alcançar o seu controle remoto quando você sente que Hollywood está pregando para você. Mas como mãe de um filho negro, sei o medo com o qual tantos convivem, e nenhuma quantidade de fama ou fortuna muda isso, ok?”.

O comediante e roteirista do Melhor Curta de Live Action (Two Distant Strangers), Travon Free, homenageou vítimas de violência policial: “Hoje a polícia vai matar três pessoas. E amanhã a polícia vai matar três pessoas e no dia seguinte, a polícia vai matar três pessoas porque, em média, a polícia na América todos os dias mata três pessoas. O que equivale a cerca de 1.000 pessoas por ano. E essas pessoas são desproporcionalmente negras. E, você sabe, James Baldwin uma vez disse que a coisa mais desprezível que uma pessoa pode ser é indiferente à dor dos outros. E então eu só peço que você, por favor, não seja indiferente. Por favor, não seja indiferente à nossa dor”.

Ao ganhar na categoria de Melhor Curta de Animação por If anything happens I love you, os diretores dedicaram o prêmio a todos que tiveram parentes e amigos mortos por armas de fogo e indicou que os Estados Unidos é um dos países que lideram o ranking dos que tem mais morte por armas de fogo no mundo. “Temos que melhorar”, disseram.

Apesar de caminhar para uma evolução na representatividade feminina, esta foi a primeira vez que duas mulheres (Chloé Zhao e Esmeralda Lilly Fennell) foram indicadas a Melhor Direção no mesmo ano. A edição buscou também incluir representatividade com uma atriz apresentando categorias em libras e o diretor de parasita, Bong Joon-Ho, apresentou a categoria de Melhor Direção inteiramente em koreano.

Confira os premiados em todas as categorias:

Melhor Filme
Meu Pai
Judas e o Messias Negro
Mank
Minari
Nomadland 
Bela Vingança
O Som do Silêncio
Os 7 de Chicago

Melhor Direção
Thomas Vinterberg, por Druk – Mais Uma Rodada
David Fincher, por Mank
Lee Isaac Chung, por Minari
Chloé Zhao, por Nomadland 
Emerald Fennell, por Bela Vingança

Melhor Atriz
Viola Davis, por A Voz Suprema do Blues
Andra Day, por The United States vs. Billie Holliday
Vanessa Kirby, por Pieces of a Woman
Frances McDormand, por Nomadland 
Carey Mulligan, por Bela Vingança

Melhor Ator
Riz Ahmed, por O Som do Silêncio
Chadwick Boseman, por A Voz Suprema do Blues
Anthony Hopkins, por Meu Pai
Gary Oldman, por Mank
Steven Yeun, por Minari

Melhor Atriz Coadjuvante
Maria Bakalova, por Borat: Fita Seguinte de Cinema
Glenn Close, por Era Uma Vez Um Sonho
Olivia Colman, por Meu Pai
Amanda Seyfried, por Mank
Youn Yuh-jung, por Minari

Melhor Ator Coadjuvante
Sacha Baron Cohen, por Os 7 de Chicago
Daniel Kaluuya, por Judas e o Messias Negro
Leslie Odom, Jr., por Uma Noite em Miami
Paul Raci, por O Som do Silêncio
Lakeith Stanfield, por Judas e o Messias Negro

Melhor Roteiro Original
Judas e o Messias Negro
Minari

Bela Vingança
O Som do Silêncio
Os 7 de Chicago

Melhor Roteiro Adaptado
Borat: Fita Seguinte de Cinema
Meu Pai
Nomadland
Uma Noite em Miami
O Tigre Branco

Melhor Documentário
Collective
Crip Camp: Revolução pela Inclusão
Agente Duplo
Professor Polvo
Time

Melhor Filme Internacional
Druk – Mais Uma Rodada (Dinamarca)
Better Days (Hong Kong)
Collective (Romênia)
The Man Who Sold His Skin (Tunísia)
Quo Vadis, Aida? (Bósnia e Herzegovina)

Melhor Animação
Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica
A Caminho da Lua
Shaun, o Carneiro: O Filme – A Fazenda Contra-Ataca

Soul
Wolfwalkers

Melhor Fotografia
Judas e o Messias Negro
Mank
Relatos do Mundo
Nomadland
Os 7 de Chicago

Melhor Figurino
Emma.
A Voz Suprema do Blues
Mank
Mulan
Pinocchio

Melhor Maquiagem e Penteado
Emma.
Era Uma Vez um Sonho
A Voz Suprema do Blues
Mank
Pinocchio

Melhor Direção de Arte
Meu Pai
A Voz Suprema do Blues
Mank
Relatos do Mundo
Tenet

Melhor Trilha Sonora Original
Destacamento Blood
Mank
Minari
Relatos do Mundo
Soul

Melhor Canção Original
“Fight por You”, de Judas e o Messias Negro
“Hear My Voice, de Os 7 de Chicago
“Husavik”, por Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars
“Io Sí (Senn)”, por Rosa e Momo
“Speak Now”, por Uma Noite em Miami

Melhor Som
Greyhound: Na Mira do Inimigo
Mank
Relatos do Mundo
Soul

O Som do Silêncio

Melhor Edição
Meu Pai
Nomadland
Bela Vingança
O Som do Silêncio
Os 7 de Chicago

Melhores Efeitos Visuais
Problemas Monstruosos
O Céu da Meia-Noite
Mulan
O Grande Ivan
Tenet

Melhor Curta de Animação
Burrow
Genius Loci

If anything happens I love you
Opera
Yes-People

Melhor Curta Live-Action
Feeling Through
The Letter Room
The Present

Two Distant Strangers
The White Eye

Melhor Curta Documental
Colette
A Concerto is a Conversation
Do Not Split
Hunger Ward
A Love Song for Latasha

 

Fonte: Meio e Mensagem

Drones formam QR Code gigante para baixar jogo na China

Tem se tornado comum ver drones sendo utilizados para as mais diversas ações. Em muitos casos eles acabam sendo úteis em entregas, mas uma empresa chinesa chamada Bilibili decidiu recorrer a essa tecnologia para criar um show diferente em comemoração ao lançamento do game Princess Connect Re: Dive.

Para realizar essa ação, a companhia conhecida por seus trabalhos com animes e mangás decidiu utilizar 1.500 drones para formar um código QR gigante na cidade de Xangai. Enquanto eles estavam suspensos no ar, os pedestres podiam mirar seus celulares na imagem formada para baixar o game.

Antes da imagem se formar, os drones fizeram algumas coreografias que remetem ao game no ar, presenteando aqueles que estavam na rua um show noturno um tanto quanto diferente, como você pode conferir no vídeo que está na sequência:

Vale mencionar que, além de poder baixar o jogo, quem apontou o celular para as aeronaves não tripuladas também teve a chance de obter mais informações relacionadas ao título, que é um RPG lançado na Ásia no ano passado e no restante do mundo em 2021.

Curiosamente, a Bilibili já havia feito algo parecido no lançamento de Princess Connect Re: Dive (mas sem o uso de drones): na entrada do prédio em que a companhia está instalada, um código QR foi deixado sem nenhum tipo de pista ou indicação do que ele fazia, e quem o escaneava era enviado diretamente para a página de download do game.

 

Fonte: Tecmundo

Google é a marca mais influente no Brasil

Ranking da Ipsos de 2020 destacou o desempenho de empresas de tecnologia na pandemia e teve O Boticário como representante nacional.

Na manhã desta quarta-feira, 14, a Ipsos apresentou os resultados da oitava edição brasileira do ranking The Most Influential Brands, que analisa o nível de influência conquistado pelas 108 marcas pesquisadas. Os dados foram coletados em dezembro do ano passado, a partir da metodologia de tracking da Ipsos. Em linhas gerais, o estudo apontou que a população brasileira foi uma das impactadas pela Covid-19, na comparação com os outros 28 países pesquisados.

“Estamos em uma nação muito impactada, a população está insegura”, ressaltou Marcos Calliari, CEO da Ipsos no Brasil, no evento de apresentação dos dados. A descrença nas instituições abre espaço para o desempenho das marcas. Segundo o estudo, 77% dos entrevistados esperam que as empresas contribuam para a sociedade. Ao mesmo tempo, 50% das pessoas se dizem cansadas de marcas que oferecem solidariedade, mas não agem.

Para metrificar a influência, a companhia leva em conta uma série de atributos, que podem ser reunidos em seis dimensões. São elas engajamento, confiança, inovação, presença, responsabilidade social e – a novidade de 2020 – Covid. Essas categoriais podem aparecer com mais ou menos peso dentro do desempenho de uma marca. Os organizadores destacam que, se nos anos anteriores inovação e confiança despontavam entre as top brands, agora, elas dividem espaço de maneira mais igual com responsabilidade social e engajamento (interação digital).

Nesse contexto, o título de marca mais influente de 2020 no Brasil foi conquistado pelo Google, que se mantém na posição desde 2016. Na sequência, aparecem o YouTube, que se consolidou como um canal de entretenimento e serviço ao longo da pandemia, e a Samsung, na terceira posição, que lidera a categoria de mobile. A necessidade de conexão e a migração forçada para o home office impulsionaram o desempenho de outras empresas de tecnologia, como Microsoft e Facebook, que ocuparam o 4º e 5º lugar no ranking, respectivamente.

Empresas de bens de consumo, que oferecem produtos de primeira necessidade, também foram destaque no ranking por sua presença. Colgate conquistou o 6º lugar, enquanto Nestlé ficou com o 7º. O Boticário foi a única marca nacional a ser listada no Top 10. A empresa de beleza teve seu desempenho puxado pelo quesito responsabilidade social. Avaliado pela primeira vez em 2020, o Mercado Livre fez sua estreia já na 9ª posição, com o avanço das compras online. Veja o ranking completo:

1- Google

2- YouTube

3- Samsung

4- Microsoft

5- Facebook

6- Colgate

7- Nestlé

8- O Boticário

9- Mercado Livre

10- Mastercard

Fonte: Meio e Mensagem

Ação de Havaianas conecta personagens de Netflix à vida real

Campanha terá produtos licenciados e filme que conta histórias de garra e persistência feminina durante o mês da mulher.

Em sua nova mais nova campanha, em parceria com a Netflix, a Havaianas vai contar as histórias de quatro mulheres da vida real que, inspiradas por personagens do universo do streaming, transformaram suas relações consigo mesmas.

Ação de Havaianas conecta personagens de Netflix à vida real Havaianas

Intitulado #EscuteMinhaVoz, o movimento retrata como as trajetórias de personagens como Eleven (Stranger Things), Maeve (Sex Education), Yennefer (The Witch) e Nairobi (La Casa de Papel) conseguiram motivar Sun Cordeiro, Joyce Carolina, Carolinne Assis e Ariane Anselmo.

Além de homenagear as mulheres, o filme também promove a nova coleção da collab entre Havaianas e Netflix, que pode ser encontrada no Brasil, em toda a América Latina, nos Estados Unidos, na Europa e na Índia, tanto nas lojas físicas quanto na digital flagship store da marca.

“Nosso objetivo ao lançar esse movimento é ampliar a voz dessas mulheres tão potentes e fazer o convite para que outras mulheres façam o mesmo”, afirma Maria Fernanda Albuquerque, diretora de comunicação global de Havaianas. A criação é da agência Playground.

O filme da Campanha você confere aqui:

https://www.youtube.com/watch?v=2KchK_PztnA

Fonte: Meio e Mensagem

Nestlé quer fazer Páscoa caber no bolso do consumidor

Estratégia da empresa para 2021 foca logística e distribuição, flexibilidade de preços e oferta, assim como as marcas Baton, Alpino, Talento e KitKat

Nestlé quer fazer Páscoa caber no bolso do consumidor Blog_Nestle

Fabricantes de chocolate têm novamente um desafio para a Páscoa deste ano. Embora o produto entre na categoria alimentar, cujo varejo em geral não sofreu restrições – por ser concentrado em supermercados, hipermercados e atacarejos – os ovos de Páscoa, colombas e outros itens em destaque no período costumam ser itens presenteáveis nessa data do varejo e a limitação de contato físico entre as pessoas após a pandemia continua sendo uma questão.

Amanda Freitas, gerente de marketing Nestlé, recorda que ano passado a indústria foi pega de surpresa quando já estava com os ovos expostos nas lojas físicas e o plano de e-commerce existia, mas era pequeno e lá mesmo já teve de haver uma virada de chave e o crescimento das vendas online foi grande. Uma vez que o planejamento de portfólio e ações para a data todo ano demora em média 12 meses, isso significa que ao acabar uma, ela e sua equipe já estavam pensando e tomando decisões para 2021.

Elevar o investimento no e-commerce foi uma dessas decisões. “Sempre pensamos muito em inovação, sabores diferentes, e este ano foi ‘como levar nossas principais marcas ao consumidor, não deixar os itens faltarem, sabendo que ele ainda não deve presentear, pois não haverá muitos encontros”, conta a executiva.

Com isso, o pensamento inovador ficou mais direcionado em distribuição e logística, assim como na construção de um portfólio com flexibilidade de preços, em que são destaques os ovos Baton, Alpino, Talento e KitKat. Entre as novidades em produto, Baton tem opções ao leite, branco e um com formulação zero lactose para a linha infantil, atendendo a uma demanda de pais com filho intolerantes à lactose. A linha infantil, da qual fazem parte também os chocolates Surpresa – ao Leite e Unicórnio com chocolate branco e confeitos coloridos na casca – e Buttons exploram games interativos por meio de um QR Code em suas embalagens.

O portfólio vai de itens pré-Pascoa, de impulso, como coelhinhos e mini ovos de chocolate, que vão de R$ 2,99 a R$ 14,99 até chegar aos ovos, com variação de R$ 32,90 a R$ 46,90. “Oferecemos opções diferentes de desembolsos, para todo mundo conseguir ter um item, de acordo com sua necessidade”, pondera Amanda.

Enquanto a categoria chocolates, com as marcas Nestlé e Garoto, já começou a ser trabalhada em tv, o digital, focado em performance e em ovos de Páscoa em si, ganhará volume a partir da segunda e terceira semanas de março, quando os consumidores já estarão, segundo Amanda, já no “mood” da data. Como a Páscoa este ano será dia 4 de abril, o maior investimento será na última semana de março, inclusive no PDV. “O e-commerce cresceu muito, mas ainda não está igual ao varejo físico”, argumenta a gerente de marketing.

Hábitos da pandemia

Além disso, a pandemia representou uma mudança importante de comportamento dos consumidores envolvendo a categoria: a compra de chocolate, antes uma indulgência mais impulsiva, acabou entrando mais nas compras planejadas.

Segundo pesquisa feita pelo C. Lab (laboratório interno de pesquisas da Nestlé), 51% das pessoas aumentaram as compras de chocolates nos últimos meses, tanto pela busca de sabor e conforto emocional quanto pela tendência de lanches intermediários. Antes, o consumo fora do lar representava até 70% e 30% diziam respeito à compra planejada (para compartilhar e presentear), agora, os números se inverteram: 70% é de compra planejada e consumo no lar. Esse crescimento foi acelerado pelo online e entrega expressa.

Além disso, comenta Amanda, o preparo de alimentos dentro do lar e a cozinha para alguns virando hobby durante a quarentena – sendo que 53% pretendem continuar cozinhando mesmo após o fim da pandemia -, também elevou o consumo de chocolate.

Com tudo isso, os investimentos que cresceram no digital, estão sendo mantidos nos PDVs, com aumento de cuidados em relação a colaboradores próprios e terceiros na higienização e protocolos contra o coronavírus. Para a Páscoa 2021, foram contratados 370 colaboradores terceiros. Sem citar números, Amanda Freitas, afirma que a Nestlé tem “grandes expectativas para 2021”, uma vez que a companhia já está mais preparada e adaptada ao cenário.

 

Fonte: Meio & Mensagem

McDonald’s apresenta novas embalagens minimalistas

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Seguindo a tendência do design minimalista, o McDonald’s decidiu redesenhar todas as suas embalagens para que a marca estivesse mais alinhada com o mercado.

A agência Pearlfisher foi escolhida para redesenhar todo o sistema de embalagem do McDonald’s, criando uma nova estrutura visual para a linha de produtos da marca. Consistindo em um novo sistema gráfico, o novo design busca trazer “uma sensação de alegria e facilidade para a marca“, colocando “gráficos ousados” nas embalagens. Para criar este redesign a Pearlfisher tentou manter os pontos reconhecidos das embalagens antigas, porém utilizando um sistema mais simples com ilustrações mais limpas.

Utilizando ilustrações vetoriais de itens icônicos do cardápio do McDonald’s, cada novo item da embalagem é uma “representação gráfica do menu“, mostrando como cada elemento do menu pode ser “mais conectado e evocativo do ponto de vista lúdico do McDonald’s“.

Essa abordagem também foi desenvolvida para garantir que as operações permaneçam eficientes durante o lançamento da mudança, criando gráficos fáceis de entender e que também podem gerar reconhecimento, independentemente de onde esteja.

“Nossa tarefa era descobrir o que havia de realmente especial em cada item do menu para projetar um sistema que tornasse mais fácil para os outros fazerem o mesmo“, comentou Matt Sia, diretor criativo da Pearlfisher.

Ao focar nos elementos globalmente reconhecíveis, a equipe de Pearlfisher destaca como pode haver “beleza na simplicidade dos itens icônicos do menu do McDonald’s“.

“Nosso objetivo era encontrar a expressão mais especial, reconhecível e icônica de cada um – celebrá-los de uma forma que fizesse as pessoas sorrirem“, completou.

Aproximando-se da paleta de cores reconhecíveis da marca, essas ilustrações relativamente simples também visam “ser funcionalmente exclusivas, fáceis de identificar, esteticamente mínimas e, o mais importante, emocionalmente alegres“.

Para as equipes internas do McDonald’s, esse foco na ilustração “ajudou a garantir que esse redesenho modernizasse a marca”.

Confira o novo visual da marca:

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Fonte: Publicitários Criativos

Redes sociais se destacam nos resultados de 2020

Plataformas criam novas soluções para manter investimento publicitário, mas 2021 ainda é incerto

o resultado financeiro de empresas donas de plataformas sociais comprovam que o investimento publicitário esteve on em 2020. Facebook, Snap, Pinterest divulgaram números de usuários, lucro e receita publicitária nas suas redes sociais junto com planos para novas soluções e atualizações, o que indica que as plataformas se esforçam para manter os anunciantes por perto.

Mesmo diante de um boicote massivo sofrido por grandes anunciantes em julho com o propósito de mostrar o comprometimento das marcas no combate aos discursos de ódio e à desinformação, a relevância do Facebook não caiu diante das agências e anunciantes.
Inclusive, a plataforma superou projeções de especialistas sobre sua receita, que foi de US$ 28,1 bilhões no último trimestre de 2020, 33% maior do que 2019. A expectativa de especialistas era de US$ 26,4 bilhões em receita. O lucro líquido aumentou 52% em relação à 2020, somando US$ 11,22 bilhões.

A receita do Pinterest no quarto trimestre cresceu 76% em relação ao trimestre anterior, resultando em US$ 705,6 milhões. O número também foi maior do que o projetado, que equivalia a US$ 645,7 milhões. O lucro de US$ 207,8 milhões no trimestre é uma grande virada do prejuízo de US$ 35,7 milhões no quarto trimestre de 2019.

A Snap Inc., dona do Snapchat, informou um prejuízo de US$ 113 milhões no quarto trimestre de 2020, 53% a menos do registrado em 2019. Por outro lado, a receita da empresa foi de US$ 911 milhões no último trimestre, aumento de 62%, e R$ 2,5 bilhões no ano, crescimento de 46% em relação a 2019.

Segundo a Socialbakers, o investimento das marcas em anúncios em mídias sociais cresceu 50,3% no último trimestre do ano em comparação com o mesmo período de 2019. Tal resultado é justificado pelo período de festas e datas comerciais importantes, como a Black Friday, mas o aumento do interesse dos anunciantes nas plataformas não ficou limitado ao último quarter de 2020. No segundo trimestre do ano, os investimentos globais das marcas em anúncios em mídias sociais aumentaram 26% em relação ao final do primeiro trimestre, quando os orçamentos dos anunciantes foram mais impactados. As plataformas também se beneficiaram com o aumento do custo por clique (CPR) em 35,6% durante o ano.

Alexandra Avelar, country manager da Socialbakers no Brasil, afirma que o início da pandemia no Brasil impactou na estratégias das marcas, que retraíram seus investimentos e ficaram reticentes de investir nas plataformas devido a incerteza da economia, mas esse movimento logo tomou uma direção contrária com o aumento e aceleração das ações em redes sociais.
Para a executiva, além da sazonalidade do último trimestre, o resultado expressivo do Q4 também inclui investimentos de marcas que não empregaram tanto do seu budget ao longo do ano e, impulsionadas pela sazonalidade, decidiram tentar recuperar um pouco das perdas econômicas e apostar em anúncios para convidar os consumidores. “Acredito que também coincidiu com uma melhora na pandemia e as empresas se tornando mais confiantes”, diz.

Futuro
Para 2021, as perspectivas das empresas divergem. O Facebook alertou para uma “incerteza significativa” nos dois primeiros trimestres de 2021 por conta de quedas nas receitas publicitárias ao longo da pandemia e pela nova atualização do sistema operacional da Apple, que deve ter novas ferramentas de publicidade e pode afetar na segmentação de anúncios.

 

Fonte: Meio & Mensagem
Por: Thais Monteiro
Mataria da íntegra aqui

Tang irá selecionar ideias inovadoras vindas de crianças

“Tang no Tank” vai ao ar em abril e terá quatro episódios no YouTube

A Tang criou um programa que irá selecionar ideias inovadoras vindas de crianças de seis a 13 anos.O programa “Tang no Tank” irá ao ar em abril e terá quatro episódios, no YouTube. A produção conta com a parceria da Sony, canal que controla o programa. A exibição trará os planos empreendedores das crianças em três categorias: sustentabilidade, para resolver problemas que envolvem o tema; criatividade, com novas ideias de negócios para um futuro melhor; e sociedade, ideias para transformar ou melhorar a cidade, bairro ou comunidade.

Como participar
As inscrições estão abertas até 4 de fevereiro e podem ser realizadas aqui. A inscrição do plano deve ser realizada por um adulto responsável por meio da postagem de um vídeo de até três minutos, no qual a criança apresenta sua ideia.

Estudo do grupo Comunique-se mostra a visão dos assessores de imprensa sobre os jornalistas de redação

Pesquisa busca colher as melhores práticas e os principais incômodos para desenvolver um bom relacionamento entre os profissionais; Confira também a visão do jornalista sobre o assessor de imprensa

Jornalistas de redação e assessores de imprensa são profissões que dependem uma da outra. Afinal, a assessoria de imprensa é o que liga o mercado (pautas) às redações. Com o objetivo de compreender e contribuir para o bom desenvolvimento dessa relação, o grupo Comunique-se desenvolveu a pesquisa “Jornalistas de redação na visão dos assessores de imprensa“.

Para o estudo, foram entrevistados cerca de 800 profissionais que atuam diretamente como assessores de imprensa, de agências, departamentos de comunicação de empresas, órgãos públicos e freelancers, das cinco regiões do país.

Desses, 91,2% consideram que a atuação do assessor de imprensa é um trabalho jornalístico; 52,4% acreditam que as redações hoje dependem diretamente do trabalho do assessor, contra 39,5% entenderem que essa dependência acontece apenas em algumas redações. Questionados sobre já terem atuado em uma redação, 66% responderam positivamente, e 32,6% consideram pequenas as chances de trabalharem em uma redação.

Em relação à preferência de meios para contatar jornalistas, e-mail e WhatsApp são os canais mais populares, com 33% e 31% das respostas, respectivamente, seguidos de celular (19%), telefone da redação (11%) e redes sociais (6%).

Também foi apontado que o release é o meio de relacionamento mais preferido entre os assessores, com 25%. Reuniões presenciais e online foram as menos votadas, com 5% e 7% das respostas, respectivamente.

Quando perguntados sobre suas relações, 15% dos assessores responderam que o que mais incomoda no jornalista é ser grosseiro nas respostas, e 14% acredita que não responder e-mails e mensagens é também um problema na relação. Já não apurar dados de matéria é um incômodo de 12% dos entrevistados. Apesar disso, 60,7% consideram a qualificação dos jornalistas como boa ou excelente.

Sobre como os jornalistas reagem ao follow up, 31,1% dos assessores avaliaram que reagem mal ou muito mal, e 75,6% consideram a prática importante ou muito importante para emplacar pautas.

Nesse contexto, os assessores acreditam que responder o e-mail (35%) e ter empatia sobre o follow up (28%) são fatores que podem evitar desgastes na prática e também nas relações. É importante ressaltar que 93,9% dos entrevistados consideram importante ou muito importante ter um bom relacionamento com jornalistas para o sucesso do trabalho.

Já sobre a qualidade do trabalho dos jornalistas, 83% avaliam positivamente os textos e 56,5% consideram boa a qualidade de apuração. Ainda assim, a apuração foi classificada como “Ruim” por 38%. Outro ponto abordado foi a qualidade das entrevistas, bem avaliada por 75,7% dos assessores, e a qualidade das reportagens, com 83,6% de respostas positivas.

Por fim, depois do início da pandemia, 38% dos assessores acreditam que o contato com jornalistas continua igual, contra 50,5% considerarem que piorou e piorou muito.

Por: Acontecendo Aqui
Foto: Pexels